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Land Rover Defender encerra produção (2016)



O emblemático jeep inglês Land Rover Defender vai ser descontinuado, ao fim de 67 anos seguidos em linha de produção. Foi precisamente no dia 29 de Janeiro que a marca inglesa encerrou o ciclo de produção de um modelo icónico de linhas clássicas rectilíneas simples e farolins redondos tradicionais. Desde que foi lançada a primeira versão que o modelo sofreu pouquíssimas alterações estéticas.

A Land Rover encontra-se sob o domínio da indiana Tata que pretende actualizar os modelos da marca inglesa. Por isso o Defender não vai escapar a esta revisão e irá ser descontinuado, pelo menos por enquanto. O Defender irá "descansar" ou passar à reforma depois de 67 anos em actividade. Tendo em conta que se trata de um ícone reconhecido mundialmente de linhas clássicas puras, tudo indica que no futuro possa surgir um sucessor de linhas retro, mas mais moderno com tecnologia, inovação e motores mais ecológicos.

No entanto alterações profundas poderão descaracterizar o futuro novo Defender, que tem uma forte carga simbólica já que o seu lançamento foi feito a seguir ao fim da II Guerra Mundial. Um aspecto que a Tata pretende alterar é o tempo de produção do Defender. É um modelo que é feito quase na sua totalidade manualmente, tornando-o mais caro do que qualquer modelo moderno. O seu custo de produção é elevado. Para além disso as motorizações do Defender já se encontram obsoletas e não suportam as novas regras ambientais. Este é o modelo que caracteriza bem o espírito da marca e que captou inúmeros adeptos, como é o caso da raínha de Inglaterra.

O Land Rover Defender foi originalmente concebido para ser conduzido em terrenos agrícolas. É um todo-o-terreno puro e duro e, por isso mesmo, um veículo anti-elitista ou seja tanto podia ser vista a ser conduzido por um proprietário de um terreno como pelo próprio funcionário, isto no Reino Unido. Já no caso do nosso território o Defender não é propriamente um veículo barato e o seu preço é pouco amigo da maioria das carteiras portuguesas. No total foram vendidos mais de 2 milhões de unidades.

Existem imagens na internet daquilo que poderá ser o futuro sucessor do "velhinho" Defender. A herança é pesada. Enquanto não surge o novo modelo, quem quiser comprar um Defender "à antiga" ainda vai a tempo sendo certo que ficará com um clássico na garagem.

Land Wind X7 ou um clone perfeito do Evoque?



A marca chinesa Land Wind, cujo nome em si já é uma imitação de Land Rover, tem um modelo à venda bastante parecido com o Land Rover Evoque. O exterior é quase uma cópia perfeita do modelo britânico, não se tratando neste caso de mera inspiração. A Jaguar, que actualmente faz parte da indiana Tata, já anunciou que tomará medidas para proteger o desenho original do Evoque.

O Land Wind X7 vem equipado com um motor da Mitsubishi 2.0L com 190cv e transmissão automática de 8 velocidades. É impressionante que o Evoque possui a mesma potência. O preço do modelo chinês será cerca de 40% inferior ao britânico. Muitos pormenores são imitados como se pode ver na imagem. Resta saber se a qualidade também é igual.

Jaguar Land Rover desenvolve tecnologia que anula os ângulos mortos (2014)



A Jaguar Land Rover lançou um novo sistema tecnológico que projecta imagens captadas do exterior nos pilares frontais. O objectivo é eliminar o efeito ângulo morto onde não é possível ter visibilidade para o que se passa no exterior. Com várias câmaras instaladas, imagens do exterior são projectadas para os pilares da frente dando a sensação de imaterialidade dos mesmos e continuidade visual num ângulo de 360º.



Com este sistema é possível minimizar acidentes devido à falta de visibilidade. Dois ecrãs integrados nos pilares projectam as imagens. O denominado "360 Virtual Urban Windscreen" em conjunto com o "head up display" tornará mais difícil não evitar acidentes. Mas este sistema não se resume à segurança. Também será possível visualizar informações diversas como, por exemplo, o preço dos combustíveis nos postos mais próximos, lugares de estacionamento livres no parque mais próximo ou ainda qual o melhor percurso a seguir seguindo um destino pré-definido.

