Mostrar mensagens com a etiqueta ferrari. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ferrari. Mostrar todas as mensagens

Grupo Fiat Chrysler vai vender as jóias Alfa Romeo e Maserati? (2017)



Precisamente em Janeiro deste ano será completada a separação da Ferrari do grupo Fiat Chrysler Automobiles (FCA), que resultou da fusão entre a Fiat e a Chrysler. Agora, segundo divulgação da Forbes, fala-se que Maserati e Alfa Romeo também poderão sair da esfera do mermo grupo.

A dívida do grupo italo-americano é de 7 mil milhões de dólares, pelo que a venda da Maserati e Alfa Romeo poderia ajudar a equilibrar as contas financeiras. Aqui há uns anos falou-se na possibilidade da Volkswagen comprar a Alfa Romeo, mas o recente escândalo das emissões e a multa enorme que o grupo alemão terá de pagar aos EUA inviabilizam esta possibilidade actualmente.

Apesar da Alfa Romeo ter "rejuvenescido" com modelos revivalistas, isto depois de alguns anos em quase esquecimento, existe a necessidade de alívio financeiro na casa mãe. O desempenho do grupo tem mostrado recuperação devido a um plano de contenção de despesa. Por exemplo os resultados da Maserati mais do que triplicaram no ano passado.

Ferrari F80 concept, um novo estilo (2016)



Este é o Ferrari F80, um concept car da marca italiana de superdesportivos. E a palavra para classificar este modelo de motorização híbrida só pode ser uma: bizarro.
É um exercício de puro experimentalismo formal concebido e imaginado pelo designer italiano Adriano Raeli.
O F80 poderá dar pistas sobre o futuro sucessor do LaFerrari, também um veículo híbrido.



Trata-se de um concept bastante desfragmentado e inspirado em vários modelos de competição. Por isso mesmo pode estar algo desfazado com a realidade do dia-a-dia. No entanto trata-se de um estudo mais estético do que prático onde se deram largas à imaginação. Muito provavelmente se o F80 vir a luz do dia terá de sofrer algumas alterações formais. Só para dar um exemplo não se vislumbra local para colocação de matrícula.



A frente proeminente com um nariz em forma de tubarão apresenta dois difusores bastante avantajados com uma cunha invertida ao centro. A ideia é oferece o mínimo de resistência ao vento. A tampa do capôt assume uma forma independente do difusor como se fossem dois lábios a tocarem-se. Ah, não existe o tradicional pára-choques. Quanto às ópticas têm a forma de bico de pato feita de duas lâminas cromadas e uma moldura em forma de olho onde se localizam as luzes.



O modelo é, como se referiu, bastante fragmentado feito de muitas peças independentes separadas da carroçaria, fixas em pequenos pontos, o que dá uma certa imagem de fragilidade, colocando em causa a durabilidade no que toca à solidez do conjunto. E o que será lavar o F80? Não deve ser uma tarefa fácil com a sujidade a acumular-se nas muitas reentrâncias existentes. Ou seja a estética do F80 assemelha-se a um esqueleto à vista, muito próprio de modelos de competição onde se procura reduzir o peso ao mínimo de modo a tirar o máximo proveito da aerodinâmica.



Basta ver na lateral as bolsas de entrada de ar à imagem dos bólides de de Fórmula 1 e o apêndice em forma de barbatana de tubarão junto à porta procura, talvez, direccionar o fluxo de ar. Refira-se o pára-brisas alongado que se prolonga até ao tecto, tudo numa peça única. Chegando até às rodas traseiras, os guarda-lamas são amarrados à carroçaria através de uma fina lâmina que deixa passar o ar por baixo.



A traseira já possui uma linguagem mais familiar e consensual com as tradicionais ópticas circulares em alto relevo que se destacam da carroçaria como dois olhos de um camaleão. O aileron traseiro horizontal une as duas ópticas e serve para agarrar o F80 à estrada sem levantar voo. Também aqui, à imagem da frente, existem dois grandes difusores e ao centro nova cunha, mas cromada onde se localizará, muito provavelmente o escape.



Saliente-se ainda os retrovisores colocados no topo do tejadilho como se fossem as orelhas do cavalinho. As jantes de cinco raios em forma de folha não se tocam no centro dando um efeito de ligeireza. O F80 seria movido por um bloco de combustão V8 Ferrari biturbo de 900 cv complementado por um sistema de potência adicional KERS, o que totaliza 1.200cv. O seu peso não vai além de 800Kg, o que se traduz em performances excepcionais. Atinge os 100km/h em apenas 2,2s e a velocidade de ponta é de 498 Km/h. Obviamente mais talhado para andar em pistas fechadas do que em circuitos urbanos, ou então para guardar na garagem nem que seja só para, de vez em quando, observar as suas linhas dinâmicas.



