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Comparativo entre carrinhas pela DecoProteste Dez 2016

A DecoProteste realizou um teste entre três carrinhas existentes no mercado. Um embate entre alemães, franceses e japoneses. Ou seja um comparativo entre a Opel Astra Sports Tourer, a Peugeot 308 SW e ainda a Toyota Auris Touring Sports. Todas obtiveram uma classificação de 4 estrelas, numa pontuação máxima de 5 estrelas. No entanto cada uma delas tem um espírito distinto onde os pormenores e o gosto do cliente ditarão a escolha final. Todas permitem montar cadeiras de bebés a bordo.


Peugeot 308 SW
Preço: a partir de 24.380€
Bagageira: 430L
Pontuação: ●●●●○ Bom
Morotizações: 8 disponíveis
+ Bagageira, conforto, desempenho em estrada
- Acesso ao fundo da mala, tejadilho baixo e pilares retiram algum espaço, acesso ao habitáculo


Opel Astra Sports Tourer
Preço: a partir de 21.800€
Bagageira: 370L
Pontuação: ●●●●○ Bom
Morotizações: 4 disponíveis
+ Preço de entrada, espaço, segurança, conforto, acesso bagageira, comportamento em estrada, dinâmica, suspensão
- Capacidade da mala, insonorização em baixos regimes


Toyota Auris Touring Sports
Preço: a partir de 23.465€
Bagageira: 415L
Pontuação: ●●●●○ Bom
Morotizações: 4 disponíveis
+ Motorização híbrida eficiente e económica, protecção de adultos e crianças, insonorização em estrada
- Acesso ao habitáculo, menor espaço face às concorrentes

A carrinha Astra é a que oferece o melhor comportamento em estrada mas o modelo francês dispõe da melhor bagageira. Se for pelo preço a Opel Astra é imbatível. São menos 2.500€ que a 308 SW. Mas o modelo alemão tem uma bagageira menor. Situação que é compensada com os bancos rebatidos onde a capacidade de 1.410L bate as rivais. No que toca ao espaço do habitáculo a Astra ganha.

Quanto a conforto a carrinha francesa e alemã são as melhores opções. No entanto a Astra filtra melhor as irregularidades do piso. A carrinha japonesa é a que garante a melhor insonorização em estrada. No capítulo da segurança a Astra bate as rivais. Os testes da DecoProteste incluem percursos de 2.000km em cada modelo e com mais de 1.000 medições.

Outras alternativas no mercado


Renault Megane Sport Tourer
Preço: a partir de 24.900€
Pontuação: nd
+ Espaço, materiais, tecnologia
- Visibilidade atrás, espaço lugares traseiros


Ford Mondeo SW
Preço: a partir de 28.699€
Pontuação: ●●●●○ Bom
+ Espaço, qualidade
- Pouco flexível na configuração de espaço, mala pouco versátil


Mazda 6 SW
Preço: a partir de 35.998€
Pontuação: ●●●○○ Razoável
+ Espaço, bagageira
- Preço elevado, acesso ao habitáculo, configuração do interior pouco versátil


BMW Série 3 Touring
Preço: a partir de 40.174€
Pontuação: nd
+ Conforto, qualidade, segurança
- Preço elevado, capacidade da bagageira, acesso ao habitáculo

Ford Ka+, uma versão facelift do Ka (2016)



O Ford Ka conta agora com uma versão denominada Ka+. O volume cresceu mas o visual foi revisto. Pode-se dizer que é um facelift do Ka em tamanho extra. O Ka+ posiciona-se entre o Ka e o Fiesta. No fundo é um pequeno citadino em formato hatchback com cinco portas. A Ford usou a plataforma global da marca para automóveis pequenos. O ligeiro acréscimo de volume permitiu oferecer um espaço mais generoso. Cabem cinco pessoas no novo Ka+ sem grandes luxos.

Quanto ao visual foi revisto tendo em conta a nova linguagem corporativa da Ford coma a grelha e ópticas. A Ford conta assim com três modelos citadinos compactos: Ka, Ka+ e Fiesta. O Ka+ acaba por ser uma alternativa no mercado europeu para os clientes com procuram um modelo pequeno, de boa qualidade, elegante, com bom equipamento e, principalmente, por um preço em conta. O Ka+ arranca nos 10.670€ o que torna o modelo competitivo. Quanto a motores existe apenas um bloco a gasolina de 1.2L Duratec com duas potências: 70cv e 85cv.



