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Chevrolet Camaro VI (2015)



O Chevrolet Camaro, um lendário american muscle car em formato coupé, vai entrar na sua sexta geração. Os blocos disponíveis serão três e todos a gasolina: o "modesto" 2.0L Ecotec com turbo de 270cv é a grande novidade e será o modelo de entrada, segue-se o V6 aspirado de 3.6L com 335cv e o V8 aspirado de 6.2L com 455cv com a insígnia SS. Está disponível no mercado no final do ano.

O novo Camaro está mais leve tendo reduzido o seu peso em 91kg. A transmissão é feita às rodas traseiras através da plataforma Alpha da General Motors. O comprimento é mais curto 6cm e a largura foi diminuída 2,5cm. Também está mais baixo ficando com um perfil mais elegante. A tradicional grelha frontal em forma de boca que alberga entrada de ar e ópticas continua intocável, embora nesta geração os farolins sobressaem ligeiramente em forma de dentes. Conta com iluminação diurna em leds. Em opção pode levar faróis bi-xénon.



A grelha inferior serve para arrefecer os propulsores e conta com um spoiler saliente. Nas laterais leva faróis de nevoeiro. O capôt mostra-se musculado e com uma grelha integrada para dissipar o calor proveniente do motor (versão SS). Na lateral sobressai o perfil de cintura com uma linha mais musculada junto às rodas traseiras. Os espelhos retrovisores, acoplados nas portas, são elegantes e harmoniosos. Perto das cavas das rodas traseiras surgem nervuras feitas na carroçaria meramente decorativas e dissonantes. Se não têm função não se justificam.

A traseira, com faróis em leds, é muito parecida com o Honda Prelude dos anos 90, um dos modelos esteticamente mais bem conseguidos da marca nipónica, a par do S2000. Ao contrário da anterior geração, onde os farolins traseiros eram recortados em cima através de uma linha horizontal contínua dando o efeito estético de dentes, agora as ópticas são recortados mas em baixo o que faz lembrar muito o Prelude. Um tributo da Chevrolet à Honda?



O difusor em plástico negro mostra quatro ponteiras de escape cromadas (versão SS). Um aileron aerodinâmico sobre o portão traseiro parece um bocado uma peça acessória de tunning, mereceia um design mais integrado. O interior conta com um design retro. O painel de instrumentos do condutor mostra dois manómetros clássicos analógicos redondos. O layout parece algo antiquado. Tem um pequeno ecrã TFT infoteinment na consola central com 8''. O condutor tem à disposição 24 configurações possíveis de iluminação do ambiente e do painel de instrumentos.

Quanto a propulsores a gama de acesso começa no bloco de 2.0L Ecotec com turbo e 270cv, um binário de 400Nm, e atinge os 100km/h em 6 segundos. Segue-se o V6 aspirado de 3.6L e 335cv, com um binário de 385Nm. O mais desportivo será o V8 aspirado de 6.2L com 455cv, com um binário de 617Nm. Os blocos vêm acoplados a uma caixa automática de oito velocidades Hydra-Matic com patilhas atrás do volante. Em opção é possível equipar o Camaro com uma suspensão Magnetic Ride e travões Brembo.

Chevrolet Bolt EV concept (2015)



O Bolt EV é o novo concept eléctrico da Chevrolet e mostra a intenção da marca americana em apostar em modelos com zero emissões. Bolt significa parafuso em inglês e simboliza o lado prático de um modelo que tem como objectivos tornar o preço mais acessível e aumentar a autonomia face àquilo que o mercado oferece, com excepção da Tesla. A Chevrolet anuncia uma distância de 200km até ao próximo carregamento, o que é um valor mais aceitável. No mercado americano o preço começa nos 30.000$.

É capaz de oferecer diversos estilos de condução para diferentes usos como deslocações diárias ou escapadelas de fim de semana. Ou seja, se os veículos elétricos são encarados como segundas viaturas a Chevrolet pretende mudar essa imagem e tornar o Bolt EV num veículo para uso diário. Pode ser carregado numa tomada convencional ou numa tomada rápida. A altura em relação ao passeio pode ser ajustada aproximando o Bolt EV de um crossover.