Land Rover Discovery Sport (2014)



Em 2015 está previsto o lançamento do novo Land Rover Discovery Sport, um SUV compacto premium desportivo da marca inglesa, com preço a arrancar nos 47.738€ na versão de tracção às duas rodas frontais. Pelas imagens parece o Evoque mas numa versão mais comprida. O Evoque teve boa aceitação no mercado pelo que a receita estética foi mantida. O Discovery Sport trás consigo algumas inovações e permite uma configuração de sete lugares.

A frente apresenta bastantes semelhanças com o Evoque. Os faróis rasgados são alinhados com a grelha horizontal e o pára-choques robusto apresenta protecção inferior em plástico negro que se estende às cavas das rodas. Na lateral o vinco incutido nas portas arranca na saída de ar frontal e prolonga-se até ao portão traseiro acabando por recortar o as ópticas de desenho feliz e agressivo.



O pilar central na cor negra em conjunto com o pilar traseiro na cor da carroçaria, com remate superior desligado do tejadilho, dão a ilusão de um SUV compacto com tecto levitante onde se destaca ainda o aileron traseiro aerodinâmico. A carroçaria é feita em alumínio e aço de alta resistência o que permite reduzir peso, melhorar as performances e os consumos. A Land Rover anuncia um custo de utilização reduzido.

No interior os materiais são de boa qualidade. Já os botões integrados no volante mereciam um desenho mais cuidado e discreto. Quanto a motorizações estarão disponíveis durante o arranque de vendas em 2015 os blocos 2.2L a diesel TD4 de 150cv e SD4 com 190cv e ainda um bloco a gasolina de 2.0L SI4 com 240cv. Para se ter acesso ao bloco mais económico, o diesel ED4, há que aguardar mais uns meses.



Comum a todos os motores são os factos de terem apenas quatro cilindros e serem sobrealimentados com turbo. Existe a possibilidade de escolher entre a versão com tração frontal ou integral às quatro rodas, sendo esta obviamente mais cara. De série vem com uma caixa manual de seis relações ou, em opção, é possível escolher uma caixa automática de nove velocidades.

Na parte tecnológica destaque para o novo eixo traseiro multibraço que permite reduzir o ruído a bordo, melhorar a agilidade e o comportamento do veículo em várias condições dando-lhe mais polivalência. O objectivo foi fazer deste SUV um veículo apto para sair fora do asfalto, ao contrário de muitos SUV's existentes no mercado. Também vem com airbags para peões e um ecrã táctil infoteinment no painel central.

Vendas de carros de luxo crescem em Janeiro e Fevereiro de 2014



As vendas de carros de luxo cresceram nos primeiros dois meses de 2014. A Porsche cresceu 53,6%, enquanto BMW e Mercedes subiram mais de 50%. Por sua vez a Ferrari vendeu três unidades. Já a Land Rover-Range Rover aumentou as vendas em 70,7%. De salientar ainda que a marca Maserati irá regressar ao mercado luso depois de se ter ausentado durante um curto período.

Range Rover IV 3.0 TVD6 (2013)



A quarta geração do Range Rover rompeu com a tradição, mas mantém a mesma postura imponente o mesmo comportamento robusto. A primeira geração, lançada em 1970, sempre teve uma imagem clássica e sóbria. Agora os designers da marca inglesa meteram "alguma" agressividade ao desenho do mítico modelo. E o refinamento foi elevado com materiais e pormenores próprios dos modelos premium. Quanto a tecnologia o novo Range Rover actualizou-se com nova electrónica e aptidões que o tornam num modelo apto para qualquer circunstância, tanto para compromissos mais distintos e "snobs", como para ambientes mais rústicos de todo o terreno.