O desempenho deste propulsor foi ajustado de modo a garantir um comportamente eficaz em cidade, mas também um desempenho agradável em viagens longas. A prestação do bloco 1.2L Duratec foi revista de modo a oferecer um consumo mais económico.

Ford Fiesta e Focus com gama ST-Line (2016)



A Ford lançou uma nova gama desportiva para os modelos mais populares Fiesta e Focus, denominada ST-Line. É uma forma de dar nova vida às vendas destes modelos. As linhas desta gama são baseadas no Fiesta do campeonato de rallys que compete no WRC, com uma carroçaria mais agressiva nomeadamente a grelha frontal negra com favos de mel e sem moldura cromada, os pára-choques mais elaborados com entradas de ar, saias, difusores traseiros e jantes de liga-leve de 16'' e 17'' em cinza escuro para o Fiesta e Focus respectivamente.

É um novo vestido do tipo pele de lobo mas em cordeiro, ou uma espécie de "tuning" que, de resto, outras marcas já vêm fizendo. A gama ST-Line confere uma imagem mais desportiva mas sem uma correspondência directa com altas performances. Os propulsores são os mesmos que se vêm nas gamas normais. Para já a gama ST-Line começa nos modelos Fiesta e Focus mas pode estender-se a outros veículos.



O interior da gama ST-Line também foi alvo de um "facelift" que costuma caracterizar as viaturas de performances mais elevadas como os bancos com costura a vermelho, a soleira e pedais em alumínio, decorações com a designação ST-Line e o volante e manípulo de mudanças desportivos. O ambiente interior e o look exterior remetem-nos para uma viatura desportiva mas o Fiesta ST-Line e o Focus ST-Line não são puros desportivos. Os blocos que equipam esta gama são dois: a gasolina o EcoBoost de 1.0L auxiliado por turbo e a diesel o TDCi de 1.5L ou 2.0L.

No caso do Fiesta a transmissão é feita com uma caixa manual de cinco velocidades enquanto que no caso do Focus é possível optar por uma caixa automática de seis relações com patilhas atrás do volante Powershift apenas nos motores a diesel, este sim um opcional que vale a pena para tirar o máximo partido do motor com mudanças rápidas, tão característico das viaturas de rally. Este sistema tem a desvantagem de encarecer bastante o preço da viatura. Mas, lá está, aqui reside a diferença entre o ser e o parecer. Ou se anda num verdadeiro desportivo ou simplesmente mostra-se a pele do lobo.



Modelos a gasolina
Fiesta ST-Line 1.0L EcoBoost (100cv): 17.550€
Fiesta ST-Line 1.0L EcoBoost (125cv): 18.262€
Focus ST-Line 1.0L EcoBoost (125cv): 22.294€
Focus ST-Line 1.0L EcoBoost cxA (125cv): 23.512€

Modelos a diesel
Fiesta ST-Line 1.5L TDCi (95cv): 21.084€
Focus ST-Line 1.5L TDCi (120cv): 26.363€
Focus ST-Line 1.5L TDCi Powershift (120cv): 27.972€
Focus ST-Line 2.0L TDCi (150cv): 31.900€
Focus ST-Line 2.0L TDCi Powershift (150cv): 34.269€

Ford T com 100 anos percorre volta ao mundo



Dar a volta ao mundo num automóvel não é tarefa fácil. Mas agora imagine-se que a viatura se trata de um antigo Ford T, então aí a proeza é ainda maior. Falamos de um carro muito antigo que não tem as "mordomias" dos carros modernos e que terá de se sujeitar à dureza das intempéries e do clima que irá percorrer.

O feito foi iniciado em 2012 por um casal holandês e actualmente o Ford T já percorreu 80.000km passando por países como África do Sul, Estados Unidos ou Canadá. Está planeado que termine o percurso no ano de 2017.

Não é propriamente a volta ao mundo em 180 dias de Will Fog, mas de qualquer forma este pequeno modelo produzido nos EUA há 100 anos, e pensado por Henry Ford, vai ficar com uma história para contar no futuro.

E seria curioso verificar se teve muitos precalços mecânicos durante a longa viagem.




Vendas de veículos novos ligeiros de passageiros em 2015



As vendas de veículos ligeiros de passageiros em Portugal durante 2015 tiveram um ritmo de crescimento bastante positivo. Veja quais as marcas que mais vendera e cresceram.