O formato volumétrico assemelha-se ao do Honda Jazz. A frente é claramente inspirada no híbrido Chevrolet Volt com grelha e ópticas finas e alongadas. O seu interior é espaçoso tanto em altura como em comprimento, com envidraçados generosos, incluindo um tecto panorâmico, a fornecerem boa luz natural. Se bem que em climas com demasiado sol não fazem muito sentido. Tem um ambiente high-tech onde são usados materiais leves como alumínio, magnésio e fibra de carbono para reduzir o peso e aumentar a autonomia. Os bancos finos aumentam a sensação de espaço a bordo e são mais leves.



A aerodinâmica é um aspecto essencial no Bolt EV. A linha de cintura em curva dinâmica, destacada através de um vinco, percorre as portas e culmina no pára-choques frontal e nas ópticas traseiras, também em formato horizontal, dando mais fluidez às linhas e diminuindo o efeito de arrasto. O spoiler traseiro integrado na carroçaria também contribui para reduzir o atrito do ar. O portão traseiro é feito em nano-compósitos leves e a face exterior em vidro com faróis integrados. Uma solução já vista no Honda Civic.



O Bolt EV tem uma consola central táctil minimalista de 10'' que alberga inúmeras funcionalidades destacando-se a total ausência de botões no tabelier. O Bolt EV Conectar app permite usar o smartphone como modo de abrir o veículo, de pagamento de portagens, de localização digital do mesmo, de gerenciamento da carga da bateria, e ainda de estacionamento automático. É possível também espelhar o smartphone no ecrã da viatura.

Lista de autonomia dos veículos eléctricos existentes no mercado (2014)



Os veículos eléctricos começam a dar os primeiros passos no mercado. A autonomia ainda é uma condicionante para a escolha deste tipo de viaturas. Muitos servem como segunda viatura ou, em alguns casos, viatura comercial. O modelo americano Tesla Model S é, actualmente, o que oferece mais liberdade ao condutor.

Tesla Model S: 426km
Kia Soul EV: 200km
Mercedes Classe B ED: 200km
Volkswagen e-Golf: 190km
Toyota RAV4 EV: 161km
BMW i3: 160km
Fiat 500e: 140km
Nissan Leaf: 135km
Honda Jazz EV: 132km
Chevrolet Spark EV: 132km

GM efectua recall recorde (2014)


A GM está a efectuar um gigantesco recall de modelos do grupo por problemas na ignição. Sâo 1,6 milhões veículos entre 2007 e 2011 (Chevrolet Cruze, Chevrolet Cobalt, Chevrolet HHR, Pontiac G5, Pontiac Solstice, Saturn Ion, Saturn Sky) que poderão de necessitar de substituição de peças. Ao que tudo indica o sistema de ignição pode desactivar-se em andamento e consequentemente desligar o motor, o sistema de travagem, a direção e airbags. O defeito está associado a 12 mortes ocorridas. Está previsto que as reparações estejam completas até Outubro. Este caso trás à memória os problemas verificados com viaturas da marca Toyota nos EUA. Agora calhou a vez da GM.

Oito Corvette's clássicos engolidos por buraco no Museu Nacional Corvette (2014)

Oito viaturas clássicas Chevrolet Corvette caíram numa buraco de 25 metros de profundidade que se abriu no pavimento do Museu Nacional Corvette, em Bowling Green, nos Estados Unidos. A GM já se disponibilizou para efectuar o restauro das viaturas em questão mas os danos são avultados.

Provavelmente o pavimento terá sido mal dimensionado para aguentar o peso das viaturas, ou então excesso de água nas fundações provocou um aluimento do solo. Entre as viaturas encontrava-se um Zpyder ZR-1 de 1993, um Blue Devil ZR1 de 2009, um Corvette preto de 1962, um Millionth branco de 1992, uma versão 40th Anniversary vermelho rubi de 1993, um Hammber Z06 bege de 2001 e ainda um Millionth branco de 2009.



