

Francisco Ferreira, vice-presidente da Quercus afirma, numa entrevista ao jornal i, que os portugueses compram carros mais eficientes mas que não lhes dão o devido uso.
Quanto à frota portuguesa Francisco Ferreira conclui que "existem três circunstâncias: temos uma fiscalidade muito baixa, com 60% de ponderação relativa às emissões, e o resto em relação à cilindrada". Outra razão "é o nosso limitado poder de compra, e o terceiro vector é a atenção dos portugueses do ponto de vista ambiental."
O relatório divulgado revela que "as pessoas compram realmente carros mais eficientes, mas depois acabam por os usar de forma muito pouco eficiente. Ou seja, andam muito mais de carro do que deviam, e o seu comportamento a conduzir não é o mais correcto. Fazem acelerações e travagens bruscas, e a manutenção do veículo nem sempre é feita devidamente."
Os portugueses estão mesmo dispostos a gastar mais por um automóvel mais eficiente, desde que "a diferença de preço não seja grande. Até há pouco tempo Portugal era o país da UE com maior percentagem de veículos híbridos. E isso mostra que alguma atenção se presta ao tema."







Sem comentários: