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Comparativo automóveis eléctricos no mercado português (nov 2019)




Tudo começou com a chegada do pequeno familiar Nissan Leaf, a que se seguiram os citadinos Citroën C-Zero e do irmão gémeo Peugeot i-On. A entrada da Tesla, uma marca que só produz viaturas eléctricas, abriu definitivamente as portas ao segmento dos eléctricos de gama alta, ou premium. Aos poucos as marcas vão disponibilizando mais modelos. Uma obrigatoriedade se não quiserem ficar atrás deste novo mercado com potencial de crescimento.

O leque de ofertas de viaturas 100% eléctricas no mercado nacional tem vindo a crescer dando mais possibilidade de escolha e comparação para aqueles que pretendem adquirir uma viatura que emite zero partículas, não se ficando limitado a duas ou três opções. O preço e a autonomia continuam a ser o calcanhar de Aquiles dos carros eléctricos. Mas com o aumento das ofertas o preço tenderá a descer bem como o preço das baterias, e por outro lado crescerá o nível de exigência dos clientes.

Este ano chegam ao nosso mercado mais ofertas. Devido à autonomia ainda estar aquém do desejado seria de esperar que os veículos que percorrem menos Km diários acabassem por estar mais representados, ou seja o segmento dos citadinos. Veja a seguir quais os modelos 100% eléctricos que se encontram à venda em Portugal em novembro 2019.


1 - Citadinos


Citroën C-Zero - citadino ultracompacto
a partir de 30.647€
autonomia de 150km
potência 70cv
+ simplicidade
- preço, potência, autonomia


Peugeot iOn - citadino ultracompacto
a partir de 30.390€
autonomia de 170km
potência 67cv
+ simplicidade
- preço, potência, autonomia


Smart Fortwo Coupé EQ - citadino ultracompacto

a partir de 22.600€
autonomia de 105km
potência 82cv
+ preço, potência, design
- autonomia


Smart Forfour EQ - citadino compacto
a partir de 23.500€
autonomia de 90km
potência 82cv
+ preço, potência
- autonomia


Renault Zoe Z.E. - citadino compacto
a partir de 32.910€
autonomia de 395km
potência 92cv
+ potência, autonomia, design
- preço


VW e-Up! - citadino compacto

a partir de 24.419€
autonomia de 260km
potência 82cv
+ preço, potência, espaço
- autonomia


Peugeot e-208 - citadino compacto desportivo
a partir de 32.150€
autonomia de 340km
potência 136cv
+ potência, espaço, design
- preço


Opel Corsa-e - citadino compacto desportivo
a partir de 29.990€
autonomia de 330km
potência 136cv
+ potência, espaço, design
- preço

2 - Familiares


BMW i3 - familiar monovolume gama alta
a partir de 42.100
autonomia de 310km
potência 170cv
+ potência, qualidade premium
- preço


Nissan Leaf - familiar hatchback compacto
a partir de 35.400€
autonomia de 230km
potência 150cv
+ preço, espaço, potência
- autonomia


Hyundai IONIC Electric - grande familiar
a partir de 39.900€
autonomia de 265km
potência 120cv
+ design
- preço, potência, autonomia


VW e-Golf - familiar hatchback compacto
a partir de 42.901€
autonomia de 230km
potência 115cv
+ design, qualidade
- preço, potência, autonomia


Tesla Model S - berlina gama alta
a partir de 84.305€
autonomia de 610km
potência 443cv
+ potência, design, espaço, autonomia, qualidade premium, performance
- preço


Tesla Model X - grande familiar gama alta
a partir de 88.805€
autonomia de 507km
potência 443cv
+ potência, design, espaço, autonomia, qualidade premium, performance
- preço

3 - SUV, crossovers


Hyundai Kauai Electric - SUV
a partir de 43.350€
autonomia de 470km
potência 204cv
+ design, potência, autonomia
- preço


Kia e-Niro - SUV gama média
a partir de 50.000€
autonomia de 375km
potência 204cv
+ design, potência, autonomia
- preço


Audi E-Tron - SUV gama alta
a partir de 81.818€
autonomia de 400km
potência 408cv
+ potência, design, espaço, autonomia, qualidade premium, performance
- preço


DS 3 Crossback E-Tense - SUV gama média
a partir de 41.000€
autonomia de 320km
potência 136cv
+ design, espaço, qualidade
- preço


Kia Soul EV - crossover
a partir de 34.995€
autonomia de 370km
potência 110cv
+ espaço
- preço


Jaguar I-Pace EV400 - SUV gama alta
a partir de 80.196€
autonomia de 470km
potência 400cv
+ potência, design, espaço, autonomia, qualidade premium, performance
- preço

4 - Coupés


Tesla Model 3 - coupé compacto desportivo gama alta
a partir de 59.605€
autonomia de 409km
potência 346cv
+ potência, design, autonomia, qualidade premium, performance
- preço

5 - Comerciais


Peugeot Partner Electric
a partir de 32.890€
autonomia de 170km
potência 100cv


O custo de aquisição dos carros eléctricos ainda se situa acima da média dos carros a combustão devido ao elevado preço de fabrico das baterias. No entanto em poucos anos com uma utilização diária o custo de manutenção e o custo de consumo descem drasticamente quando comparado com um carro a combustão, ou seja a amortização é feita mais rapidamente do que se pensa. Poupa-se nas manutenção de fluídos e peças mecânicas tão característicos dos carros a combustão - óleo do motor, líquido refrigeração, filtros, velas, turbos, correias, transmissões, etc...- e poupa-se no combustível - afinal carregar o carro numa tomada é muito mais barato do que encher o depósito com gasolina ou gasóleo.

A chave para democratizar de vês este tipo de viaturas está em encontrar uma bateria mais económica, com maior autonomia e maior durabilidade. As baterias dos carros eléctricos podem ser alugadas ou adquirida na totalidade consoante o plano de manutenção de cada marca. Um bom uso da bateria prolonga a sua longevidade.

- escolha económica
- escolha racional

Tribunal anuncia decisão polémica no caso do acidente de Angélico (2017)



O JN avança que o Tribunal de Aveiro proferiu uma sentença no caso do acidente que envolveu o falecido cantor Angélico e outras vítimas que seguiam a bordo. O Tribunal condenou a mãe de Angélico, herdeira do falecido cantor e arguido, a indemnizar Armanda Leite em 2 milhões de euros, passageira que seguia dentro da viatura e que ficou com um grau de incapacidade superior a 90% para o resto da vida, na sequência do acidente.

O Tribunal deu como provada a velocidade acima de 200km/h na altura que ocorreu o rebentamento de um pneu, e que serve como justificação incriminatória. O acidente ocorreu em 2011 na A1 e envolveu uma viatura descapotável de marca BMW. Mas vamos conhecer os antecedentes. Após pesquisa na internet ficamos a saber que, na altura, Angélico pretendia adquirir uma viatura descapotável BMW 635D avaliada em 80 mil euros.

Mas em vez de entrar com dinheiro, Angélico preferiu oferecer duas viaturas em troca com o mesmo valor comercial. Estas duas viaturas apresentavam alguns problemas, o que mostra que Angélico já terá algum historial antes do acidente. O cantor terá então dado como troca um Ferrari Modena com caixa de velocidades partida, avaliado em 60 mil euros e um Audi A4 cabriolet sinistrado, avaliado em 20 mil euros.

A questão do carro em segunda mão comprado num stand sem ser da marca

O BMW em questão não foi comprado num stand oficial da marca alemã mas antes em segunda mão no stand Auguscar na Póvoa do Varzim. Angélico chegou a andar com a viatura e sentiu até que algo de estranho se passava com a mesma. A mãe de Angélico refere mesmo que "disse que sentia que algo de estranho se passava e pediu-lhe que resolvesse o problema". O stand efectuou testes não notando nada de anormal.

A questão das jantes e pneus não serem de origem

Angélico manda então o stand Auguscar preparar o carro para levantá-lo. O BMW 635D teria pneus Hankook à frente e Pirelli atrás, sendo que nenhum deles era de origem. Para além disso tinha calçado três jantes da marca Ronal e uma da Koyo, também nenhuma de origem. O dono do stand refere que o músico fez questão de levantar o carro naquela noite e preferiu levá-lo sem mudar as rodas, tendo assinado um papel.

Carro rebocado à revelia antes do levantamento

Depois de levantar o cantor teve o carro na mão por pouco tempo. Às 3.25 h de sábado, dia 25, dá-se o acidente. O rebentamento de um dos pneus na A1 originou um acidente que fez capotar o BMW e embater com um Opel Corsa. Uma vez que houve vítimas mortais a GNR chama ao local um agente do Núcleo de Investigação Criminal - Acidentes de Viação (NICAV). Mas ao que parece a viatura foi rebocada à revelia antes de ser investigado. Portanto o local do acidente não foi preservado e o especialista não pôde recolher materiais nem fotos suficientes.