Veja o vídeo de uma simulação virtual do protótipo em andamento:

Fiat mais perto de largar a Ferrari (2015)



A Ferrari prepara-se para arrancar na bolsa de Nova Iorque ficando mais perto de se separar do actual grupo Fiat Chrysler. Foi em 1969 que a Fiat adquiriu metade da Ferrari mas agora a marca do cavalinho rampante prepara-se para caminhar sozinha. É uma operação de risco para a Ferrari já que caso entre em dificuldades financeiras deixa de ter o apoio da Fiat. A falta de sucesso na Fórmula 1 é um aviso. E o facto de ter perdido o lugar para a Lego como marca mais rentável é outro sinal. A grande fatia das receitas desta operação irá para a Fiat Chrysler.

Passados dois anos Ferrari volta às vitórias (2015)



A Ferrari voltou às vitórias na Fórmula 1 no grande prémio da Malásia depois do último triunfo ter sido alcançado em 2013. O piloto alemão Vettel foi o grande protagonista ao tirar a marca italiana de um longo jejum.

Será que a Ferrari finalmente conseguiu encontrar um carro, um motor e um piloto adaptáveis às novas regras que entraram em vigor na época passada? O futuro o dirá. No entanto este poderá ser um bom pronúncio para uma época mais competitiva já que o ano passado a Mercedes dominou por completo um campeonato algo aborrecido.

O triunfo serve de incentivo às outras marcas para tentarem quebrar a hegemonia da Mercedes e espera-se que a Renault abandonde a ideia da hipotética saída dos seus motores da Fórmula 1 devido ao insucesso da época passada.

LaFerrari chamada para recall (2015)



O híbrido LaFerrari foi chamado para um recall tudo isto devido a um risco de incêndio proveniente de uma possível fuga no depósito de combustível.

A marca italiana refere que a intervenção demora cerca de oito horas sem custos para os clientes proprietários.

Lego destrona Ferrari como marca mais valiosa em 2015



De acordo com a consultora Brand Finance a empresa dinamarquesa fabricante de brinquedos Lego conseguiu destronar a Ferrari como marca mais valiosa em 2015.

Talvez a queda do sucesso na Fórmula 1 tenha ofuscado a marca do cavalinho que desceu nove posições na tabela. Em 2014 a equipa não conseguiu conquistar uma única corrida no campeonato de Fórmula 1. Pelo lado inverso o filme "Uma aventura Lego" ajudou a catapultar a popularidade a marca de brinquedos que tanto agrada a crianças como a graúdos.

Automóveis clássicos valorizaram em média 28% em 2014



Investir em clássicos pode render mais do que obras de arte. Nalguns casos o lucro pode chegar aos 400% ou mais. No entanto para se chegar a este valor há que investir em clássicos raros, caros e fabricados nos anos 60, 70 e 80.

Casos de um Citroën 2cv, de um Mini, de um Volkswagen Carocha ou de um Fiat 500 são os veículos mais comuns e acessíveis para quem pretende iniciar no mundo dos clássicos. Mas estes nunca chegam a valorizar expressivamente.

As marcas com maior potencial de valorização são Ferrari, Bentley, Bugatti ou Aston Martin. Em média os automóveis clássicos garantiram um retorno de 28% em 2014. O Ferrari 250 GTO de 1963 (em cima) continua a deter o recorde de veículo mais caro de sempre. O veículo desportivo com motor V12 custou 42 milhões de euros em 2013 e hoje já está avaliado em 50 milhões de euros, o que corresponde a uma valorização de 19,04% (+8 milhões de euros).


Um Mini Cooper S 1275 de 1964 a 1967 em 2007 valia 17.500€, hoje vale 35.000€.
Valorização: 100% (+17.500€)


Um Lancia Delta Integrale Evo II de 1992 a 1995 valia 20.000€ em 2007 e hoje está avaliado em 45.000€.
Valorização: 125% (+25.000€)


Um Mercedes 280 SL de 1968 a 1971 valia 32.000€ em 2007 e hoje está avaliado em 55.000€.
Valorização: 71,87% (+23.000€)


Já um Porsche 911 2.2S de 1969 a 1971 em 2007 valia 47.000€ enquanto hoje vale 85.000€.
Valorização: 80,85% (+38.000€)

Grupo Fiat Chrysler Automobile prepara-se para vender a Ferrari (2014)



O Grupo Fiat Chrysler Automobile (FCA) está a prepara-se para vender a Ferrari. Depois de concluída a fusão com a Chrysler a Fiat quer agora vender a marca de carros de luxo desportivos. Uma necessidade ou uma estratégia? Vender um activo tão importante pode ter um impacto negativo na marca. A FCA actualmente detém 90% da Ferrari e os outros 10% pertencem a Piero Lardi Ferrari, filho do criador da marca do cavalinho.