Tesla Model S atinge o topo no ranking de satisfação dos clientes nos EUA (2013)



Um estudo de consumo recente concluiu que o eléctrico Tesla Model S atingiu o topo da classificação na satisfação dos clientes nos EUA atingindo um rating de 99% de 0 a 100%. Desde 2007 que um modelo não atingia esta classificação. Recorde-se que não foi por acaso que o nosso blog atribuiu ao Model S o título de carro do ano 2012. O que impediu o Model S de atingir a classificação perfeita foi o tempo de carga necessário. Com este ranking o Model S destrona o Chevrolet Volt que ocupava o topo há dois anos e agora cai para segundo. Em terceiro encontra-se o Porsche Boxster.

Ranking de satisfação nos EUA:

Tesla Model S (eléctrico)
Chevrolet Volt (híbrido)
Porsche Boxster (gasolina)
Subaru Forester (gasolina)
Mazda 6 (gasolina)
Volkswagen Golf TDi (diesel)
Toyota Prius (híbrido)

O inquérito abrangeu perguntas a 600 clientes do Model S. A classificação final teve em conta vários factores como relação preço/qualidade, performance, fiabilidade, conforto, prazer, condução entre outros. As marcas automóveis certamente que vão reflectir sobre esta classificação que coloca no topo um veículo eléctrico e um híbrido.

Chevrolet Spark 1.0 Bi-Fuel (2013)



O pequeno citadino Chevrolet Spark tem um visual arrojado. Apresenta algumas novidades quanto ao nível do conforto, segurança e economia de combustível. A Chevrolet, tal como outras marcas, tem vindo a apostar no sistema Bi-Fuel e agora adaptou-o de série no Spark.

Mas o Spark não gera consenso na opinião pública. Alguns elementos da carroçaria parecem desproporcionais. Os faróis frontais parecem demasiado grandes quando comparados com o tamanho do veículo. Estes ocupam quase todo o comprimento do capôt o que prejudica a estética do Spark.

Já a traseira parece bem conseguida com o aileron aerodinâmico a dar um ar da sua graça ao pequeno citadino. O Spark é um veículo feito para andar na cidade. É fácil de conduzir e estacionar. E na versão Bi-Fuel é agora ainda mais poupado. Pode andar com gasolina ou GPL. Anuncia uma redução de custos de utilização na ordem dos 30% a 40%.



Mas o Spark não é um carro de resposta rápida. É preciso alguma paciência e hábito. Demora cerca de 15 segundos a atingir os 100km/h e as recuperações não são o seu ponto forte. Em autoestrada o motor é algo ruidoso. Em suma é um carro feito para andar em cidade sem grandes correrias. Um produto para combater a crise. Se quiser poupar mais é preferível optar pelo GPL, mas as performances são ligeiramente inferiores em relação à gasolina.

Como é sabido o GPL tem um preço por cada litro de cerca de metade da gasolina. Os postos de GPL também tem vindo a aumentar o que potencia o crescimento dos Bi-Fuel. Actualmente existem 250 postos a GPL. Com este sistema Bi-Fuel, a autonomia do Spark aumentou significativamente. O espaço a bordo é confortável para o tipo de veículo. Face aos tempos de crise o preço do Spark-BiFuel é mesmo uma mais valia.



Mecânica
Motor: Gasolina e GPL, dianteiro, 4 cilindros em linha, 995 cc
Tracção: dianteira
Alimentação: injecção directa multiponto
Potência a gasolina: 68cv
Potência a GPL: 65cv
Caixa: manual 5 velocidades

Prestações
Velocidade máxima: 148 km/h
Aceleração 0-100 km/h: 15,5 s

Consumos
Combinado a gasolina: 5,1 L/100km
Combinado a GPL: 6,8 L/100km

Preço
A partir de 11.190€

Chevrolet Suburban, o carro mais antigo em produção (2013)



O Chevrolet Suburban é o modelo mais antigo em produção. Já vai na 11ª geração. Desde 1935 que foi sendo actualizado para se adaptar aos tempos. Pode-se dizer que é o modelo mais antigo em produção que manteve o mesmo nome de forma ininterrupta. Mas o Suburban tem ainda outra curiosidade, pois é considerado o primeiro SUV do mundo. A Chevrolet orgulha-se de ser pioneira no conceito de veículos SUV. A Chevrolet também tem outro modelo em produção desde 1953, nada mais nada menos que o Corvette.

