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Grupo Fiat Chrysler pretende abandonar motores diesel em 2022




O grupo Fiat Chrysler anunciou que pretende deixar de produzir carros ligeiros a diesel já em 2022. A justificação prende-se com o aumento do custo (20%) para fabricar motores com esta tecnologia de forma a cumprir as novas normas europeias de emissões poluentes. Como consequência do aumento do custo de fabrico os carros a diesel tenderão a ser mais caros no mercado de veículos novos.

Os veículos a diesel vão ficar sob pressão devido à legislação ambiental e também é sabido que num futuro próximo alguns países europeus vão restringir a circulação destes veículos em cidades com grande tráfego urbano. Com este abandono em perspectiva o grupo ficará a produzir veículos ligeiros apenas com motores a gasolina para as marcas Fiat, Alfa Romeo, Chrysler, Maserati, Jeep, Ram e Dodge.

Fiat 500 Abarth Ares com 404cv de potência (2017)




Cão que ladra e morde

A empresa Pogea fez uma autêntica transformação ao Fiat 500 Abarth. Ao look radical e desportivo, juntou um motor de 404cv de potência por baixo do capôt. É um autêntico pocket-rocket. Nunca tanta potência foi colocada num carro com estas dimensões.
O bloco que equipa este "monstro" é um simples 1.4L turbo a gasolina com muitas alterações à mistura de modo a poder extrair os 404cv. O resultado final é um pequeno carro muito musculado capaz de deixar atrás carros com outros pergaminhos. A suspensão, os travões e os pneus são especiais de modo a domar a "besta". As rodas têm 18'' de dimensão. A carroçaria é integral em fibra de carbono, mais leve e performante que o usual.

A vez da Fiat ser acusada nos EUA devido às emissões poluentes (2017)



Depois do grupo alemão Volkswagen ter sido acusado nos EUA de ter falsificado as emissões em diversas viaturas, agora é a vez do grupo italo-americano FCA (Fiat Chrysler Automobiles) ser alvo de penalizações uma vez que, alegadamente, também terá usado um esquema semelhante.

A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) encontrou em duas viaturas a diesel do grupo Fiat Chrysler um software que também manipula as emissões de gases poluentes.
No entanto as viaturas em questão não são de marca Fiat, até porque a empresa italiana não comercializa carros Fiat no mercado italiano. O Fiat 500 não é propriamente um carro apetecível para os americanos...

Os carros onde foram descobertas irregularidades são de marcas americanas, que pertencem ao mesmo grupo. São eles o Dodge Ram e Jeep Grand Cherookee com blocos 3L diesel de 2014 e 2016 e totalizam 104 mil unidades vendidas. No entanto, e uma vez que estes motores são de origem Fiat, é muito provável que se encontrem os mesmos "defeitos" em outros motores montados em viaturas de marca Fiat, mas que só se venderam no mercado europeu.

Novamente o óxido de nitrogénio (NOx) em questão, e não o CO2

O sistema encontrado nas referidas viaturas permite a emissão de gases poluentes para a atmosfera acima do legalmente permitido nos EUA, sendo que o mais nocivo é o óxido de nitrogénio (NOx) e não o famigerado CO2. Depois da multa pesada que a VW terá de pagar, espera-se que o grupo Fiat receba uma multa também avultada e que pode chegar a várias largas de milhares de milhões de euros.

Contudo o CEO do grupo Fiat Chrysler já reagiu e afirmou que não há irregularidades, prometendo enviar informação técnica à EPA a provar a inocência.

Grupo Fiat Chrysler vai vender as jóias Alfa Romeo e Maserati? (2017)



Precisamente em Janeiro deste ano será completada a separação da Ferrari do grupo Fiat Chrysler Automobiles (FCA), que resultou da fusão entre a Fiat e a Chrysler. Agora, segundo divulgação da Forbes, fala-se que Maserati e Alfa Romeo também poderão sair da esfera do mermo grupo.

A dívida do grupo italo-americano é de 7 mil milhões de dólares, pelo que a venda da Maserati e Alfa Romeo poderia ajudar a equilibrar as contas financeiras. Aqui há uns anos falou-se na possibilidade da Volkswagen comprar a Alfa Romeo, mas o recente escândalo das emissões e a multa enorme que o grupo alemão terá de pagar aos EUA inviabilizam esta possibilidade actualmente.

Apesar da Alfa Romeo ter "rejuvenescido" com modelos revivalistas, isto depois de alguns anos em quase esquecimento, existe a necessidade de alívio financeiro na casa mãe. O desempenho do grupo tem mostrado recuperação devido a um plano de contenção de despesa. Por exemplo os resultados da Maserati mais do que triplicaram no ano passado.

Alemanha tenta envolver grupo Fiat Chrysler na fraude de emissões?



A Alemanha parece não querer ficar atrás no esquema de fraude de emissões em veículos a diesel que manipularam as emissões de óxido de azoto (NOx). O escândalo teve início nos EUA com veículos do grupo Volkswagen. Depois seguiu-se a Mitsubishi a confessar que também fez o que não devia durante anos. Existem outras marcas a serem inspeccionadas. Agora calhou a vez da Fiat?

O jornal alemão Bild am Sonntag refere um relatório da Agência Federal Alemã do Automóvel (KBA) a comunicar que a Fiat (também) usa "software, aplicações e calibradores suspeitos e possivelmente fora da lei" que alteram os níveis reais das emissões de gases poluentes.

O relatório foi enviado para a Comissão Europeia e teve como base vários testes de controlo de emissões poluentes efectuados em modelos a diesel do grupo Fiat com a norma Euro6 e concluiu que o sistema instalado desactivava-se completamente ao fim de 22 minutos, dois minutos depois do final dos testes com o veículo parado o que permite emitir gases poluentes, como o óxido de azoto (NOx), acima da lei com a viatura em andamento.

Tal como o verificado no grupo Volkswagen, se os veículos cumprissem a norma em andamento provavelmente as performances seriam diferentes e o consumo real poderá ser mais alto do que o anunciado pelas marcas. Resta saber se esta suspeita tem fundamento ou não será uma forma de a Alemanha tentar sacudir a água do capote. Uma espécie de caça às bruxas para procurar sustentar a teoria de que foi uma prática generalizada na indústria automóvel de forma a repartir os custos das sanções por outras marcas?

Fiat Tipo, o regresso de um nome (2016)



A Fiat decidiu ressuscitar o nome Tipo, um hatchback dos anos 90 que tinha a característica de ser pouco fiável, no entanto este novo modelo pouco tem a ver com o anterior, que chegou a ser descontinuado. O regresso do Tipo é feito numa versão hatchback, berlina ou carrinha em modo lowcost, seguindo o conceito de "value for money" um pouco à imagem do que a Citroën já fez com o Elisé e que se revelou uma boa aposta. É um modelo acessível com boa imagem e que, inclusivé, já conquistou o prémio Autobest 2016.

A primeira geração do Tipo foi fabricada entre 1988 e 1995 mas não deixou saudades devido à sua fraca fiabilidade e, talvez por isso, a Fiat tenha decidido "enterrar" o modelo e o nome. Pode-se dizer que esta é a segunda geração do Tipo, com um novo vestimento e num novo segmento para agradar a clientes que querem um veículo funcional e acessível mas sem parecer barato. Mas o que o novo Tipo tem em comum com o antigo Tipo é mesmo só o nome.



Este modelo é fabricado na Turquia e o seu design é elegante de linhas fluídas. As ópticas alongadas de pontas redondas, a fazer lembrar o VW Scirocco, rematam na grelha em forma de língua com uma moldura inferior cromada. Esta grelha é preenchida por tiras horizontais cromadas desalinhadas dando um efeito abstracto interessante. Na parte inferior localiza-se entrada de ar adicional e faróis de nevoeiro transmitindo agressividade à frente. Talvez menos feliz tenha sido o recorte do capôt que termina um pouco recuado em relação à grelha.



