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Mitsubishi poderá cancelar vendas devido ao escândalo de consumo (2016)



A Mitsubishi vai ter de cancelar a venda de oito modelos devido ao escândalo dos consumos, isto depois de uma investigação do Ministério dos Transportes japonês à fabricante automóvel. Ao que tudo indica a Mitsubishi terá exagerado os dados sobre a eficiência do consumo.

Serão oito os modelos em risco de ser descontinuados como Pajero, Outlander e RVR SUV. No entanto as restrições aplicam-se apenas ao mercado japonês. O cancelamento pode ser levantado caso a marca resolva os problemas nestes modelos.

A marca japonesa reconheceu que os seus funcionários efectuaram modificações na pressão de pneus durante os testes de consumo de combustível de 625 mil unidades vendidas no Japão, em quatro dos seus modelos de veículos ligeiros, com o intuito de melhorar os dados de consumo.

A Mitsubishi está impedida de vender os carros em questão no mercado doméstico, até efectuar as alterações exigidas. O pior é que a marca anunciou que falsificou os testes nos últimos 25 anos.

Escândalo das emissões apanha a Mitsubishi



O escândalo das emissões fraudulentas em carros a diesel está para durar. Depois do grupo VW com modelos das marcas VW, Audi e Porsche chega agora a marca japonesa Mitsubishi. Mas também a Daimler (detentora da Mercedes) está a investigar os seus propulsores a diesel. E parece que a BMW também poderá ser alvo de pesquisas.

A VW terá de pagar aos clientes lesados nos EUA uma quantia de 4.400€ mas poderá ter de suportar ainda um encargo elevado. Caso a licença de circulação seja retirada e as autoridades americanas não aceitarem a alteração no software a marca ver-se-á obrigada a recomprar todos os modelos em questão.

A própria Mitsubishi já veio admitir o uso de testes inapropriados há mais de 25 anos ou seja desde 1991, o que implica que sejam milhares ou milhões de veículos e modelos indevidamente homologados. A marca afirmou não saber ainda quais os modelos envolvidos. No mercado interno vários modelos foram ainda testados com um sistema não homologado desde 2002 e assim vendidos com uma garantia de consumo falsa através da alteração da pressão nos pneus.

Com este escândalo a Mitsubishi colocou a sua existência em risco. O alerta foi dado pelo presidente da marca numa conferência de imprensa em que também explicou que ainda não tem resposta para dar aos clientes: “não estamos em condições de lidar com os clientes, apenas lhes estamos a dizer que iremos oferecer algo”.

Mitsubishi L200 V (2015)



A Mitsubishi renovou a popular pickup L200, um veículo de carga para todas as ocasiões. É a quinta geração e está mais equipada e confortável o que permite um certo nível de sofisticação. Ou seja a nova pickup está mais versátil. Convida a deixar o casaco das trabalho em casa e a vestir um fato de ocasião. Cerca de 80% dos componentes foram alterados em relação à última versão. O design também foi actualizado e é inspirado no SUV da marca japonesa. Possui linhas mais fluídas e harmoniosas. É fabricada na Tailândia.

Na frente sobressai uma grelha imponente cromada de rasgos verticais. As ópticas têm dentes afiados. O pára-choques mais musculado conta com uma grelha inferior horizontal em favos de mel onde se alojam, nas pontas, faróis de nevoeiro com moldura cromada. Os espelhos retrovisores também em cromado com pisca integrado dão mais desportividade à pickup. Atrás o enorme pára-choques saliente em cromado com protecção nas pontas em plástico negro faz lembrar os velhos pára-choques em aço. A porta de acesso à caixa de carga traseira está mais estilizada e os farolins mais alongados.

A Mitsubishi refere que a resistência aumentou e os blocos (todos a diesel) permitem tirar performances e consumos mais em conta. A versão de entrada conta com tracção às rodas traseiras. Todas as restantes têm tracção integral fazendo da L200 um autêntico todo-o-terreno. A versão de topo, denominada Strakar, é a única a contar com caixa automática. As outras três variantes trazem de série caixa manual com seis relações.



Conta com 5,2m de comprimento, 1,79m de largura e 1,78m de altura. É um típico veículo de carga feito para circular em pisos fora do asfalto e em locais em que não necessita de preocupações de espaço para estacionar. Não é um veículo de grandes performances. Em auto estrada tem uma velocidade de ponta de 169km/h na versão base. É capaz de transpor lençóis de água até 60cm de profundidade. Possui um diâmetro de viragem de 11,8m o que é uma vantagem para manobrar um veículo desta dimensão.



O interior é espaçoso, no entanto os materiais são algo duros. Este não é um veículo de grandes luxos mas notam-se alguns pormenores que procuram melhorar a imagem e o requinte como os detalhes em cromado. De salientar que na versão com cabine Club as quatro portas têm abertura simétrica, ou seja as portas de trás são com abertura "suicida".



Trás de série equipamento de segurança como sistema de auxílio ao arranque em subida, selector electrónico na consola central do modo de tracção e condução, bloqueio de diferencial traseiro ou central, assistência à estabilidade de atrelado, controlo de estabilidade. Existem quatro estilos de condução: 4x2 Altas (pisos com asfalto), 4x4 Altas (piso molhado), 4x4 Altas com bloqueio de diferencial (pisos com fraca aderência) e 4x4 Baixas com bloqueio de diferencial (pisos com lama, neve ou areia).