A mais de 250 km/h e um dos passageiros não levava cinto

O registo de memória do BMW marca uma velocidade de circulação superior a 250 km/h na hora do acidente. Um valor bem acima do permitido por lei. O BMW embate com um Opel Corsa e capota. Tanto os airbags como os protectores dos bancos traseiros funcionaram imediatamente. A porta do condutor saltou. Um dos ocupantes foi cuspido já que não levava cinto acabando por morrer. Angélico também faleceu e uma ocupante sobreviveu mas ficou com uma incapacidade superior a 90%.





A questão do arco de segurança

Pelas fotos do carro sinistrado recolhidas na noite do acidente, e que se encontram na internet, não é perceptível a presença do arco de segurança, peça fundamental em descapotáveis. Ou não terá entrado em funcionamento na hora do acidente, ou terá-se separado da viatura após o embate, ou foi accionado mas perdeu rigidez e deformou-se com o choque, o que, em qualquer dos casos, comprometeu a integridade dos ocupantes. Pelas fotos deduz-se que o arco não protegeu totalmente os ocupantes que levavam cinto. Angélico era o ocupante mais alto e acabou por raspar com o crânio no asfalto, causando morte imediata.

A outra ocupante que levava cinto tinha uma altura mais baixa e por isso terá sobrevivido. Ou seja a sua estatura evitou que resvalasse com a cabeça na estrada. Em carros descapotáveis, sem uma estrutura de pilares rígidos, é fundamental a activação automática de um arco de segurança em caso de capotamento para salvaguardar a integridade dos ocupantes. Uma vez que o crânio de Angélico ficou desfeito na parte superior coloca-se a questão se o arco de segurança funcionou correctamente neste BMW.

Decisão do tribunal controversa

Esta decisão do tribunal é controversa porque, supostamente, este carro foi feito para oferecer condições de segurança à velocidade em que circulava. É certo que quanto maior a velocidade maior o risco mas não é o facto de ir a 120km/h ou 200km/h que deveria definir o critério da sentença do tribunal. Acidentes que ocorram a velocidades muito inferiores podem causar, também, consequências graves aos ocupantes. A questão da velocidade parece ser um bocado redutora.

Ficou por investigar a causa para o rebentamento do pneu. Jantes e pneumáticos montados na viatura que não são de origem podem ser a causa do acidente. O stand alega ter na sua posse um documento com a assinatura de Angélico a atestar a sua responsabilidade na hora do levantamento da viatura com rodas não de origem. Mas se, eventualmente, as mesmas não ofereciam segurança o stand nunca deveria ter autorizado a sua entrega.

E se o arco de segurança do BMW tivesse funcionado a 100% Angélico teria sobrevivido? E a vítima a indemnizar teria garantido uma integridade total? A informação foi recolhida a partir de pesquisa em sites na internet.

Comparativo entre carrinhas pela DecoProteste Dez 2016

A DecoProteste realizou um teste entre três carrinhas existentes no mercado. Um embate entre alemães, franceses e japoneses. Ou seja um comparativo entre a Opel Astra Sports Tourer, a Peugeot 308 SW e ainda a Toyota Auris Touring Sports. Todas obtiveram uma classificação de 4 estrelas, numa pontuação máxima de 5 estrelas. No entanto cada uma delas tem um espírito distinto onde os pormenores e o gosto do cliente ditarão a escolha final. Todas permitem montar cadeiras de bebés a bordo.


Peugeot 308 SW
Preço: a partir de 24.380€
Bagageira: 430L
Pontuação: ●●●●○ Bom
Morotizações: 8 disponíveis
+ Bagageira, conforto, desempenho em estrada
- Acesso ao fundo da mala, tejadilho baixo e pilares retiram algum espaço, acesso ao habitáculo


Opel Astra Sports Tourer
Preço: a partir de 21.800€
Bagageira: 370L
Pontuação: ●●●●○ Bom
Morotizações: 4 disponíveis
+ Preço de entrada, espaço, segurança, conforto, acesso bagageira, comportamento em estrada, dinâmica, suspensão
- Capacidade da mala, insonorização em baixos regimes


Toyota Auris Touring Sports
Preço: a partir de 23.465€
Bagageira: 415L
Pontuação: ●●●●○ Bom
Morotizações: 4 disponíveis
+ Motorização híbrida eficiente e económica, protecção de adultos e crianças, insonorização em estrada
- Acesso ao habitáculo, menor espaço face às concorrentes

A carrinha Astra é a que oferece o melhor comportamento em estrada mas o modelo francês dispõe da melhor bagageira. Se for pelo preço a Opel Astra é imbatível. São menos 2.500€ que a 308 SW. Mas o modelo alemão tem uma bagageira menor. Situação que é compensada com os bancos rebatidos onde a capacidade de 1.410L bate as rivais. No que toca ao espaço do habitáculo a Astra ganha.