Visto na lateral apresenta uma silhueta elegante a fazer lembrar uma berlina topo de gama com ar de coupé. A moldura cromada junto aos vidros dá um ar distinto. A linha de cintura para consegue localizar os puxadores de forma correcta rematando atrás nas ópticas, e os relevos musculadas na base das portas transmitem dinâmica. A traseira mostra-nos um grupo de ópticas de sorriso aberto recortadas pelo portão da bagageira. O difusor em plástico negro é rematado com reflectores discretos. Um friso horizontal cromado alinhado com as ópticas e o logotipo serve de pega ao portão traseiro.



Note-se que o tejadilho apresenta um desenho nervurado dando, também, um certo ar de desportividade ao Tipo. Em suma o novo Tipo tem um desenho feliz que pauta pela sobriedade e elegância, ao estilo dos veículos premium. Talvez um dos trabalhos mais bem conseguidos da Fiat nos últimos tempos. E importante referir ainda que, apesar de o Tipo apresentar um perfil baixo, a visibilidade acaba por não ser comprometida.



O interior é espaçoso e funcional capaz de transportar cinco pessoas de modo confortável. O lugar do condutor também é cómodo onde se encontra facilmente uma boa posição. Os materiais não são o topo de gama mas aparentam boa construção. Se o exterior revela-se sóbrio o mesmo já não se pode dizer do layout do tablier, cujas linhas poderiam ter sido mais simplificadas. É fácil localizar e usar os vários comando mas o seu desenho é algo "ruidoso"... A mala, que tem uma capacidade de 520L, é uma referência na sua classe, no entanto o seu acesso não é fácil por ser demasiado funda.



Fiat Tipo 1.6L Multijet com 120cv

Quanto a motorizações existem três blocos: 1.4L a gasolina com 95cv; 1.3L a diesel Multijet II com 95cv e o 1.6L a diesel Multijet com 120cv. Este último será o bloco mais absorvido pelo nosso mercado. É um propulsor equilibrado capaz de deslocar a viatura sem grande esforço e revela-se ágil nas recuperações. Dispõe do modo de condução City que torna a direcção mais leve, facilitando as manobras de estacionamento. A caixa é manual de 6 relações e quando a consumos a Fiat anuncia um valor de 4,2L/100km, um valor que anda um pouco desfazado da realidade.



Como se trata de um veículo low-cost a Fiat decidiu não colocar um sistema start/stop, pelo que o consumo poderia ser ainda melhorado. Para quem procura um carro acessível é um acessório dispensável. O novo Tipo vem com dois níveis: Easy e Lounge. O primeiro vem com equipamento de segurança essencial enquanto que o nível Lounge, por mais 1.000€, adiciona alguns pequenos luxos como sistema de navegação ou câmara de estacionamento traseira.



Versões a gasolina
Fiat Tipo berlina 1.4L 95cv: 15.300€
Fiat Tipo SW 1.4L 95cv: 17.900€

Versões a diesel
Fiat Tipo berlina 1.3L Multijet II 95cv: 19.700€
Fiat Tipo SW 1.3L Multijet II 95cv: 20.700€
Fiat Tipo berlina 1.6L Multijet II 120cv: 21.300€
Fiat Tipo SW 1.6L Multijet II 120cv: 22.700€

Actualmente estão à venda no mercado as versões berlina e carrinha (SW). Para o Verão é aguardada a chegada da versão hatchback, aquela que se aproxima mais do primeiro Tipo. O desafio de limpar o estigma do primeiro Tipo não será fácil mas pode ser que a Fiat ganhe a aposta.