Por unidades:

Renault 20.447
Volkswagen 16.900
Peugeot 16.566
Mercedes 13.525
BMW 12.889
Nissan 10.668
Opel 10.036
Audi 9.453
Citroën 8.534
Ford 8.491

Crescimento (2104 vs 2015):

Ford +49,8%
Nissan +44,1%
Mercedes +32,6%
Peugeot +25,7%
Renault +25,3%
Volkswagen +21,8%
BMW +21,4%
Opel +19,3%
Audi +18,8%
Citroën +16,0%

Ford pretende regressar às 24 Horas Le Mans em 2016



A construtora americana pretende regressar às 24 Horas de Le Mans com o novo Ford GT de competição na categoria LM GTE Pro class, precisamente numa altura em que se comemora os 50 anos da tripla conquistada em 1966. O novo carro irá competir no campeonato WEC da FIA em 2016 onde se integra a prova das 24 Horas de Le Mans.

Os patrocinadores serão: Multimatic Motorsports, Roush Yates Engines, Castrol, Michelin, Forza Motorsport, Sparco e a Brembo. Os testes já arrancaram e o motor que equipa o novo bólide será um V6 a gasolina de 3,5L EcoBoost da Ford.

Os carros de competição de Manoel de Oliveira (2015)



Manoel de Oliveira faleceu no presente mês e era o realizador cinematográfico mais velho no activo. Antes de se dedicar à sétima arte o cineasta também foi atleta de ginástica. Para além disso foi um apaixonado por automóveis e chegou a ser piloto de competição automóvel. Veja os carros que Manoel de Oliveira conduziu em diversas provas nacionais na década de 1930.

Em 1935 ganhou a Gincana do Palácio de Cristal na sua primeira corrida ao volante de um Fiat Ballila (3ª imagem). Em 1936 o portuense obteve um 2º lugar no Circuito Internacional de Vila Real ao volante de um BMW 315 (2ª imagem). Em 1937 alcançou um 1º lugar no Circuito Internacional do Estoril ao volante de um Ford V8 Especial (1ª imagem) e ainda um 4.º lugar no Circuito Internacional de Vila Real também ao volante do mesmo Ford.



Para além disso Manoel de Oliveira realizou um interessante documentário intitulado “Portugal já faz automóveis”, numa altura em que a indústria automóvel portuguesa mostrava algum vigor e iniciativa com várias marcas nacionais.

Ford Mustang, europa (2015)



A Ford vai lançar o Mustang no mercado europeu com um modelo distinto daquele que é vendido no mercado americano. Em Portugal estará disponível a partir dos 45.804 euros, um valor mais apelativo que define o objectivo claro da marca de fazer subir as suas vendas deste modelo. No entanto é mesmo um Mustang? A opção da Ford de colocar a frente deste Mustang com uma frente diferente é um bocado discutível. O estilo do Mustang é inconfundível e não faz sentido alterar a linguagem para um mercado fora dos EUA.

Talvez a ideia da Ford passe por comercializar na Europa um Mustang de "segunda linha" com um motor mais económico e uma cara mais discreta. É uma ideia infeliz já que a frente surge muito colada à imagem do novo Mondeo, prejudicando a identidade própria do Mustang. A estratégia comercial de criar uma imagem corporativa semelhante em todos os modelos de uma marca automóvel tem esta nuance de descaracterizar veículos que detêm uma personalidade mais vincada.

Numa altura em que comemora os 50 anos de existência convém recordar a história do Mustang. Nasceu depois de uma tentativa falhada da Ford em comprar a mítica marca Ferrari. Gorado o negócio a Ford decidiu lançar no mercado um modelo capaz de rivalizar com os modelos italianos e deu-lhe o nome de Mustang - designação de uma raça de cavalos. Coincidência ou não a rivalidade é evidente mesmo no logotipo. Se a Ferrari exibe no seu emblema um cavalo em pé apoiado nas duas patas traseiras, o Mustang mostra antes um cavalo a correr a toda a velocidade como que a querer simbolizar maior dinâmica face ao opositor.



Na parte estética do novo Mustang sobressai a frente com uma face diferente do habitual. Em vez da tradiconal boca que integrava grelha e farolins agora aparece com uma grelha divida em duas partes e as ópticas assumem mais destaque deixando de ser redondas passando a ser alongadas e afiadas de forma independente, um pouco à semelhança do novo Mondeo. A estética de faróis afiados foi iniciada pelos japoneses e adoptado pela primeira vez na Ford através do primeiro Focus, por isso isto é uma espécie de orientalização do Mustang. Na frente destaque ainda para o proeminente e comprido capôt que exibe dois vincos musculados. Desde a frente até à traseira existe uma protecção na base da carroçaria em plástico negro.