Quanto a conforto a carrinha francesa e alemã são as melhores opções. No entanto a Astra filtra melhor as irregularidades do piso. A carrinha japonesa é a que garante a melhor insonorização em estrada. No capítulo da segurança a Astra bate as rivais. Os testes da DecoProteste incluem percursos de 2.000km em cada modelo e com mais de 1.000 medições.

Outras alternativas no mercado


Renault Megane Sport Tourer
Preço: a partir de 24.900€
Pontuação: nd
+ Espaço, materiais, tecnologia
- Visibilidade atrás, espaço lugares traseiros


Ford Mondeo SW
Preço: a partir de 28.699€
Pontuação: ●●●●○ Bom
+ Espaço, qualidade
- Pouco flexível na configuração de espaço, mala pouco versátil


Mazda 6 SW
Preço: a partir de 35.998€
Pontuação: ●●●○○ Razoável
+ Espaço, bagageira
- Preço elevado, acesso ao habitáculo, configuração do interior pouco versátil


BMW Série 3 Touring
Preço: a partir de 40.174€
Pontuação: nd
+ Conforto, qualidade, segurança
- Preço elevado, capacidade da bagageira, acesso ao habitáculo

BMW comemora 100 anos de história (2016)



A BMW (Bayerische Motoren Werke) nasceu há 100 anos, ou seja em 1916. Mas antes de chegar aos automóveis começou por ser uma marca ligada à aviação através do fabrico de motores para aeronaves.

A empresa alemã tornou-se mesmo na marca escolhida pela Força Aéra Alemã para o fornecimento de propulsores. Está, por isso, estritamente ligada às Guerras Mundiais.

Em 1923 a marca alemã inicia uma nova fase ao fabricar o primeiro motociclo. Por volta de 1928 o grupo adquire a Fahrzeugfabrik Eisenach, uma empresa fabricante de veículos motorizados com quatro rodas e dá o primeiro passo para entrar na indústria automóvel.




O fim da guerra trouxe um período de incerteza para a marca e dificuldades financeiras acrescidas devido à destruição de fábricas e a proibição de produção de modelos. Só em 1948 é que a marca alemã consegue voltar à produção de motorizadas.





E apenas em 1952 consegue retomar o fabrico de automóveis através do lançamento do 501. Mais tarde surge o 507, um roadster destinado ao mercado americano e desenhado por Albrecht von Goertz. É o primeiro BMW a exibir as guelras de tubarão na lateral, mas o seu preço de fabrico demasiado elevado só permitiu construir 252 modelos.




Italianos "resgatam" a BMW com o Isetta

Durante este período a BMW ainda atravessava dificuldades. E surge então o Isetta, de Itália, para "salvar" a BMW. O icónico Isetta, também apelidado de "ovo", era um veículo supercompacto equivalente ao actual Smart Fortwo e que resultou da parceria entre italianos, que forneciam a carroçaria, enquanto a BMW fornecia os motores com origem em motorizadas.

O sucesso deste pequeno modelo permitiu à BMW equilibrar as suas contas e reerguer-se. O passo seguinte foi o lançamento um veículo maior para toda a família e integralmente fabricado na Alemanha, o 1500. Uma vez ganha a autonomia e independência, a BMW lança novos modelos e conquista finalmente um espaço importante na indústria automóvel. E o resto da história é aquilo que conhecemos hoje.




De onde vem a icónica grelha de duplo rim?

A principal imagem de marca da BMW é a sua grelha frontal com duplo rim, ou dupla narina. A sua origem remonta aos veículos mais antigos que exibiam na parte da frente da caixa do motor uma grelha proeminente mas dividida ao meio. O seu desenho era meramente funcional. Mas a partir daí a grelha passou a ser menos funcional e mais estilizada, ou seja uma reminiscência como imagem de marca que perdura até hoje.




E a origem do logotipo?