De facto o novo Range Rover não teme nenhum obstáculo. Anda tão bem em estrada como em montanha. De facto conjugar um veículo com aptidões para todo o terreno que é capaz de vestir o fato de "fraque" não é fácil. Mas a marca inglesa conseguiu superar as espectativas e criou um autêntico camaleão. A única desvantagem deste modelo é mesmo o seu preço, não acessível a qualquer carteira. Trata-se mesmo de um veículo de luxo pelo seu preço. A estrutura deste SUV é feita em alumínio o que ajudou a diminuir o peso do veículo, a melhorar a eficácia de condução e ainda a ganhar rígidez.



O novo Range Rover pesa menos 420kg que a anterior geração. O alumínio contribuiu para a redução em 300kg. Também o bloco 3.0 TVD6 é mais leve que o anterior 4.4 TVD8. A caiva é automática ZF com 8 relações. Vem com sistema de start-stop. Quem agradece com estas alterações é a carteira do condutor e o ambiente que viu os consumos e as emissões de CO2 diminuirem. A marca anuncia 7,5L/100km e 196g/km. Ora trata-se de um valor meramente indicativo visto que na realidade o valor é muito diferente andando na casa dos 9,3L/100km. No entanto um valor aceitável tendo em conta que se trata de um veículo de duas toneladas e cinco metros de comprimento.

O centro de design foi buscar inspiração aos Jaguar. De facto o design está mais apurado apesar de manter a essência do primeiro Range Rover. As linhas rectas mantêm-se mas estão ligeiramente mais arredondadas. O que chama mesmo a atenção do seu desenho é a sua linha de cintura. O vinco lateral das portas prolonga-se pelo recorte do capot do motor, passando pelas ópticas, pela grelha indo até às ópticas traseiras e o friso cromado do porta-bagagem. Nas portas laterais sobressaem rasgos a lembrar as guelras de um tubarão. O interior é sóbrio com materiais de boa qualidade como elementos em madeira, plásticos macios e elementos cromados. Um ambiente distinto, refinado e aristocrático.



A qualidade é perceptível a olho nú e ao tacto. O novo Range Rover absorve de forma eficaz as irregularidades do piso. A tracção às quatro rodas são uma garantia de segurança. O comportamento em curva foi melhorado graças à ajuda de electrónica. A caixa é suave e precisa, mas não é rápida, com possibilidade de comandos em patilhas no volante. Os vidros são laminados, capazes de absorver acusticamente os ruídos provenientes do exterior. Os bancos têm regulação eléctrica e podem ser aquecidos. Em suma um modelo requintado e aristocrático que até pode gerir o melhor modo de condução sem que o condutor tenha de fazer algo para tal.

O equipamento de série inclui um sistema que permite captar televisão e sintonizar canais através do ecrã táctil. Ou ainda ver filmes de DVD. Um luxo... A única coisa mesmo a apontar a este veículo é mesmo a altura ao solo. De facto para se aceder ao interior há que escalar a porta, como se faz nos camiões. Um sistema electrónico que rebaixa a suspensão ajuda, mas pouco.

Mecânica
Motor: Diesel, dianteiro, 6 cilindros em V, 2993cc
Tracção: às 4 rodas
Potência: 258cv às 4000 rpm
Binário: 600 Nm às 2000 rpm
Caixa: automática 8 velocidades

Dimensões
Comprimento: 4999 mm
Largura: 1983 mm
Altura: 1835 mm
Peso: 2160 kg
Mala: 550 L
Depósito: 85 L

Prestações
Velocidade máxima: 209 km/h
Aceleração 0-100 km/h: 7,9 s

Consumos
Combinado: 7,5 L/100km
Emissões CO2: 196g/km

Preço
a partir de 119.542€

Prós e contras
+ versatilidade, conforto, luxo e requinte a bordo, comportamento geral
- preço, altura ao solo, acesso à mala

Range Rover IV (2012)

"O novo Range Rover entra na quarta geração da marca de jeeps Land Rover, sendo que a primeira foi lançada em 1970. Por isso tem de ser o melhor de sempre. O Range Rover foi considerado o 'Rolls-Royce dos todo o terreno', mas agora a Land Rover vai mais longe e afirma que o novo Range Rover tem entre os seus concorrentes modelos exclusivos como o Rolls-Royce Ghost, o Bentley Continental Flying Spur ou simplesmente o Mercedes-Benz Classe S.
Curiosamente, o único 'T.T.' que a marca britânica admite rivalizar com o quarto Range Rover da história é o Toyota Land Cruiser V8, mas apenas no capítulo do desempenho fora da estrada. E, ainda assim, posiciona o modelo japonês atrás do seu...