Mecânica (1.6L Multijet berlina a 120cv)
Motor: diesel, dianteiro, 4 cilindros em linha, 1598 cc, 16 válvulas
Alimentação: injecção directa por rampa comum
Potência: 120 cv às 3750 rpm
Binário: 320 Nm às 1750 rpm
Tracção: dianteira
Caixa: Manual 6 velocidades

Dimensões (1.6L Multijet berlina a 120cv)
Comprimento: 4532 mm
Largura: 1842 mm
Altura: 1792 mm
Peso: 1345 kg
Mala: 520 L
Depósito: 45 L

Prestações (1.6L Multijet berlina a 120cv)
Velocidade máxima: 199 km/h
Aceleração 0-100 km/h: 9,7 s

Consumos (1.6L Multijet berlina a 120cv)
Combinado: 4,2 L/100km
Emissões CO2: 110 g/km

Preço (1.6L Multijet berlina a 120cv)
a partir de 21.300€

Prós e contras
+ design, espaço, visibilidade, funcionalidade, relação preço/equipamento
-layout do tablier, acesso à bagageira


Testes de segurança da Euroncap Dez 2015



Últimos resultados nos exigentes testes de segurança da Euroncap.

Melhores classificações:

5 estrelas
Kia Sportage SUV
Opel Astra Hatchback familiar
Renault Mégane Hatchback familiar
Audi A4 Sedan
Honda Jazz Hatchback compacto
Honda HR-V SUV
Volvo XC90 SUV
Mercebes GLC SUV
Jaguar XE Sedan

Piores classificações:

3 estrelas
BMW Z4 Roadster descapotável
Fiat Panda Cross Crossover
2 estrelas
Lancia Ypsilon Citadino

Fiat mais perto de largar a Ferrari (2015)



A Ferrari prepara-se para arrancar na bolsa de Nova Iorque ficando mais perto de se separar do actual grupo Fiat Chrysler. Foi em 1969 que a Fiat adquiriu metade da Ferrari mas agora a marca do cavalinho rampante prepara-se para caminhar sozinha. É uma operação de risco para a Ferrari já que caso entre em dificuldades financeiras deixa de ter o apoio da Fiat. A falta de sucesso na Fórmula 1 é um aviso. E o facto de ter perdido o lugar para a Lego como marca mais rentável é outro sinal. A grande fatia das receitas desta operação irá para a Fiat Chrysler.

Fiat 500 facelift (2015)



O emblemático citadino da Fiat foi alvo de alguns retoques na maquilhagem. Nada de extraordinário, até porque em modelos com design sólido não é preciso mexer muito. O Fiat 500 da era moderna é um raro exemplo de longevidade na actual indústria automóvel em que os sete anos que passaram, desde o seu lançamento, ainda não causaram "desgaste" visual que exija alterações profundas. As mudanças no novo modelo são cerca de 40% e conta com 1800 componentes novos. Está no mercado em Setembro e os preços não serão muito diferentes do primeiro modelo.

A aparência exterior é muito semelhante. Afinal onde está o Wally? É preciso olhar com atenção para descobrir as diferenças. Mas as inovações não se prendem apenas no visual ou no interior. Também existem novos propulsores. À semelhança da primeira geração existirá uma versão com tejadilho em capota de lona rebatível. Basicamente o volume, a silhueta e o chassis estão inalterados. No exterior as alterações mais notórias situam-se nas ópticas, pára-choques e jantes. Os faróis frontais possuem o mesmo formato oval, mas com uma moldura cromada e um olhar mais incisivo com o interior em esfera de vidro.



O grupo óptico intermédio onde se localizam os mínimos possuem agora luzes diurnas através de uma moldura em leds, um pouco à imagem do que já fez a Mini. Os faróis de nevoeiro de moldura cromada completam o desenho hexagonal das ópticas. O pára-choques é novo e possui um queixo mais saliente com uma gelha inferior em favos e uma moldura cromada de embelezamento. A boca opaca em baixo relevo também possui forma hexagonal. O logotipo continua localizado ao centro entre o friso cromado horizontal, mas agora existe um pequeno rasgo mais abaixo rematado por um bigode, também cromado, que replica o friso superior. O duplo friso horizontal aproxima-se mais do modelo original antigo.