Também há outras marcas com veículos com o mesmo nome em produção. Casos da Volkswagen com o Golf ou a Toyota com o Corolla, mas à imagem do Suburban já sofreram alterações significativas. No entanto o veículo que esteve mais tempo em produção e sem alterações significativas nas linhas exteriores cabe ao Volkswagen Carocha ou ao Volkswagen "pão de forma" que encerraram a produção há pouco tempo. A marca germânica é especialista em prolongar o tempo de vida através de mercados emergentes como os países da américa latina onde a tecnologia caminha mais devagar.



Mas voltemos ao Suburban. A primeira geração começou por ser um veículo de passageiros com 8 lugares sobre a base de uma pick-up. Na altura foi uma revolução. Outras marcas norte-americanas usaram a mesma designação mas foram abandonando o nome. A GM decidiu continuar e em 1988 obteve o registo oficial da designação. Após 11 versões o Suburban continua com o mesmo espírito de SUV para transportar 8 passageiros. O Suburban é um veículo específico para o mercado americano pelas suas dimensões e consumos (20L/100km, de gasolina!). No mercado europeu não se encontra à venda por razões óbvias: a Europa prefere veículos mais compactos e económicos. Por isso o Suburban é meio desconhecido do público do velho continente. Resta saber se o Suburban vai aguentar o futuro próximo com o preço do combustível a afectar o mercado americano.

Chevrolet Corvette comemora 60 anos (2013)



O Chevrolet Corvette comemora 60 anos. A sétima geração começará a ser vendia no segundo semestre deste ano nos EUA. O primeiro Corvette a sair da linha de montagem de Michigan foi em 1953 com um modelo de linhas curvas e barbatanas de tubarão atrás. Com o tempo o Corvette foi assumindo linhas mais agressivas e de linhas rectas. A terceira geração é a mais elegante de todas, com faróis escamoteáveis e um design ao estilo italiano. Pode-se dizer que o Corvette era o Ferrari americano.

A quarta geração tornou-se na imagem de marca dos Corvette's actuais com uma frente mergulhante e duplos faróis redondos atrás. A sexta geração abandona de vez os faróis escamoteáveis, por imposições legais. E agora a sétima geração apresenta uma forma mais musculada e cheia de dobras e vincos. Promete ser um digno sucessor ao dispor de um motor de 466cv e acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 3,8 segundos.

A primeira geração do Corvette tinha a curiosidade de ter uma carroçaria apenas na cor branca enquanto o interior era na cor bordeaux. Estes modelos de 1953 podem atingir o valor de um milhão de euros em leilão. Possuíam um bloco de seis cilindros em linha ou um bloco V8. Este tornou-se na escolha preferida de 90% dos compradores, razão que levou a Chevrolet a abandonar o propulsor de seis cilindros.

Inicialmente o Corvette começou por ser um carro descapotável. A segunda geração ganhou um tecto rígido para se adaptar aos climas mais rigorosos. A versão com capota denominava-se Corvette StingRay, a mesma designação que será aplicada à sétima geração. Ao olharmos para todas as gerações, a mais apelativa acaba mesmo por ser a terceira.

Chevrolet Trax (2013)



A Chevrolet é uma marca pioneira nos segmento dos SUV's, e lançou agora o pequeno crossover Trax. Foi em 1935 que a marca americana lançou o Suburban, o primeiro SUV conhecido. O Suburban é o automóvel há mais tempo em produção na indústria automóvel com a mesma designação. Ainda hoje se produz, indo já na 12ª geração. Mas só agora é que a Chevrolet decidiu lançar um pequeno SUV compacto mais adaptado ao mercado europeu e para combater um já competitivo mercado preenchido pelo Nissan Juke.