Dotado de um interior que não só rivaliza com as melhores limusinas pelo enorme espaço que oferece aos ocupantes mas também pelos detalhes - é todo forrado em couro, com tapetes em lã, aplicações em madeira lacada e em alumínio escovado - e pelo rico equipamento que disponibiliza, o novo Range Rover oferece mesmo uma variante 'executiva', com apenas dois lugares atrás, em bancos individuais com nove pontos de regulação distintos e função de massagem, para garantir que mesmo os percursos mais agrestes não serão desgastantes para quem viaja a bordo.

E se do ponto de vista do design, da sofisticação e do conforto o novo Range Rover ultrapassou todas as gerações anteriores, tecnicamente a distância é ainda maior. O modelo tem uma estrutura integralmente construída em alumínio, muito mais leve e rígida, e recebe suspensões independentes com cilindros pneumáticos, mais aptas a combinar um desempenho estradista ao melhor nível com as necessidades em todo o terreno. E nesta materia "o especialista em T.T. é fornecido com o veículo", brinca Alex Heslop, o chefe da equipa de engenheiros que projetou o Range Rover, ao referir-se ao sistema Terrain Response2 que adapta automaticainente o veículo a todas as situações de terreno, para que o condutor só tenha de comandar o volante...

Um luxo que não sai barato

"O novo Range Rover é um veículo muito especial, para clientes especiais", declarou o presidente da Jaguar Land Rover, Ralph Speth, na apresentação o do novo veículo aos jornalistas. "É um veículo caro, mas incomparavelmente exclusivo. Nem podia ser outra coisa! ..." Em Portugal os preços começam nos €ll9.542 e podem chegar aos €181.675. A versão mais acessível é a 3.0 TDV6 HSE, que recebe um novo motor turbodiesel V6 de 3,0 litros com 258 cv de potência, enquanto que o top0 da gama é o Range Rover 5.0 LR-V8 Supercharged na configuração Autobiography. Esta última associa o motor V8 a gasolina sobrealimentado de 5,0 litros com 510 cv de potência a um equipamento exclusivo e personalizado, que permite escolher entre cerca de 18 mil opções, entre as quais um sistema de som concebido especialmente pela Meridian, com 29 altifalantes e 1700W de potência, capazes de fazer o interior do Range Rover rivalizar com uma sala de espetáculos! Luxos que se pagam caro e que não estão ao alcance de qualquer carteira."

A Range Rover começou por ser uma referência no que toca a veículos todo o terreno. Os seus carros eram máquinas de combate. Mas hoje, a marca está um bocado diferente, talvez algo "aburguesada". Actualmente os veículos da Range Rover "viraram-se" para o nicho dos SUV's desportivos de luxo, divergindo dos primeiros modelos da história da marca que eram rectilíneos e simples. Com esta mudança o mercado alterou-se, e o tipo de clientes já não é o mesmo que era antigamente. Com preços a rondar os 100 mil euros não é qualquer um que adquire esta viatura.

É sabido que o mercado de veículos de luxo é mais imune à crise económica que assola a Europa. No entanto não se pode afirmar que este mercado esteja totalmente fora de risco. A Rolls-Royce é das poucas marcas que mais têm crescido contra a corrente geral. Resta saber se, com esta filosofia, a sustentabilidade da Land Rover está efectivamente assegurada, ou será que vai, algum dia, voltar ao carismático jeep puro e duro? O futuro o dirá.

Mecânica
Potência: 258 a 510cv

Prestações
Velocidade máxima: 210 a 250 km/h

Consumos
Combinado: 7,4 a 13,5 L/100km

Preço
a partir de 119.542€


fonte: expresso, novembro 2012
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