Atrás o formato dos farolins mantém-se mas com uma estrutura interna diferente. A contorno vermelho alberga luzes de stop e presença, e piscas numa tira branca inferior. O interior é opaco na mesma cor da carroçaria dando um aspecto mais distinto e inovador. O pára-choques conta, aqui, com uma boca inferior horizontal com frisos cromados, luzes reflectoras, luz de nevoeiro e luz de marcha atrás. O desenho do escape com ponta cromada continua idêntico. Existem novas jantes com desenhos e padrões mais desportivos. No interior o sistema de infoteinment sofreu um upgrade com vista a dar maior informação ao condutor.



O painel de instrumentos do condutor é circular com um ecrã TFT digital de 7'' que disponibiliza as tradicionais informações de velocidade, consumo, rotações, óleo, depósito ou temperatura do motor. Mas mostra também um sistema de navegação GPS, auxílio ao estacionamento, a pressão dos pneus e informação da estação de rádio, evitando que o condutor desvia o olhar da estrada. Um sistema inteligente, mas a concentração de informação em sistemas digitais tem alguns inconvenientes. Na consola central existe um ecrã táctil de 5'' na parte superior com moldura cromada e enquadrado com dois ventiladores de desenho discutível com lamelas verticais. Tem entrada USB e bluetooth. Nas gamas superiores é possível conectar o smartphone. Não se percebe o porquê da Fiat ter eliminado o leitor de CD's...



O interior continua com a mesma filosofia de tabelier em acabamento idêntico à carroçaria exterior e plásticos duros. No entanto o design e acabamentos acabam por resultar. As cores e tons mais claros podem ser um inconveniente com o passar do tempo tendem a sujar-se e a criar manchas. O volante multifunções conta com pormenores em cromado. Existem três níveis de equipamento: Pop, Popstar e Lounge. E ainda três pacotes de personalização na gama Lounge: Style, Cult e City. O Fiat 500 conta agora com uma combinações de cores, padrões e texturas, permitindo personalizar o citadino à medida do gosto de cada cliente. Existe a opção Second Skin que possibilita a inserção de "tatuagens" na pintura exterior com os padrões Ethnic, Lord, Comics, Navy e Camouflage, possibilitando uma infinita combinação de cores e texturas.



Quanto aos propulsores foram melhorados para proporcionarem maior economia e eficiência. Destaque para uma versão que funciona a GPL ou a gasolina. Todas as versões contam com caixa manual de 5 relações excepto o modelo de 105cv que possibilita 6 velocidades. Em opção existe uma caixa manual pilotada. Posteriormente será lançada a versão mais ecológica do 1.2L a gasolina e ainda o modelo a gasóleo 1.3L 16v Multijet com 95cv. Outros aspectos que foram melhorados no Fiat 500 dizem respeito ao conforto e à segurança. A suspensão foi aperfeiçoada. A Fiat procedeu à insonorização do 500 de forma a evitar a propagação do som e vibrações do motor para o interior.



Modelos a gasolina
0.9 TwinAir (85cv) 2 cilindros, turbo, start/stop, cxM5v: 11,0s; 173km/h; 3,8L/100km; 90g/km
0.9 TwinAir (105cv) 2 cilindros, turbo, start/stop, cxM6v: 10,0s; 188km/h; 4,2L/100km; 99g/km
1.2 (69cv) 4 cilindros, cxM5v: 11,0s; 173km/h; 3,8L/100km; 90g/km
1.2 (69cv) 4 cilindros, start/stop, cxM5v: 12,9s; 160km/h; 4,7L/100kkm; 110g/km

Modelos a gpl e gasolina
1.2 EasyPower (69cv) 4 cilindros, cxM5v: 12,9s; 160km/h; 6,5L/100kkm; 104g/km



Nova versão do Fiat 500 chega em Julho (2015)



A Fiat vai apresentar em Julho a nova versão do 500 da era moderna. Poderá ser um facelift com alterações estéticas e algumas inovações técnicas. Correm algumas imagens na net, sendo que ainda não são oficiais.