O Chevrolet Trax é um pequeno SUV compacto com capacidade para cinco passageiros. Está apto para a cidade, mas também para alguns trilhos fora do alcatrão nas versões de tracção às quatro rodas. Vem com sistema de auxílio de arranque em subida e controlo em descida. Em termos estéticos o Trax tem a frente do Chevrolet Cruze.



A plataforma, equipamento e motores do Chevrolet Trax são partilhados com o Opel Mokka. A motorização a gasolina 1.4 vem com tracção às quatro rodas e a transmissão é automática com seis velocidades. Por sua vez a versão diesel 1.7 pode vir com tracção às duas ou às quatro rodas e a caixa pode ser manual ou automática de seis velocidades.

O bloco a gasolina com turbo é bastante mais suave e silencioso que o bloco a diesel. O binário está logo disponível às 1850rpm indo até às 4900rpm enquanto o diesel é preciso esperar pelas 2000rpm e indo apenas às 2500rpm. A vantagaem do modelo diesel é mesmo o consumo. Ambos vêm com sistema start-stop. Se a caixa for manual um indicador aconselha a alteração de mudanças para poupar combustível.



Quanto a equipamento o Trax disponibiliza dois níveis: o LS e o LT. O nível de entrada LS vem bem equipado. Trás cruise control, airbags frontais, laterais, de cortina, sinal de colocação de cinto, sensores de pressão dos pneus, alarme, sistema Isofix, vidros eléctricos à frente, sensores de luminosidade, sensores de estacionamento traseiro, comandos no volante, rádio cd/mp3 com ligação bluetooth, usb e aux, vidros traseiros escurecidos, faróis nevoeiro, ar condicionado, jantes de liga leve 16'' e tomada 230v.

O outro nível (LT) adiciona jantes de liga leve 18'', vidros eléctricos atrás, bússola, estofos mistos em tecido e pele, câmara de estacionamento traseiro, protecções na base em alumínio, sistema infotenimento MyLink que permite usar a voz para activar certas funções. De referir ainda que é possível ter acesso a 70 mil estações de rádio de todo o mundo. O ecrã de 7'' da consola central é táctil e permite aceder a diversas informações da viatura.

Concorrentes
Nissan Juke
Renault Capture
Peugeot 2008
Skoda Yeti

Modelos a gasolina
1.4 Turbo 4x4 (140cv): 194km/h; 6,4L/100km; 149g/km; 25.950€

Modelos a diesel
1.7D 4x2 (130cv): 186km/h; 4,5L/100km; 120g/km; 23.990€
1.7D 4x4 (130cv): 183km/h; 4,9L/100km; 129g/km; 28.150€

Chevrolet Aveo II Bi-Fuel GPL/gasolina (2013)



A Chevrolet já tem no mercado o modelo Aveo na versão bi-fuel (gasolina e GPL). Depois de aprovada a nova lei que permite o estacionamento de veículos a GPL abaixo do solo, a marca americana disponibilizou uma versão que tanto pode funcionar a GPL como a gasolina. O preço arranca no 9.900€.

O sistema de bi-fuel vem instalado de série. A segunda geração do Aveo obteve a nota máxima nos teste do Euroncap, sendo mesmo o melhor no seu segmento. A utilização do GPL permite reduzir os custos de utilização na ordem dos 30 a 40% (incluindo o combustível). Contribui e muito para poupar no consumo.

A Chevrolet oferece uma garantia de 3 anos ou 100.000 km que assegura a total fiabilidade da instalação do sistema bi-fuel. Possui intervalos de manutenção iguais aos das versões mono-fuel a gasolina. Actualmente existem em Portugal mais de 270 postos disponíveis com GPL. O Chevrolet Aveo bi-fuel trás de série uma lista de equipamento que inclui o sistema Hill Holder (assistência ao arranque em subidas) ou ligações multimedia.