De perfil mantém-se o ADN com a mesma forma mergulhante atrás, mas mais escultórica e musculada, interrompida na traseira pela tradicional boca horizontal que alberga os grupos ópticos de design retro feito de clássicas três tiras verticais em cada lado. A traseira manteve-se assim fiel ao espírito da tradição Mustang e ainda bem já que o seu design é um dos mais bem conseguidos de sempre na história da indústria automóvel. Quanto ao interior reflecte o estilo e gosto europeu mas com um layout clássico. O painel de bordo exibe dois manómetros com letring em azul claro e ponteiros em vermelho. A consola central exibe um ecrã táctil de 8'' (de série) e por cima existem três bocas de ventilação em formato circular.



Este novo modelo desportivo estará disponível em duas motorizações a gasolina e dois tipos de carroçarias: coupé e cabriolet. Comparativamente com o propulsor 5L V8 de 418cv, o bloco 2.3L Ecoboost de 314cv é mais "económico" e acessível e certamente o preferido do mercado europeu. A diferença entre motores pode significar mais 10 mil euros de preço final. O novo Mustang vem com uma caixa manual de seis velocidades ou automática em opção. Quem optar pela versão descapotável terá de desembolçar 49.787 euros na versão Ecoboost e 91.838 euros na versão mais potente.

Como equipamento de série trás um sistema de travões de alta performance, jantes de liga leve de 19'', aileron traseiro, faróis frontais automáticos, luzes traseiras em leds, ar condicionado bizona e sistema de som com 9 colunas.

Ford GT II (2015)



A primeira geração do Ford GT de estrada foi fabricada entre 2005 e 2006. No entanto o seu início começou na competição há precisamente 50 anos na pista das 24 horas de Le Mans quando arrecadou o pódio completo. Agora foi apresentada a segunda geração do superdesportivo da marca da oval azul. O lançamento está previsto que seja em 2017 e junta-se a uma gama de viaturas desportivas a lançar até 2020 como são os casos de Focus RS, F-150 Raptor, Shelby GT350 e Shelby GT350R. A novidade do novo GT prende-se com a estrutura do chassis ser feita em fibra de carbono. Quanto a motorização irá recorrer à tecnologia Ecoboost.

A primeira evolução da Ford foi precisamente na pista quando em 1901 um modelo de Henry Ford venceu uma corrida. O feito levou diversos investidores a financiarem a marca. É sabido que o sucesso desportivo sempre teve grande influência nos clientes. Por isso não é de estranhar que a Ford queira voltar à ribalta passados 50 anos. O baixo peso da carroçaria do novo GT, através do uso de materiais como a fibra de carbono, o alumínio ou compósitos leves, beneficia as performances e a agilidade. A célula interior é feita em fibra de carbono, enquanto que na frente existe uma estrutura de alumínio. Atrás existe uma malha com painéis de fibra de carbono estrutural.



Claro que este é um veículo exclusivo acessível a carteiras bastante recheadas que não se preocupam muito com coisas como o consumo. No entanto o novo GT consegue melhorar este capítulo com o uso de turbos. A aerodinâmica é fundamental neste veículo de altas performances. O aileron traseiro é activado a partir de uma determinada velocidade para aumentar a downforce e manter o veículo estável. Dispõe de uma série de inovações tecnológicas que poderão ser replicadas nos modelos mais acessíveis. Aliás é sabido que a competição é o melhor campo para testar tecnologias que depois são aplicadas em carros comerciais.

O novo GT conta com um bloco central de 3.5L Ecoboost V6, auxiliado por dois turbos, a debitar 600cv de potência derivado da alta competição. Com este propulsor a Ford já conquistou várias vitórias no campeonato IMSA TUDOR United SportsCar Championship e ainda o primeiro lugar nas 12 Horas de Sebring. Já são mais de 15 mil quilómetros em corridas de resistência. A tracção é, obviamente, traseira e surge associada a uma caixa de sete velocidades com dupla embraiagem. As patilhas no volante tornam as mudanças quase instantâneas.