Depois de 45 anos a ligação entre a Fiat e a Ferrari chega assim ao fim. A dispersão de 10% do capital será feita em bolsa nos EUA e/ou Europa o que permitirá que qualquer um possa ser accionista da mítica marca. E os restantes 90% serão distribuídos pelos accionistas do grupo. A operação faz parte de um plano para angariar um total de 48 mil milhões de euros. Provavelmente a Fiat olha para a Ferrari como uma marca dispendiosa e financeiramente pouco sustentável que apenas consegue vender 6.500 unidades por ano.

Mas o impacto mediático da venda será forte. E as implicações são várias. Por exemplo o que irá acontecer à equipa de Fórmula 1? A Ferrari começou a vender carros para financiar a equipa de corrida mas com a entrada da Fiat ficou mais fácil obter capital. Depois para a Ferrari crescer terá de seguir os passos da Porsche, ou seja colocar no mercado modelos a diesel e veículos do género SUV? E a grande questão é mesmo quem irá adquirir a Ferrari: grupo Volkswagen ou Toyota?

Luca di Montezemolo deixa a Ferrari (2014)



Luca di Montezemolo vai deixar a Ferrari depois de uma longa relação com a marca do cavalinho. Ao que tudo indica irá ser substituído pelo actual chefe da Fiat, Sergio Marchione. O insucesso nas provas de Fórmula 1 e a ausência de títulos já há alguns anos fez com que o italiano se afastasse do cargo de director geral.

Luca di Montezemolo tomou a chefia da Ferrari depois da morte de Enzo Ferrari (na foto os dois lado a lado). Começou como funcionário e foi subindo aos poucos até ao topo. Conseguiu conquistar vários títulos na Fórmula 1 que já fugiam há anos com Lauda e Schumacher. Conseguiu que a marca se elevasse como grande fabricante de carros de luxo com as vendas a subirem de ano para ano. No entanto o prestígio da marca vive muito do sucesso na prova raínha do automobilismo. E os títulos têm escasseado depois da saída de Schumacher. A Red Bull tirou protagonismo à Ferrari e agora a Mercedes. Sergio Marchione terá a tarefa de devolver títulos à Ferrari e continuar o sucesso das vendas de modelos de turismo.

Vendas de carros de luxo crescem em Janeiro e Fevereiro de 2014



As vendas de carros de luxo cresceram nos primeiros dois meses de 2014. A Porsche cresceu 53,6%, enquanto BMW e Mercedes subiram mais de 50%. Por sua vez a Ferrari vendeu três unidades. Já a Land Rover-Range Rover aumentou as vendas em 70,7%. De salientar ainda que a marca Maserati irá regressar ao mercado luso depois de se ter ausentado durante um curto período.

Os carros de "Mr. Bean" (2014)

O actor Rowan Atkinson, detentor de uma vasta fortuna, à custa de figuras de Mr. Bean ou Johnny English tem uma colecção de automóveis que vão desde carros de luxo até às viaturas mais vulgares. O preferido é mesmo um McLaren F1, com o qual aliás já esteve envolvido num acidente, mas para o dia-a-dia Rowan Atkinson prefere um Honda híbrido.

O primeiro carro que Rowan Atkinson conduziu foi um Morris Minor, que era da mãe. E nessa altura a aventura resumia-se a dar voltas na quinta da família. Para além do McLaren actualmente a sua colecção integra outras viaturas de luxo e clássicos:

Aston Martin DB7 Vantage
Aston Martin V8 Zagato
Aston Martin Virage
Audi A8
Ferrari 456GT
vários Mercedes-Benz
Bentley Mulsanne
Lancia Delta Integrale
MG XPower SV
Subaru Sherpa






Ferrari 250 LM de 1964 leiloado por 10,6 milhões de euros (2013)



A valorização de clássicos da marca do cavalinho rampante tem vindo a aumentar nos últimos anos. O último a bater o recorde foi um Ferrari 250 GTO que foi arrematado por 38 milhões de euros. Ao contrário dos modelos modernos que se desvalorizam imediatamente após a venda, os clássicos da Ferrari são um investimento de grande retorno financeiro. Que o diga o proprietário de um Ferrari 250 LM que o vendeu em Nova Iorque por 10,6 milhões de euros.

