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O Chevrolet Corvette comemora 60 anos. A sétima geração começará a ser vendia no segundo semestre deste ano nos EUA. O primeiro Corvette a sair da linha de montagem de Michigan foi em 1953 com um modelo de linhas curvas e barbatanas de tubarão atrás. Com o tempo o Corvette foi assumindo linhas mais agressivas e de linhas rectas. A terceira geração é a mais elegante de todas, com faróis escamoteáveis e um design ao estilo italiano. Pode-se dizer que o Corvette era o Ferrari americano.
A quarta geração tornou-se na imagem de marca dos Corvette's actuais com uma frente mergulhante e duplos faróis redondos atrás. A sexta geração abandona de vez os faróis escamoteáveis, por imposições legais. E agora a sétima geração apresenta uma forma mais musculada e cheia de dobras e vincos. Promete ser um digno sucessor ao dispor de um motor de 466cv e acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 3,8 segundos.
A primeira geração do Corvette tinha a curiosidade de ter uma carroçaria apenas na cor branca enquanto o interior era na cor bordeaux. Estes modelos de 1953 podem atingir o valor de um milhão de euros em leilão. Possuíam um bloco de seis cilindros em linha ou um bloco V8. Este tornou-se na escolha preferida de 90% dos compradores, razão que levou a Chevrolet a abandonar o propulsor de seis cilindros.
Inicialmente o Corvette começou por ser um carro descapotável. A segunda geração ganhou um tecto rígido para se adaptar aos climas mais rigorosos. A versão com capota denominava-se Corvette StingRay, a mesma designação que será aplicada à sétima geração. Ao olharmos para todas as gerações, a mais apelativa acaba mesmo por ser a terceira.
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