No entanto esta imagem mostra um novo pára-choques diantéiro com ópticas mais alongadas e harmoniosas ao estilo do novo crossover Fiat 500x e ainda novas entradas de ar redesenhadas conferindo mais desportividade ao pequeno citadino revivalista.

Fiat Dobló II facelift (2015)



O novo Fiat Dobló foi lançado em Portugal em Março deste ano e conta com uma vasta gama de motorizações que vão desde os 75cv até aos 135cv. Visualmente o pequeno veículo de carga melhorou, apesar de ser um restyling da segunda geração, e agora detém a melhor manobrabilidade do segmento. É capaz de transportar três passageiros.

O Dobló detém mais de 1.4 milhões de unidades vendidas desde 2000, ano de lançamento da primeira geração. É, por isso mesmo, um sucesso comercial. Esta novo modelo pretende ir um pouco mais além. Chegar ao topo da categoria é o objectivo da Fiat. E para tal elevou a qualidade do Dobló isto no que toca à estética bem como nas performances, na capacidade de carga, na funcionalidade, nos consumos e nos custos de utilização.



O Dobló está mais atraente. Na frente o pára-choques sobressai com uma enorme grelha horizontal em forma de boca e ópticas arredondadas. Uma entrada de ar inferior adicional e faróis de nevoeiro dão mais desportividade. O capôt possui vincos escultóricos. As cavas das rodas salientes em relação à carroçaria dão robustez. Um generoso espelho retrovisor retráctil electricamente e com pisca integrado confere modernidade ao Dobló.

De realçar o pormenor dos pilares da frente em negro que procuram desligar o tejadilho da superfície envidraçada. Uma solução já vista nos citadinos da Skoda. As jantes em liga leve com vários desenhos dão carácter ao comercial. Atrás o pára-choques parece pouco robusto e desproporcionado quando comparado com o restante volume.



O Dobló é um modelo de carga com formato monolítico tipo caixa, no entanto os vértices e cantos devidamente arredondados e os baixos relevos imprimidos nas superfícies opacas mostram o bom trabalho dos designers da Fiat. O interior mostra qualidade com bons materiais. O painel de bordo possui manómetros com moldura cromada. A consola central exibe um ecrã táctil multifunções com 5'' e inclui sistema de navegação.

O volante com comandos e o manípulo de mudanças são em pele, elevando a fasquia do Dobló. Vê-se claramente que o interior do Dobló pretende rivalizar com o modelo da Mercedes. No geral a funcionalidade a bordo melhorou tanto na zona de espaço dos passageiros como na zona de carga. Por exemplo por baixo do banco existe um compartimento para arrumar objectos. O rádio inclui bluetooth e entrada USB.



A zona de carga pode carregar mais de uma tonelada de peso e possui uma volumetria superior a 5 metros cúbicos. A manobrabilidade do Dobló é a melhor no seu segmento. O conforto e o comportamento dinâmico também foram pensados graças a suspensões traseiras Bi-link. O novo Dobló tem quatro carroçarias à escolha: Cargo, Combi, Work Up e Chassis Cabine.

Quanto a motorizações existem cinco blocos a diesel e um a gasolina que vão desde os modestos 75cv até aos potentes 135cv. Ao nível da segurança trás de série ABS com EBD, ESC (sistema de controlo de estabilidade), ASR (sistema de controlo de tracção), HBA (assistência hidráulica à travagem) e ainda Hill Holder (sistema de auxílio ao arranque em subida). Ou seja, novo Dobló está mais seguro do que nunca. Um utilíssimo sistema Radio Uconnect Nav permite saber onde está localizada a viatura em qualquer altura.