Chevrolet Cruze domina por completo o WTCC

O britânico Rob Huff assegurou o título de campeão de WTCC na última prova, em Macau. O Chevrolet Cruze não tem encontrado concorrentes à altura e domina por completo a competição. Nem BMW ou Seat conseguem fazer frente a este imbatível Cruze. Pelo terceiro ano consecutivo a Chevrolet volta a ganhar ambos os títulos de pilotos e de construtores.

Chevrolet Cruze Station Wagon 1.7 vcdi (2012)

"Fiel à sua política de vender automóveis a preços realistas, a Chevrolet propõe uma carrinha que, no seu conjunto, tem argumentos convincentes. Há poucos dias, a responsável de uma marca queixava-se de andar sempre em contracíclo. Na época em que se vendiam automóveis em Portugal a bom ritmo não tinha uma gama atraente. Agora, dispõe das melhores propostas de sempre, mas os portugueses não compram. Provavelmente, a Chevrolet lamentará o mesmo. Para além de uma gama variada, passou a propor recentemente um produto muito apreciado por cá - uma carrinha média-, que corre o risco de não ser popular quanto o seu potencial permite. E não será por culpa própria, mas apenas e só do clima económico.
Há quem opte por carrinhas por estas serem, muitas vezes, mais bonitas do que os carros que lhe deram origem. Ora, se o Cruze já tinha caído no goto dos portugueses, o principal estava feito. No restante, a secção traseira, a Chevrolet não arriscou, optou por linhas clássicas e o conjunto resulta equilibrado e agradável ao olhar.
Por dentro, há coisas que explicam como é que a Chevrolet consegue ter um dos melhores - se não o melhor -, precário adaptado ao mercado português. No tablier não há superfícies moles, como é cânone no segmento, os plásticos são todos rijos e os pilares do pára-brisas (A) são forrados a plástico e não a tecido como em alguns rivais.

Em vez desses revestimentos moles, a Chevrolet colocou tecido em algumas zonas. Já o computador de bordo tem um grafismo tão básico que faz lembrar os jogos de computadores ZX Spectrum. Mas nada disto impediu a Chevrolet de obter um interior agradável ao olhar. Já o computador inclui funções pouco comuns como a tensão da bateria ou o registo dos últimos consumos por períodos de 5km.
O motor 1.7 turbodiesel já tem um longo historial, com vários níveis de potências e evoluções tecnológicas, ao serviço da GM. Mas a sua aplicação no Cruze é, sem dúvida, a melhor de que temos memória. Desde logo por ter uma resposta correcta para esta carrinha, adequada ao transporte de uma família e respectiva bagageira. Além disso, está bem insonorizado e funciona com suavidade.

No entanto, evidencia alguma tendência para ir abaixo nos arranques. Outro aspecto menos agradável foi a média conseguida neste: cerca de 7 litros. Mas tendo em conta que o mesmo foi realizado durante os primeiros 700km de vida desta unidade, por certo que haverá margem de progressão. Até porque a Chevrolet já está em sintonia com as actuais preocupações de baixar consumos e emissões, dotando o Cruze de indicação de mudança mais correcta a engrenar e de Star&Stop (desliga o motor durante as paragens e volta a ligar no momento de arrancar).
Na generalidade, esta carrinha Cruze é agradável de conduzir. Quando se exagera em curva, a frente tende a alargar a trajectória, mesmo em piso seco. Se a aceleração for ainda mais pronunciada, é possível fazer escorregar um pouco a traseira. Reacções que não se verificam em condução normal e não chegam a colocar o condutor em apuros, uma vez que as ajudas electrónicas estão lá para evitar que a diversão se transforme em susto.

Em curvas pronunciadas, a carroçaria tem tendência para adornar e, em auto-estrada, por exemplo, notam-se algumas oscilações desta sobre as rodas. Não sendo nada de preocupante para um veículo familiar, não se coaduna com uma marca que exibe um orgulhoso autocolante no vidro traseiro a lembrar que foi campeã de construtores por duas vezes (2010 e 2011) no Mundial de Carros de Turismo.
A Chevrolet pede 23.950 euros por esta versão LTZ, a mais equipada (e bem recheada). Por algum equipamento a menos, a variante LT custa menos mil euros. Valores competitivos e que honram a value for money que a Chevrolet gosta de apregoar.

