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O "facelift" do logo da Alfa Romeo (2015)




O logo da Alfa Romeo sofreu um ligeiro "facelift" em 2015. A última actualização tinha sido em 1982 com a colocação de dourado nos contornos das formas. Há dois anos o logo foi actualizado assumindo um carácter mais moderno. Desapareceu a linha vertical ao centro a dividir o escudo. O fundo passou a ser único e cromado texturado. A cobra foi simplificada com menos ondulações. A língua e coroa são agora em cromado. O lettring foi revisto com letras mais largas e estilizadas. O dourado desaparece e dá lugar ao cromado.


Os logos com cores sofrem todos do mesmo problema: as cores descascam facilmente com as intempéries. Por isso compreende-se a substituição do dourado pelo cromado que é um acabamento (quase) eterno. Ficam só três cores: azul (moldura), verde (cobra) e vermelho (cruz). O design desta nova versão foi executada pelo estúdio Robilant Associati.

A Alfa, iniciais de Anonima Lombarda Fabbrica Automobili, é uma marca fabricante de automóveis italiana fundada em 1910. Esteve envolvida em provas de corrida logo em 1911. Posteriormente foi comprada pela Fiat e ainda hoje se mantém no grupo.

Veja aqui a evolução histórica do logo desde o início até hoje.

Alpine Vision Concept, um reinterpretação do clássico dos anos 70 (2017)




O Renault Alpine dos anos 70 foi um modelo icónico e que faz parte das lendas da história dos ralys. Agora surgiu um moderno concept car inspirado nesse clássico. Trata-se do Alpine Vision Concept. Este modelo foi apresentado em 2016 mas ainda não conheceu a linha de produção. Pode ser que veja a luz do dia ainda este ano. A Alpine foi uma divisão da Renault especializada na produção de veículos desportivos, tal como a M está para a BMW. Em 1995 a Alpine parou a actividade, tendo sido criada, em sua substituição, a Renault Sport. O Vision Concept é uma tentativa de voltar a reerguer das cinzas a Alpine.

A apresentação do Alpine Vision Concept tem como objectivo fazer renascer a marca Alpine no actual grupo Renault, da qual faz parte a Nissan. A Renault Sport continuará a existir e o plano passa por produzir uma série de veículos com a marca Alpine. Um pouco aquilo que a Citroën fez ao criar a marca DS. Pode-se dizer que o Alpine Vision Concept é um modelo retro bem conseguido, fiel ao modelo original mas com um toque de personalidade inovador e moderno, sem parecer uma cópia básica.





A silhueta mergulhante e de linhas suaves e curvas é uma imagem de marca. A traseira é recortada tal como o original. A frente apresenta ópticas amendoadas e no nariz do pára-choques são integrados dois farolins circulares, a lembrar as luzes de nevoeiro amarelas do modelo original. De realçar aqui o alto relevo no centro do capôt. Na traseira as ópticas assumem a forma de tiras horizontais recortadas no interior, formando um dente. Aqui um pouco um dejavú das ópticas da Audi. O óculo traseiro em vidro curvo de peça única mantém-se.





Segundo dados da marca o motor que equipará o Alpine Vision Concept é montado ao centro e terá quatro cilindros, 1.6L e auxiliado por um turbo, que já é usado no Renault Clio RS Sport e no Nissan Juke NISMO. A potência será entre 250 e 300cv. A transmissão será automática de sete relações, o que é uma pena já que este tipo de carros com centro de gravidade ao meio pede uma caixa manual. A carroçaria será bastante leve mas a estrutura não será em fibra de carbono. O painel de instrumentos digital revela-se bastante futurista onde predominam elementos a azul e ainda uma tira na consola central com as cores da França.





O desenvolvimento do Alpine Vision Concept arrancou numa parceria com a britânica Caterham mas a partir de 2014 a Renault assumiu o controlo total do projecto. Os rivais deste modelo francês poderão ser Porsche Boxster, Porsche Cayman ou ainda o Alfa Romeo 4C. O mercado europeu é o grande objectivo mas os EUA também entram nos planos da nova Alpine.





























Francesa Peugeot pretende "adquirir" alemã Opel?




O Financial Times noticia que a marca francesa Peugeot está a estudar a possibilidade de adquirir a alemã Opel, a divisão europeia da americana GM. Actualmente a PSA Peugeot Citroën é presidida pelo português Carlos Tavares e o resultado seria, na prática, uma fusão entre Peugeot, Citroën e Opel. As duas marcas francesas já partilham muitos componentes. A junção implicará uma revisão de todos os modelos da Opel.