Trata-se de um modelo de 1964 com linhas elegantes e sensuais. É de facto um dos mais belos Ferrari's de sempre desenhado pelas mãos de Scaglietti. O valor deste Ferrari aumentou tendo em conta que só se produziram 32 unidades e foi o único homologado para circular em estrada enquanto os outros foram produzidos para circular em pistas. Um modelo raro e único capaz de arrebatar os corações dos amantes de automóveis clássicos, mas só ao alcance de poucas carteiras.

Vettel sagra-se o mais jovem piloto a conseguir o tetracampeonato na F1 (2013)



Sebastian Vettel, de 26 anos, tornou-se este fim de semana no mais jovem piloto de sempre a sagrar-se tetracampeão na Fórmula 1 com o Red Bull/Renault. A vitória no grande prémio da Índia acabou por dar o título no campeonato ao piloto e o título de construtores para a equipa Red Bull.

Quando ainda faltam realizar três provas no campeonato, esta vitória acaba por espelhar o domínio da Red Bull onde Vettel tem mais 115(!) pontos do que o segundo classificado. É o quarto título consecutivo para Vettel e Red Bull. O piloto alemão tem a possibilidade de quebrar todos os recordes na Fórmula 1, detidos por Fangio e Schumacher.

Vettel melhor que Senna?

Os problemas com pneus colocaram alguns entraves à Red Bull, e a outras equipas, no início da época mas acabaram por ser resolvidos. De momento Vettel leva seis vitórias consecutivas no campeonato e pode ser o primeiro a conseguir nove consecutivas na mesma época.

Actualmente corre na blogosfera o debate aceso sobre qual o melhor piloto de sempre: Senna ou Vettel. Parece cedo colocar-se esta questão mas não restam dúvidas de que, face à idade ainda jovem de Vettel, o alemão tem muito espaço para bater recordes e tornar-se no piloto com mais títulos. Ah e convém não substimar Schumacher...



Adrian Newey continua a ser o grande génio por trás das vitórias de Vettel

Por trás das vitórias de Vettel esconde-se o génio do engenheiro Adrian Newey, que projecta milimetricamente todos os pormenores do Red Bull / Renault. É ele que estuda a melhor forma de aperfeiçoar a aerodinâmica do veículo. As outras equipas acabam por "copiar" algumas das suas soluções mas sem obterem o mesmo sucesso.

Ferrari corre o risco de ficar atrás da Mercedes

A grande surpresa desta época, pela negativa, é a prestação da Ferrari. A histórica equipa italiana corre o risco de acabar atrás da Mercedes na luta de construtores. Alonso já mostrou algum descontentamento face ao desempenho do seu Ferrari, com o visível mal estar mostrado pelo director da equipa.

Em 2014 serão (re)introduzidos os turbos

Após terem sido banidos da Fórmula 1, os turbos estarão de volta em 2014. Foi a Renault a grande pioneira no uso de turbos na Fórmula 1 conquistando várias vitórias. O objectivo agora será reduzir as emissões de CO2 e contribuir para uma imagem mais "verde" desta competição, no mesmo ano em que terá início a Fórmula E para carros eléctricos.

Ferrari 250 GTO de 1963 bate recorde em leilão com um preço de 52 milhões de dólares (2013)



Um Ferrari 250 GTO de 1963 que participou nas 24 Horas de Le Mans foi leiloado por 52 milhões de dólares. Trata-se de um carro que é considerado, por unanimidade, como um dos mais belos carros já alguma vez construídos. O modelo tem mais de 50 anos e o seu preço vem subindo cada vez mais de leilão para leilão.
O 250 GTO é o grande sonho dos colecionadores de clássicos. Este modelo de 1963 bateu o recorde, já que participou nas 24 Horas de Le Mans, e sucede a outro 250 GTO mas de 1962 que na altura foi vendido por 35 milhões de dólares.

Onda Solare, um "Ferrari" a energia solar (2013)



O Onda Solare, veículo movido a energia solar, foi apresentado no museu da Ferrari e irá participar no Australian World Solar Challenge 2013 com o cognome de Emilia III. O modelo foi desenvolvido por estudantes, professores e investigadores da Universidade de Bolonha e pela IPSIA Ferrari, uma escola técnica de Maranello que se destina ao desenvolvimento de meios de transporte com zero emissões poluentes.