Luz de filtro de partículas acende-se em modelos novos

Ter um carro novo e ver uma luzinha a acender no painel de instrumentos pode ser assustador. Por isso, para evitar preocupações desnecessárias, a Chevrolet fez um panfleto a aconselhar uma consulta do livro de instruções no caso de a luz do filtro de partículas se iluminar, sinal de que este precisa de ser limpo. Para obstar ao problema, o livro recomenda conduzir durante cerca de 15 minutos acima dos 50km/h e acrescenta que a "limpeza é mais rápida a velocidade e cargas de motor elevadas".

Prós e contras
+ Motor, bagageira, equipamento, preço
- Espaço atrás, consumos acima do esperado, algumas poupanças, ausência de leitor de CD

Mecânica
Motor: diesel, dianteiro, 4 cilindros em linha, 1686cc, 16 válvulas
Tracção: dianteira
Alimentação: injecção directa, por conduta comum, com turbo
Potência: 130cv às 4000 rpm
Binário: 300 Nm entre as 2000 e as 2500 rpm
Caixa: manual de 6 velocidades

Dimensões
Comprimento: 4675 mm
Largura: 1797 mm
Altura: 1521 mm
Peso: 1475 kg
Mala: 500 L
Depósito: 60 L

Prestações
Velocidade máxima: 200 km/h
Aceleração 0-100 km/h: 10,4 s

Consumos
Combinado: 4,5 L/100km
Emissões CO2: 119g/km

Preço
23.950 euros"



fonte: público, outubro 2012

Chevrolet Corvette C7, teaser (2014)



General Motors apresentou o primeiro teaser do Chevrolet Corvette C7 a sair no final de 2013, princípio de 2014 e que será alimentado por um motor V8 de 5.5 litros.

Chevrolet Volt (2012)

O novo Chevrolet Volt é um carro futurista, fazendo lembrar o estilo de design do Honda Civic. Marca a entrada da GM no mundo dos carros eléctricos. Este carro, ao contrário dos 100% eléctricos, tem um motor de combustão como extensor de autonomia que permite percorrer 500km.

"Poderia ser apenas mais um carro eléctrico. Mas o Volt chegou com ambições mais elevadas: tornar os eléctricos numa verdadeira opção, alargando a autonomia até 500 km graças a um extensor a gasolina. Algo que faz com agilidade e sem ruído. Pelo menos fora do pára-arranca.
Liga-se o carro e ouve-se um som que parece saído de um filme de ficção científica. Depois, nada. O silêncio é a nota dominante do Volt da Chevrolet, que marcou uma das primeiras incursões da General Motors no segmento dos eléctricos. Mas o Volt não é apenas um eléctrico: embora todo o seu funcionamento se baseie neste modo - mesmo quando a sua bateria acusa o descarregamento, a unidade eléctrica continua a funcionar -, beneficia de um motor gerador, a gasolina, que lhe garante autonomia até aos 500 km.

E o consumo de combustível costuma manter-se dentro de níveis aceitáveis para um modelo deste tamanho. Razões que levaram a que o sistema de extensão de autonomia, que também equipa o Opel Ampera, tenha sido recentemente eleito Motor Verde do Ano (Chevrolet Volt e Opel Ampera foram também eleitos, em conjunto, Carro do Ano internacional).
Há, aliás, qualquer coisa de viciante nesta coisa de ir observando consumos - no caso, dir-se-ia antes não consumos. E tentando quebrar recordes. Nem é difícil. Com as baterias carregadas, representadas pelo desenho de uma pilha com carga verde; depressa se compreende como a inércia funciona a nosso favor. Desacelerar e travar torna-se quase uma obsessão. É que, de cada vez que se opta por uma daquelas acções, vê-se a pilha a recarregar. E os quilómetros de autonomia verde a subirem. 67. Foi esse o máximo conseguido - a marca avança com uma autonomia eléctrica garantida de 56 km (a versão de 2013 chegará com 61 km).