O grupo PSA é o terceiro maior fabricante de automóveis na Europa, atrás dos grupos VW e Renault. Na base desta decisão poderá estar o bom relacionamento adquirido no passado através de uma parceria efectuada entre a PSA e a Opel em modelos SUV e veículos comerciais. No entanto, uma vez que o Estado Francês detém parte da PSA fruto de uma reestruturação financeira que sucedeu não há muito tempo, a intenção de compra terá de ser validada pelas autoridades de concorrência europeias.

Peugeot e Opel, um passado comum

Curioso é mesmo a história destas duas marcas. A alemã Opel começou por ser um fabricante de máquinas de costura. Em 1886 passou a produzir bicicletas. E em 1899 é que se dedicou à produção de automóveis. Pertence à americana GM desde 1929. Já a francesa Peugeot começou no ramo alimentício em 1842. Posteriormente dedicaram-se à produção de armações para vestidos e guarda-chuvas. Tal como a Opel, a Peugeot passou por uma fase em que também produziu bicicletas. Somente em 1889 é que a marca do leão produziu o primeiro automóvel.

Voiture Minimum, o carro projectado por Le Corbusier em 1936



Sabe quem foi Le Corbusier? Um famoso e carismático arquitecto, filho de um relojoeiro suíço, e que marcou a era da arquitectura modernista. Le Corbusier era o nome de artista adoptado pelo autor dos projectos de inúmeros edifícios famosos. Na realidade o seu nome era Charles-Édouard Jeanneret. Para além de edifícios este arquitecto também idealizou e desenhou objectos como cadeiras, sendo a chaise longue o modelo mais popular. E construiu, inclusive, o protótipo de um veículo motorizado de quatro rodas denominado Voiture Minimum, ou seja viatura mínima.

O seu desenho é bastante bidimensional e básico. A traseira apresenta-se como um suave prolongamento do tejadilho em forma de semi-círculo, um pouco à imagem do Volkswagen Carocha ou do Citroën 2cv. A frente é cortada de forma brusca seguindo as linhas do pára-brisas e os guarda lamas das rodas sobressaem da volumetria. Possui um enorme farolim ao centro e luzes de presença de cada lado. O tejadilho em lona é móvel, podendo abrir-se para trás como uma simples prancha de correr. No entanto quando aberto o óculo traseiro fica tapado dificultando a visibilidade atrás, a mostrar que o protótipo necessitaria de ajustes funcionais. Corbusier era um adepto de terraços e de sol nos seus edifícios por isso a ideia de abrir um vão no tejadilho da Voiture Minimum para deixar entrar luz foi uma ideia inovadora transposta da arquitectura para o automóvel.





Os puxadores junto às cavas das rodas frontais indiciam que as portas são suicidas ou seja abrem para a frente. O corte longitudinal e a vista interior mostram uma lotação de seis passageiros, três à frente e três atrás. Um feito único na altura para um veículo familiar relativamente compacto. A posição do condutor é ao centro, um coisa invulgar. Na lateral uma porta em forma de círculo sugere uma abertura para os lugares traseiro inspirada em tampas de enroscar, uma solução bastante original mas pouco ergonómica.





Com a ausência de capôt na frente conclui-se que o motor seria montado atrás. O grande calcanhar de Aquiles deste modelo é a ausência de bagageira. Corbusier tentou convencer várias marcas automóveis a produzirem o Voiture Minimum, especialmente a Fiat, mas com a chegada da Segunda Guerra Mundial a ideia foi posta de lado. Curiosamente um esboço de uma segunda versão mostra já a preocupação de colocar uma bagageira na frente.





Apesar de nunca ter sido fabricado é muito provável que o protótipo Voiture Minimum tenha inspirado modelos que surgiram na mesma altura. Le Corbusier fez, inclusive, o esboço de uma segunda versão e é bastante curioso como este desenho se assemelha com o VW Carocha que também apareceu precisamente em 1936 pela caneta do engenheiro austríaco Ferdinand Porsche.





Porsche, usou um desenho de perfil muito parecido quando projectou o Carocha e mais tarde nos Porsches e que se mantêm intacto até hoje. Veja as semelhanças entre a segunda versão do Voiture Minimum com outros modelos que foram fabricados.



BMW comemora 100 anos de história (2016)



A BMW (Bayerische Motoren Werke) nasceu há 100 anos, ou seja em 1916. Mas antes de chegar aos automóveis começou por ser uma marca ligada à aviação através do fabrico de motores para aeronaves.

A empresa alemã tornou-se mesmo na marca escolhida pela Força Aéra Alemã para o fornecimento de propulsores. Está, por isso, estritamente ligada às Guerras Mundiais.

Em 1923 a marca alemã inicia uma nova fase ao fabricar o primeiro motociclo. Por volta de 1928 o grupo adquire a Fahrzeugfabrik Eisenach, uma empresa fabricante de veículos motorizados com quatro rodas e dá o primeiro passo para entrar na indústria automóvel.