No que toca à parte estética o ADN do novo Ford GT continua intacto mas com inovações ao estilo contemporâneo. Apresenta um conceito mais fragmentado e complexo como já faz a Ferrari e recorre a formas mais musculadas e esculpidas. Pode ser uma moda mas o que é certo é que os modelos mais antigos com formas simples e puras continuam a ser os mais apreciados pelos colecionadores. Na frente o nariz de tubarão mantém-se, com uma enorme entrada de ar inferior desenhada através de um difusor aerodinâmico que serve para desviar o fluxo de ar do pára-choques. O capôt possui dois rasgos que servem para dissipar o calor.

Os olhos apresentam um desenho mais elaborado mas de pontas arredondadas. Aqui o GT da primeira geração era mais feliz com uma forma simples e eficaz. No interior as ópticas têm agora fundo negro e continuam com dupla iluminação em formato rectangular mas com decorações em luzes diurnas de leds a emoldurarem o conjunto. Na lateral os pilares frontais são dissimulados para dar a ideia de um vidro contínuo entre o pára-brisas e os vidros das portas. Os retrovisores são apoiados nas portas em finas hastes. As portas abrem em forma de gaivota e junto ao pilar traseiro existem entradas de ar para arrefecer o motor.



Uma solução curiosa aqui, e usada pela primeira vez num Ferrari, é a colocação de uma travessa que une o tejadilho e o ombro lateral da carroçaria. A sua forma não é fechada deixando fluir o ar desde a porta até ao aileron traseiro. Na lateral destaque ainda para as jantes de 20'' calçadas com pneus Michelin Pilot Super Sport Cup 2. O sistema de travagem recorre a discos compósitos feitos de carbono e cerâmica, devidamente ventilados.

A estética da traseira do novo GT foi mesmo a parte mais preservada. O estilo retro continua intemporal. As clássicas ópticas circulares são as mesmas mas agoras feitas com leds e salientes da carroçaria. Uma enorme boca serve para enquadrar as luzes e os escapes. É já uma imagem de marca do Ford GT a colocação da dupla ponteira de escape ao centro e ao mesmo nível das ópticas. Na parte inferior difusores aerodinâmicos em plástico negro ajudam colar o GT ao asfalto.



O cockpit do novo GT é minimalista e sóbrio em tons cinza e preto, com os botões a serem reduzidos ao nínimo. O volante recortado em cima e em baixo com comandos e patilhas de mudança atrás é bem ao estilo da Fórmula 1. Os dois bancos são integrados na célula de fibra de carbono premitindo uma ligação sensorial mais directa ao chassis. Outra inovação no GT é a introdução de pedais ajustáveis no lugar do condutor. Por norma só o volante costuma ser ajustável. O painel de instrumentos é totalmente digital e configurável em vários ambientes consoante o estilo de condução.

Vendas de veículos ecológicos de 1997 a 2014



As vendas de veículos ecológicos começa a ganhar alguma expressão no mercado português. Veja as vendas de veículos ecológicos entre 1997 e 2014. Os modelos híbridos são aqueles que oferecem maior autonomia e um preço mais aceitável daí dominarem o número de vendas, principalmente nas versões gasolina / eléctrico. Toyota e Honda são as marcas que dominam claramente o sector dos híbridos dado que já se iniciaram neste nicho há bastante tempo e detêm uma larga experiência, ao contrário das outras marcas que só agora começam a lançar modelos híbridos no mercado. No que toca a modelos eléctricos também surge uma marca nipónica, a Nissan, com o Leaf a ser o preferido dos portugueses. Já existe uma grande variedade de modelos eléctricos. Veja quais os modelos eléctricos mais caros e os mais baratos ao preço actual:

Tesla Model S - 108.000€
Ford Focus EV - 40.175€
Volkswagen e-Golf - 38.567€
BMW i3 - 38.250€
Nissan Leaf - 31.100€
Peugeot iOn - 30.758€
Citroën C-Zero - 30.381€
Mitsubishi i-Miev - 27.500€
Volkswagen e-Up! - 25.710€
Renault Zoe - 21.276€
Smart Fortwo ED - 19.644€

Ford Mustang de 1965 no Gymkhana 7 (2014)



Um Ford Mustang de 1965 devidamente transformado vai estrear-se no Gymkhana 7 e será pilotado por Ken Block, mestre em perícia ao volante. Terá tracção às quatro rodas e o motor será o mesmo usado no NASCAR, um V8 com 850cv de potência. Teremos que esperar até ver o vídeo no Youtube a 17 Novembro. Ficam as imagens do bólide com a tradicional publicidade da Monster.