Ainda que, depois de esgotada a pilha e iniciado o uso do modo de combustão, de vez em quando o sistema volte a disponibilizar alguma energia acumulada (pouca, mas o ecrã a verde torna-se sempre mote para alguma animação). "Olha, olha! Está outra vez em eléctrico." E é aí que se redobram cuidados.
A verdade é que o carro, em modo eléctrico, é tão, mas tão silencioso que depressa se percebe como os outros veículos em circulação não dão por ele. "Mas donde é que este saiu?", parecem perguntar ao verem-se ultrapassados. Mas não há regra sem excepção. E esta sente-se, sobretudo, no pára-arranca citadino, sempre que o motor de combustão interna é chamado a alimentar a bateria. Nessas situações, o ruído invade o habitáculo. O que, depois de habituados ao silêncio, deixa um travo amargo.

O certo é que, com ou sem barulho, por onde quer que passa chama a atenção, atraindo olhares nada discretos e várias interpelações de estranhos, curiosos por este novo sistema: "Aguenta mesmo 500 km?". Em andamento também não é raro sentirmo-nos observados. Não é que este Volt seja uma máquina de velocidade: não vai além dos 160 km/h. Mas o poder de aceleração - dos 0 aos 100 km/h em 9s - aliado ao facto de revelar um binário instantâneo do propulsor eléctrico de 370 Nm, permite colocar-se entre os mais ágeis. Mais ainda quando os ventos cruzados atrapalham os veículos mais altos, enquanto o Volt passa ileso.
Para mais, o seu desempenho ajusta-se a diferentes modos: económico em modo normal, agressivo em modo desportivo, possante em modo montanha ou inteligente em Hold. Este último permite não usar a carga eléctrica, poupando-a para ser utilizada em determinadas circunstâncias - no nosso caso.

Verificados os desempenhos, o conforto não se deixa ficar atrás. Com estofos em pele e consola central assim como acabamentos das portas em lacado (em branco, contrastando de forma elegante com o preto das peles ou da carroçaria), o carro é cómodo ao corpo e agradável ao toque. Depois há espaço. Para esticar as pernas, para esticar braços (apesar de os mais altos baterem com a cabeça no tecto, atrás). O que se torna mais importante quando se opta por longas distâncias. Já a bagageira vê-se reduzida pela inclusão das baterias. Não permite carregar nada de grandes dimensões, mas ainda assim serve para transportar a bagagem de fim-de-semana dos quatro passageiros (com os bancos rebatidos a capacidade de carga chega aos mil litros).

Prós e contras
+ economia, conforto, equipamento, aparência exterior e interior
- tempo de carregamento das baterias, painel demasiado sensível ao toque, ruído do motor de combustão, preço

Mecânica
Motor eléctrico: 16 kWh
Potência do motor eléctrico: 150cv
Binário do motor eléctrico: 370 Nm
Bateria do motor eléctrico: Iões de Iítio
Tempo de carregamento do motor eléctrico: 4h em tomada de 230v; 8 a 10h em tomadas de 220v (domésticas)
Motor de combustão (extensão de autonomia): gasolina, dianteiro, 4 cilindros em linha,1398cc, 16 válvulas
Potência do motor de combustão: 86cv às 4800 rpm
Binário do motor de combustão: 130 Nm às 4250 rpm
Alimentaçáo: Unidade de comando eléctrica
Tracção: dianteira

Dimensões
Comprimento: 449,8 cm
Largura: 212,6 cm
Altura: 143,9 cm
Distância entre eixos: 268,5 cm
Peso: 1732 kg
Pneus: 215/55 R17
Capacidade depósito: 35,3 litros
Capacidade mala: 310 litros (1005 com bancos rebatidos)

Prestações
Veloc. Máxima: 160 km/h
Aceleraçáo 0 a 100 km/h: 9s

Consumos
Consumo misto: 1,2 litros/100 km
Emissões CO2: 27 g/km

Preço
a partir de 41.9508"

fonte: público, agosto 2012
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