Modelos a diesel
1.3 MultiJet (75 cv): 145km/h; 5L/100km; 133g/km
1.3 MultiJet (90 cv): 158km/h; 5L/100km; 133g/km
1.6 MultiJet (90 cv): 158km/h; 4,9L/100km; 130g/km
1.6 MultiJet (100 cv): 164km/h; 5,4L/100km; 143g/km
2.0 MultiJet (135 cv): 179km/h; 5,9L/100km; 154g/km

Modelos a gasolina
1.4 MPI (95 cv): 161km/h; 7,3L/100km; 169g/km

Fiat 500 Vintage '57 (2015)



A Fiat decidiu lançar uma versão vintage do seu modelo revivalista 500, que tanto sucesso tem conquistado. O Fiat 500 Vintage '57 reinterpreta o modelo antigo de 1957. As semelhanças são muitas ao nível da estética mas acabam aí já que este modelo é tecnologicamente mais evoluído que o antigo.

No fundo o que é que este modelo trás de novo ao já existente 500? O vestido retro. Está limitado a 3.500 unidades e em Portugal arranca nos 17.000€ na versão 1.2L a gasolina com 69cv. E porque decidiu a Fiat recordar o ano de 1957 e não outro qualquer? Pelo simples facto de que esse foi um ano de viragem económico depois do período negro do pós-guerra. Este modelo foi um trampolim para muitas famílias que por norma usavam um veículo de duas rodas, como bicicletas ou motos, para as suas deslocações diárias.



Ter um carro nessa altura não era para todos e o Fiat 500 veio revolucionar o mercado já que era o mais acessível, permitindo às famílias fazerem viagens mais longas de modo mais cómodo (apesar do espaço pequeno) e seguro. Este modelo foi mesmo o percursor do conceito de automóvel citadino urbano ultra compacto. Era pequeno, com apenas 2,97m de comprimento, barato e prático. A capota podia ser parcialmente em lona o que tornava o 500 de 1957 um veículo agradável na Primavera e no Verão.



Com um bocado de jeito (e engenho) cabia lá dentro uma família inteira de quatro pessoas e ainda havia algum espaço para bagagem (em alternativa usava-se o tejadilho). As portas eram suícidas ou seja tinham dobradiças atrás. O motor com apenas 479cc, com origem de motorizadas, deu origem à designação 500 e que perdura até hoje. Era refrigerado a ar, montado atrás, contava com apenas dois cilindros e debitava uns modestos 13cv. A transmissão era manual com quatro relações e a velocidade de ponta seria de 85km/h, um feito na altura.



O seu fabrico perdurou até 1975, ou seja esteve em produção durante 18 anos e com poucas alterações. O moderno Fiat 500 Vintage '57 procura colar o vestido desse modelo antigo. Mas as semelhanças acabam aí. Se o modelo original era modesto, compacto, acessível e humilde o novo é maior, mais pesado, de estilo premium, com mais potência e melhores performances, mais tecnologia e sofisticação. O motor também é maior, em vez de dois conta com três ou quatro cilindros.



As cores da carroçaria são claras em tom pastel tal como o modelo original. As jantes de 16'' na cor branca e cromada, bem como os bancos em pele castanha e ainda o tabelier e volante na cor branca encarnam bem o espírito da altura. Os interiores em tons claros são esteticamente agradáveis, no entanto são pouco práticos se não forem laváveis já que têm tendência a sujar-se com o passar do tempo. Outros elementos a cromado e branco dão mais personalidade ao modelo. Só é pena que o tejadilho não tenha capota amovível para replicar na íntegra o modelo original.



A Fiat foi, inclusivé, até ao pormenor de colocar o logotipo que se usava na altura. O novo Fiat 500 Vintage '57 conta com vários sistemas de segurança como controlo de estabilidade e tracção, sete airbags, sistema de auxílio ao arranque em subida e ainda sistema de auxílio à travagem de emergência. Quanto a equipamento vem com várias "mordomias" do século XXI como um rádio digital CD/MP3 com ligação USB e bluetooth, um volante multifunções, vidros eléctricos e ar condicionado.

Os motores disponíveis a gasolina são o 1.2L de 69cv (aspirado) a partir de 17.000€ e o 0.9L Twin Air com 105cv (três cilindros com turbo) a partir de 18.300€. A diesel existe o 1.3L de 75cv a partir de 20.000€, um preço bem longe do modesto Fiat 500 de 1957.