O fim da guerra trouxe um período de incerteza para a marca e dificuldades financeiras acrescidas devido à destruição de fábricas e a proibição de produção de modelos. Só em 1948 é que a marca alemã consegue voltar à produção de motorizadas.





E apenas em 1952 consegue retomar o fabrico de automóveis através do lançamento do 501. Mais tarde surge o 507, um roadster destinado ao mercado americano e desenhado por Albrecht von Goertz. É o primeiro BMW a exibir as guelras de tubarão na lateral, mas o seu preço de fabrico demasiado elevado só permitiu construir 252 modelos.




Italianos "resgatam" a BMW com o Isetta

Durante este período a BMW ainda atravessava dificuldades. E surge então o Isetta, de Itália, para "salvar" a BMW. O icónico Isetta, também apelidado de "ovo", era um veículo supercompacto equivalente ao actual Smart Fortwo e que resultou da parceria entre italianos, que forneciam a carroçaria, enquanto a BMW fornecia os motores com origem em motorizadas.

O sucesso deste pequeno modelo permitiu à BMW equilibrar as suas contas e reerguer-se. O passo seguinte foi o lançamento um veículo maior para toda a família e integralmente fabricado na Alemanha, o 1500. Uma vez ganha a autonomia e independência, a BMW lança novos modelos e conquista finalmente um espaço importante na indústria automóvel. E o resto da história é aquilo que conhecemos hoje.




De onde vem a icónica grelha de duplo rim?

A principal imagem de marca da BMW é a sua grelha frontal com duplo rim, ou dupla narina. A sua origem remonta aos veículos mais antigos que exibiam na parte da frente da caixa do motor uma grelha proeminente mas dividida ao meio. O seu desenho era meramente funcional. Mas a partir daí a grelha passou a ser menos funcional e mais estilizada, ou seja uma reminiscência como imagem de marca que perdura até hoje.




E a origem do logotipo?

O círculo exterior em negro vem de uma das marcas fundadoras do grupo e o seu interior acabou por ser substituído pelas cores da bandeira alemã da Baviera - o azul e branco. Há quem defenda que o centro dividido em quatro a azul e branco seja a representação da hélice de um aeroplano em movimento, uma reminiscência da origem da marca como fabricante de motores para aviões.

BMW 2002 Hommage concept, um tributo ao clássico BMW 2002 (2016)



A BMW mostrou o 2002 Hommage concept, um modelo revivalista que homenageia o icónico modelo clássico BMW 2002 Turbo que comemora 50 anos de existência. Trata-se de um modelo de linhas ousadas e experimentais que invocam uma lenda da marca alemã. Um pouco à semelhança do que já fizeram outras marcas como a Fiat com o 500 ou a Volkswagen com o Beetle.

Mas neste caso é diferente já que a BMW foi mais longe e não fez uma mera interpretação contemporânea do clássico. Pode-se ver aqui e ali algumas reminiscências estéticas mas o modelo tem uma entidade diferente do primeiro 2002.
É também um exercício estético que, quiçá, procura a opinião do público e desvendar linhas capazes de incorporarem futuros modelos da marca alemã.



O BMW 2002 Turbo é um modelo bastante importante na história da marca alemã. Foi um coupé compacto que tinha a inovação de dispôr de um bloco a gasolina auxiliado por um turbo, daí a designação 2002 Turbo, e que ajudou a marca a tornar-se naquilo que hoje é, ou seja, pioneira nas motorizações. Foi mesmo o primeiro modelo produzido em série na Europa com a tecnologia turbo, há precisamente 50 anos, daí a sua imagem de vanguarda.

O 2002 Hommage concept é uma magnífica forma de prestar a devida homenagem a um modelo a quem a BMW deve muito, mas é mais do que isso. Karim Habib, coordenador de design dos automóveis da BMW, refere que o novo concept incorpora em simultâneo o passado e o futuro da BMW. O prazer de condução mantêm-se inalterado e refinado neste concept. O novo modelo apresenta, claramente, um design mais dinâmico e agressivo com uma silhueta desportiva a fazer lembrar o Série 1 Coupé.



O novo 2002 tem algumas parecenças com o modelo clássico. Por exemplo a sua frente com nariz de tubarão, a grelha em forma boca horizontal recuada formando um sensual jogo de sombras, o spoiler inferior no pára-choques frontal, o aileron traseiro, a localização do logotipo na traseira ou a linha de cintura que percorre toda a carroçaria em material carbono, em vez do cromado. Mas também é possível ver alguns pormenores inovadores como o puxador das portas dissimulado num baixo relevo executado na carroçaria, que apresenta linhas bastante esculpidas e musculadas.