O círculo exterior em negro vem de uma das marcas fundadoras do grupo e o seu interior acabou por ser substituído pelas cores da bandeira alemã da Baviera - o azul e branco. Há quem defenda que o centro dividido em quatro a azul e branco seja a representação da hélice de um aeroplano em movimento, uma reminiscência da origem da marca como fabricante de motores para aviões.

BMW M2 Coupé (2016)



O novo M2 Coupé é um superdesportivo da BMW construído a partir do Série 2 Coupé e tem todo o ADN da divisão M da marca bávara. Não é um mero exercício de cosmética uma vez que o veículo foi preparado para alcançar altas performances. Tem a grande curiosidade de ser o BMW da gama M mais acessível de sempre. Apesar de não se poder considerar o preço, a potência e o consumo como "generalistas" (próximo dos 70 mil euros) trata-se de uma primeira democratização dos modelos mais desportivos da BMW.

Mas atenção que o preço não inclui muitos extras, como já é costume nesta marca. É também o menos "potente" dos M. Por baixo do capôt descansam 370cv ávidos de percorrer muitos kilómetros. O propulsor usado é um 3.0L a gasolina de 6 cilindros auxiliados por dois turbos com um binário de 465Nm. A caixa é automática de sete mudanças com dupla embraiagem, podendo ser controlada manualmente através de patilhas no volante para uma maior sensação de condução desportiva e adrenalina.



O exterior é bastante musculado com uma frente agressiva feita com um pára-choques rasgado na parte inferior com entradas de ar de dimensões avantajadas para permitir a devida respiração do motor. Aos eixos mais largos foram adicionadas cavas de rodas expressivas conferindo ombros mais avantajados. As jantes com fundo em negro e raios cromados mostram toda a raça do M2 Coupé. Na traseira sobressaem o difusor, as quatro ponteiras de escape cromadas e um pára-choques mais trabalhado com reflectores verticais embutidos em baixo relevo. As ópticas traseiras distinguem-se do Série 2 por serem mais desportivas com o layout interno em formato 3D.

O novo M2 Coupé tem performances bastante elevadas devido, em parte, ao peso mais reduzido com a utilização de chassis em alumínio. Basta ver que atinge os 100km/h em meros 4,3s. E graças ao uso de duplo turbo a potência é alcançada rapidamente, o que permite arranques e recuperações eficazes. A direcção é precisa, a tracção às rodas traseiras é feita a partir de um diferencial da M e a carroçaria bem como a aerodinâmica garantem maior fluidez. Tudo isto faz com que a condução em curvas sinuosas seja divertida e estável sem qualquer receio. Para além disso há que contar com os travões potentes que são um sinónimo de segurança a bordo.



Existem três modos de condução: Confort, Sport e Sport+. Como é óbvio este carro não tem um modo de condução económico...E quem adquirir este veículo esqueça a poupança no combustível. O valor anunciado pela BMW de 7,9L/100km é uma autêntica utopia. No entanto a fera está domesticada já que é possível fazer arranques tranquilos sem grandes sobressaltos e viagens "tranquilas". Mas tranquilidade é tudo o que o M2 Coupé detesta. Prefere antes que o condutor fique colado ao banco. Vem também com alguns sistemas para aqueles que querem aprender a queimar borracha sem fazer má figura.



Quanto ao interior também está bem apetrechado para um veículo desta categoria como os bancos desportivos envolventes e um volante a lembrar a alta competição. O M2 Coupé é mesmo um carro para quem quer dar nas vistas, concebido para os apreciadores de corridas. Basta ver alguns gadgets adicionados como um sistema de contagem de voltas ou ainda uma câmara GoPro para gravação de filmagens de percursos com posterior colocação de vídeos em Youtube. Os materiais e os acabamentos são bons ao nível habitual da BMW.

Mecânica
Motor: gasolina, dianteiro, 6 cilindros em linha, 2979 cc, 24 válvulas
Alimentação: injecção directa, com duplo turbo
Potência: 370 cv às 6500 rpm
Binário: 465 Nm às 1400-5560 rpm
Tracção: traseira
Caixa: automática 7 velocidades com patilhas no volante

Prestações
Velocidade máxima: 250 km/h (controlada electronicamente)
Aceleração 0-100 km/h: 4,3s

Consumos
Combinado: 7,9 L/100km
Emissões CO2: 185 g/km

Preço
a partir de 69.795€

Prós e contras
+ Design desportivo, qualidade, condução desportiva e performances
- Preço, consumo
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