Fiat 500X 1.6 Multijet 120cv (2015)



A Fiat procura seguir as pisadas da Mini criando variantes do emblemático 500. O 500X é uma versão mais musculada do pequeno citadino em modo SUV. Pode pisar estradas de dificuldade reduzida e média até, mas é no asfalto que se sente bem, como a maioria dos SUV's e Crossovers modernos feitos mais para ambientes urbanos do que rurais.

O 500X é como se fosse uma versão mais esticada do 500, para todos os lados e para cima. A sua plataforma é a mesma usada no Jeep Renegade (uma marca agora sob a alçada da Fiat). Se for observado de longe parece mesmo um 500 mas ao aproximarmo-nos é fácil distinguir a diferença de dimensões. A estética e formato são semelhantes mas o espaço e conforto saem beneficiados com este modelo.



Existe a versão City Look, mais apropriada para ambientes urbanos e com tracção às rodas frontais, e ainda a versão Cross de tracção integral apto para circular em pisos de dificuldade acrescida. A primeira versão conta com um bloco a diesel de 1.6L com 120cv associado a uma caixa manual de 6 relações e é, obviamente, mais acessível do que a versão Cross.

O 500X tem um comportamento estável em curva mesmo apesar de ter mais altura ao solo. E o peso deste SUV não é muito, são 1.300kg, o que contribui para consumos interessantes. O facto de o binário máximo estar disponível logo às 1.750rpm permite o 500X ter resposta rápida logo no arranque.

No interior a posição de condução é ergonómica e a visibilidade para os vários ângulos é boa. O espaço abunda permitindo viagens confortáveis. Os materiais usados são algo duros, mas existe um cuidado visível nos acabamentos. O painel de bordo é intuitivo e de leitura simples e a consola central dispõe de um ecrã táctil de 5'' infoteinment.



O 500X pode ser conduzido em três modos distintos através do accionamento de um botão. O modo Auto destina-se a poupar nos consumos; o modo Sport como o nome diz oferece uma condução mais desportiva e, por último, o modo All-Weather destina-se a ajudar o condutor em pisos de aderência mais difícil.

Vem de série com volante multifunções, manípulo de velocidades em pele, rádio CD/MP3 com USB e bluetooth, cruise control, travão de estacionamento eléctrico, computador de bordo, navegação por GPS, faróis de nevoeiro accionáveis em curva, luzes diurnas em leds e jantes de liga leve de 17''.

O Pack Confort, em opção, oferece algumas mordomias como apoios de braços, climatizador bi-zona, banco do condutor com regulação eléctrica, ignição por botão, entrada USB e SD. Existem ainda outros opcionais como sensores de estacionamento traseiro e espelhos retrovisores exteriores rebatíveis electricamente.



O 500X vem com um sistema automático start/stop. Quanto a segurança dispõe de série de ABS, controlo electrónico de estabilidade, controlo de tracção, airbags dianteiros, laterais à frente e de cortina, sistema de auxílio ao arranque em subida, sensores de controlo de pressão dos pneus e sistema Isofix para cadeiras de criança.

Mecânica
Motor: diesel, dianteiro, 4 cilindros em linha, 1598 cc, 16 válvulas
Alimentação: injecção directa, por rampa comum e turbocompressor
Potência: 120 cv às 3750 rpm
Binário: 320 Nm às 1750 rpm
Tracção: dianteira
Caixa: manual 6 velocidades

Dimensões
Comprimento: 4248 mm
Largura: 1796 mm
Altura: 1600 mm
Peso: 1320 kg
Mala: 350 L
Depósito: 45 L

Prestações
Velocidade máxima: 186 km/h
Aceleração 0-100 km/h: 10,5 s

Consumos
Combinado: 4,0 L/100km
Emissões CO2: 107 g/km

Preço
a partir de 23.650€

Prós e contras
+ visual, condução, consumo, materiais, recuperações, equipamento
- posição do ecrã táctil um pouco alta demais
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