Os apoios aerodinâmicos à frente e atrás permitem aumentar o downforce, fazendo com que o 2002 Hommage concept circule bem colado ao asfalto dando bastante estabilidade e prazer de condução a altas velocidades. A cor de pintura da carroçaria é feita num azul claro Space Race Metal a imitar metal líquido com partes a brilhante e outras em mate. Consoante o ângulo de incidência solar o tom da cor pode alternar entre o azul e o cinza. As rodas calçam umas avantajadas jantes de liga leve bi-color com 20'' feitas através da sobreposição de dois layers de cinco raios.



É possível ver pormenores em dourado nos reflectores das ópticas frontais, a invocar as ópticas amarelas dos carros desportivos da altura, e ainda nas pastilhas dos travões dando um ar vintage. Tem várias decorações na carroçaria com a designação M a vermelho e azul. Tal como o primeiro 2002 dispõe de ópticas frontais únicas em cada lado. Nesta altura a BMW ainda não usava o característico duplo olho que hoje predomina nos modelos da marca. Os piscas são separados das ópticas e localizados junto à linha de cintura, tal como o modelo original.

Hoje a tecnologia turbo está vulgarizada mas a BMW fez questão de colocar o lettring "turbo" em cromado na grelha frontal para homenagear o primeiro modelo. O spoiler inferior tem um decalque com a designação "turbo" mas espelhado, a imitar o modelo original, para ser lido para quem segue a circular à frente do 2002 Hommage concept ao olhar para o espelho retrovisor. Destaque para o desenho inovador dos espelhos retrovisores com duplo braço.



Atrás o modelo clássico dispunha de um puxador do portão traseiro ao centro e, como na altura ainda não existiam puxadores dissimulados, o logotipo surge localizado no lado direito da matrícula. No 2002 Hommage concept a BMW fez questão de manter o logotipo descentrado mas o puxador é escondido no baixo relevo da carroçaria junto à iluminação da matrícula. As ópticas traseiras do novo concept apresentam um aspecto opaco fumado que se diluem com a linha de cintura de carbono preto e só é possível ver o layout das luzes quando são acesas.

O difusor traseiro a negro com dupla ponteira de escape cromada completa o visual deste novo modelo. Em suma uma interpretação do clássico 2002 mas com ar mais agressivo e dinâmico que pisca o olho aos futuros modelos da marca. Quanto ao motor que equipa este concept deverá ser o 3.0 TwinTurbo, o mesmo que equipa o M2 e debita 370cv com um torque de 465 Nm.



Veja o vídeo do novo BMW 2002 Hommage:

Lamborghini Miura comemora 50 anos de idade



O icónico Lamborghini Miura comemora em 2016 os 50 anos de existência. Trata-se de um modelo super-desportivo produzido pela marca italiana entre 1967 e 1973, mas foi em 1966 que o modelo desportivo foi apresentado pela primeira vez.

Para celebrar o aniversário do Miura os proprietários deste superdesportivo podem candidatar-se a uma viagem de condução em Itália a decorrer em Junho, bastando para isso preencher os dados pessoais no site da Lamborghini.
Arranca na fábrica em Itália, onde foi desenhado, e o percurso passa por zonas renascentistas como Florença ou Toscânia. Uma viagem romântica especialmente dedicada para celebrar os 50 anos do superdesportivo Miura.



O Miura foi um carro que conseguiu mudar o conceito de veículo desportivo. Tinha um motor central V12 de 3.929cc e 350cv, o que lhe dava um centro de gravidade equilibrado. O seu design único foi concebido por Marcello Gandini da empresa Bertone, razão pela qual o modelo ostenta o logotipo da Bertone. As ópticas com pestanas, o óculo traseiro com sombreamento em lamelas e o recorte atrás são imagens de marca do Miura que marcou uma era.



Por seu lado Gian Paolo Dallara foi o engenheiro chefe que idealizou o motor e o chassis do Miura em aço monobloco na zona do cockpit e estrutura em malha de aço à frente e atrás. Embora sendo diferente o propulsor foi inspirado no motor do Ford GT40.



A tracção do Miura era feita às rodas traseiras e tinha uma caixa manual de cinco velocidades. Pesava apenas 970kg. Um aspecto curioso da carroçaria era o facto de ter poucas linhas de recorte. O capôt e portão traseiro são peças únicas que integram pára-choques e cavas das rodas.



Na altura do lançamento do Miura o dono da marca italiana na altura, Ferruccio Lamborghini, mostrou-se céptico na passagem à produção em larga escala. Por isso foram produzidos apenas 275 exemplares. Uma versão de 370cv surgiu mais tarde com a insígnia Miura S.



Há 10 anos, ou seja em 2006 altura em que a Lamborghini já fazia parte do grupo Volkswagen, o designer Walter de Silva idealizou um modelo revivalista para comemorar os 40 anos de existência do modelo. Mas acabou por ser apenas um concept car que não chegou a ver a linha de produção.





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