Ford Mondeo V (2014)



Depois de renovados o Fiesta e o Focus com uma nova linguagem mais apelativa, a Ford repete a fórmula mas agora no Mondeo. E pode-se dizer que a aposta foi ganha. A frente é inspirada no novo Ford Mustang que é comercializado na Europa. Mas ao contrário dos modelos já referidos no novo Mondeo não se trata de um mero facelift, esta é mesmo a quinta geração e vem bem recheadoa em termos de equipamento e tecnologia. Chega no começo de 2015 e estará disponível nas versões sedan e carrinha (mais 1.200 euros).

A característica e estilizada grelha frontal ao estilo Aston Martin, bem como os alongados faróis mais cerrados e pontas externas arredondadas dão mais personalidade ao Mondeo. A grelha adicional inferior completada por faróis de nevoeiro fazem o olhar do novo Mondeo mais felino do que nunca. O design é clássico, feliz e equilibrado, sem exageros ou experimentalismos orientais. Na lateral sobressai o perfil elegante com ar de coupé. A linha de cintura percorre uma ponta à outra passando pelos puxadores e ópticas.



Os proeminentes espelhos encrustados na chapa das portas e com piscas integrados contribuem para o look desportivo. As ópticas frontais têm iluminação diurna em leds. Atrás as ópticas são bastante mais consensuais e elegantes que as do Focus. Seguem as linhas da anterior geração. A versão sédan mostra-se bem conseguida mesmo capaz de rivalizar com modelos de marcas premium alemãs. Quanto a segurança o novo Mondeo trás em opção airbags integrados nos cintos de segurança traseiros. Uma estreia no mercado europeu.

De série vem com os tradicionais airbags frontais, laterais, de cortina e joelhos no caso do condutor. Mas há mais, vem com cruise control, sistema automático de travagem até um limite de velocidade, sistema de aviso de mudança de faixa de rodagem, sistema de aviso de veículos em ângulo morto ou sistema de detecção de peões.



No capítulo de equipamento existem dois níveis: Trend e Titanium. O primeiro vem com climatizador, travão eléctrico, cruise control, rádio com sistema infoteinment denominado Ford Sync 1, sensores de chuva e luz, espelhos exteriores eléctricos rebatíveis, sistema de auxílio no arranque em subidas, sensores de pneus, sistema start/stop automático, sistema de segurança Ford MyKey e jantes de liga leve com 16''.

O nível Titanium trás adiciona ecrã táctil de 8'' denominado Ford Sync 2, bancos aquecidos, sistema de aviso de saída da faixa de rodagem, jantes de liga leve com 17'', sistema de reconhecimento de sinais de trânsito e sistema de auxílio no estacionamento. Em opção existem outros equipamentos como abertura eléctrica da mala, sistema de navegação ou sistema adaptativo de iluminação em Leds. A plataforma do novo Mondeo é a mesma que é usada na S-Max e isso reflecte-se nas dimensões, que cresceram.



O espaço a bordo está maior. A mala tem 541L na versão sedan, 500L na carrinha, 383L no híbrido. Os bancos são ergonómicos podendo ter sistema de massagem na frente, o que contribui para o conforto dos passageiros. Os materiais e acabamentos usados melhoraram em relação à geração anterior. O painel de bordo e a instrumentação seguem a tendência corrente da indústria automóvel: less is more. Nas motorizações haverá durante o arranque de vendas três blocos a diesel, três blocos a gasolina e um híbrido. A versão 1.0 Ecoboost a gasolina fica reservada para a Primavera de 2015.

Modelos a gasolina
1.0 Ecoboost (125cv): Abril 2015
1.5 (160cv)
2.0 (203cv)
2.0 (240cv)

Modelos a gasóleo
1.5 TDCi (120cv): Abril 2015
1.6 TDCi (115cv): 12,1s; 192km/h; 3,6L/100km; 94g/km; inferior a 25.000€ (frotas)
1.6 TDCi (115cv): 12,1s; 192km/h; 3,6L/100km; 94g/km; 30.930€
2.0 TDCi (150cv): 9,3s; 215km/h; 4,1L/100km; 107g/km; 36.023€
2.0 TDCi (180cv): 8,4s; 225km/h; 4,1L/100km; 107g/km; 40.140€

Modelos híbridos eléctrico-gasolina
2.0 IVCT Hybrid (187cv): 9,2s; 187km/h; 4,2L/100km; 99g/km; 33.886€
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