O Onda Solare é um ambicioso projeto. A carroçaria é toda feita em fibra de carbono e materiais compósitos. Pesa apenas 180 kg e é capaz de percorrer uma distância de 3.000 km alimentado apenas por energia solar mediante 391 células fotovoltaicas instaladas em paineis solares embutidos na carroçaria.



A prova Australian World Solar Challenge 2013 decorrerá em Outubro na Austrália entre Darwin e Adelaide. A escola técnica IPSIA foi criado por Enzo Ferrari para formar técnicos para a empresa Ferrari. Pode-se dizer que este é uma espécie de um Ferrari mas a energia solar.

Polícia espanhola desmantela rede que construía réplicas de Ferrari's e Aston Martin's (2013)



A polícia espanhola conseguiu apanhar uma rede em Valência que se dedicava à construção de réplicas de Ferrari's e Aston Martin's. Ao todo eram oito pessoas que fabricavam em duas oficinas cópias quase perfeitas de carros de marcas de luxo, que depois eram vendidas na internet por 40 mil euros, um preço bastante inferior ao valor de mercado das viaturas originais das marcas e que ronda os 200 mil euros.

O nível de pormenorização é bastante bom o que denota que a quadrilha era especializada em imitar modelos de luxo. Foram apreendidos 17 Ferrari's e 2 Aston Martin's. A olho nú a aparência assemelha-se bastante com os modelos originais. Os falsificadores recorreram a moldes para fabricar as peças de carroçaria em fibra de vidro e os interiores também se assemelham bastante ao original.



Os logotipos eram fabricados por encomenda numa loja. Mas como não é possível imitar tudo algumas peças eram importadas. De referir que os compradores sabiam que os modelos eram cópias e alguns eram fabricados a pedido. A pesquisa policial iniciou-se depois do representante da Ferrari em Espanha ter detectado o site na internet onde se vendiam as réplicas.

Ferrari F70 (LaFerrari) (2013)



A Ferrari revelou o F70, ou LaFerrari, em Genebra. Trata-se de um superdesportivo com edição limitada a 499 unidades. A Ferrari refere que é um híbrido, no entanto é, antes, de um modelo que usa um sistema de recuperação de energia já experimentado na Fórmula 1 denominado KERS. Estará a Ferrari a querer antecipar-se ao futuro Honda NSX, um híbrido puro desportivo? Ou será que a Ferrari foi na onda da moda dos híbridos?

A Ferrari ainda está muito "verde" na tecnologia híbrida. Tem muita experiência nos sistemas KERS da Fórmula 1. O LaFerrari teve como base os ensaios feitos no modelo Ferrari FXX e no trabalho de pesquisa realizada pelo Projeto Millechili pela Universidade de Modena. Em termos estéticos o design vanguardista continua a marcar o aspecto geral. No interior a inspiração é clara na Fórmula 1 principalmente o volante. De ainda referir as portas com sistema de abrir em asa de gaivota.



Trata-se do primeiro veículo de série produzido pela Ferrari com o sistema KERS, e o modelo da marca italiana com a maior potência de sempre. A tecnologia híbrida tem um fim que é o de reduzir os consumos, principalmente em cidade durante o pára arranca. A Ferrari anuncia uma redução do consumo de combustível em 40 por cento face ao FXX.

KERS é sinónimo de híbrido?

O LaFerrari terá um motor a gasolina V12 de 6,3 litros e 789 cv adicionado a um sistema KERS de 163 cv. O sistema KERS já é usado na Fórmula 1 e não se trata de um sistema convencional usado em veículos híbridos. O sistema KERS adiciona a energia recuperada extra para o usar no nível de saída do motor de combustão, com um efeito semelhante ao de um carregador turbo. Portanto não é propriamente um híbrido puro, senão teríamos de designar os carros da Fórmula 1 também de veículos híbridos. O mesmo sistema usado pela Audi nas últimas 24h Le Mans.



A Ferrari afirma que o carro tem uma velocidade máxima superior a 350 km/h, capaz de atingir 100 km/h em menos de três segundos. O sistema de travagem vem equipado com discos cerâmicos e de carbono Brembo, os pneus medem 265/30 R 19 à frente e 345/30 R 20 atrás, respectivamente. Quanto a emissões de CO2, a Ferrari afirma 330g/km.

O fim da relação com a Pininfarina?

O LaFerrari é o primeiro Ferrari totalmente produzido em "casa" sem qualquer apoio da Pininfarina. Desde 1951 que a Pininfarina colabora com a Ferrari, mas este modelo foi todo concebido pela casa mãe. Terá chegado ao fim uma relação de 60 anos?

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
>> LISBOA     PORTO     FARO