Óbvio que a versão de entrada tem algumas limitações, mas pode circular em pisos de dificuldade mínima. A versão de topo pode enfrentar obstáculos mais difíceis, ideal para quem gosta de aventuras fora de estrada. Tem vários níveis de equipamento sendo que a gama Invite oferece algumas mordomias como ecrã táctil multifunções, jantes de aço com 16'', volante multifunções, ar condicionado, vidros eléctricos, rádio CD/mp3 com entrada USB e cruise control. A gama acima Intense disponibiliza jantes de liga leve com 17'', câmara de auxílio ao estacionamento traseiro, vidros fumados, ligação bluetooth, sensores de luz e chuva, sistema de lava faróis, climatizador bi-zona entre outros.

Versões a diesel
2.4 4x2 cxM (154cv): 169km/h; 6,3L/100km; 166g/km; 25.550€;
2.4 4x4 cxM (154cv): 169km/h; 6,4L/100km; 169g/km; 26.500€;
2.4 4x4 cxM (180cv): 179km/h; 6,4L/100km; 169g/km; 28.825€;
2.4 4x4 cxA (180cv): 177km/h; 7,2L/100km; 173g/km

Vendas de veículos ecológicos de 1997 a 2014



As vendas de veículos ecológicos começa a ganhar alguma expressão no mercado português. Veja as vendas de veículos ecológicos entre 1997 e 2014. Os modelos híbridos são aqueles que oferecem maior autonomia e um preço mais aceitável daí dominarem o número de vendas, principalmente nas versões gasolina / eléctrico. Toyota e Honda são as marcas que dominam claramente o sector dos híbridos dado que já se iniciaram neste nicho há bastante tempo e detêm uma larga experiência, ao contrário das outras marcas que só agora começam a lançar modelos híbridos no mercado. No que toca a modelos eléctricos também surge uma marca nipónica, a Nissan, com o Leaf a ser o preferido dos portugueses. Já existe uma grande variedade de modelos eléctricos. Veja quais os modelos eléctricos mais caros e os mais baratos ao preço actual:

Tesla Model S - 108.000€
Ford Focus EV - 40.175€
Volkswagen e-Golf - 38.567€
BMW i3 - 38.250€
Nissan Leaf - 31.100€
Peugeot iOn - 30.758€
Citroën C-Zero - 30.381€
Mitsubishi i-Miev - 27.500€
Volkswagen e-Up! - 25.710€
Renault Zoe - 21.276€
Smart Fortwo ED - 19.644€

Mitsubishi Canter E-Cell em fase final de testes (2014)



A Mitubishi Canter E-Cell é uma viatura pesada de carga 100% eléctrica, com zero emissões de CO2. Foi totalmente desenvolvida em Portugal na fábrica do Tramagal da Mitsubishi Fuso. O fabrico deste veículo foi solicitado pela Mitsubishi no Japão à sua sucursal portuguesa há cerca de quatro anos e encontra-se na recta final de testes. Os encargos do projecto também tiveram apoio portugueses como são os casos da Aicep, IAPMEI e CEIIA.

A Canter E-Cell tem um motor eléctrico de engenharia portuguesa, cujas baterias pesam 1.500kg. É capaz de transportar 2.500kg de carga. A potência equivalente é de 150cv e o binário de 650Nm, capazes de proporcionar boas acelerações. A velocidade máxima é de cerca de 90km/h. Serão disponibilizados alguns modelos a várias câmaras municipais, aos CTT, à REN e Barraqueiro para os testes finais.

Mitsubishi encerra produção do Lancer Evo (2014)



A Mitsubishi anunciou o fim da linha de produção do Lancer Evolution devido à fraca procura do modelo desportivo. Não haverá subsituto para a actual décima geração. A marca nipónica pretende construir um modelo desportivo de raíz recorrendo à base do Mégane, com sistema híbrido mas que não se designará Evolution. O Lancer Evo iniciou a sua produção em 1992 e vai já na 10ª geração tendo vendido um total de 154 mil unidades em todo o mundo.

Fábrica do Tramagal celebra cinquenta anos de existência (2014)



A fábrica do Tramagal celebra cinquenta anos a fabricar veículos e é a mais antiga do sector em actividade a laborar no nosso país. O sector de automóveis em Portugal é um dos maiores exportadores nacionais cabendo à fábrica do Tramagal um papel relevante embora não tão determinante em números como a fábrica da Autoeuropa em Palmela. Também a fábrica de pneus Continental, que adquiriu a nacional Mabor, é uma grande exportadora.

Tudo começou quando a Metalúrgica Duarte Ferreira (MDF) iniciou a produção dos veículos pesados Berliet destinados à guerra colonial. Inicialmente designava-se por MDF Tramagal – Indústrias de Fundição, Lda., passando mais tarde para MDF. Em 1992 é encerrada a produção dos camiões militares e dita o fim da MDF. Já em 1990 a fábrica é adquirida pelo grupo Mitsubishi passando a fábrica a designar-se de Mitsubishi Fuso Truck Europe. Em 2004 é integrada no grupo Daimler.

Desde essa altura que a produção na fábrica passou a ter no portfólio veículos pesados e ligeiros comerciais da marca japonesa como os Fuso Canter, L200, L300 e Pajero. Em 50 anos de existência já saíram da fábrica do Tramagal 200.000 unidades. Desde 2012 que a fábrica produz o comercial ligeiro híbrido Fuso Canter Eco Hybrid. Na calha está a produção de um camião eléctrico denominado Fuso Canter E-Cell pesando cinco toneladas e com autonomia para 100km.



O projecto do camião eléctrico teve o apoio do estado em cerca de três milhões de euros. Tanto a Daimler como a Mitsubishi já investiram 21 milhões de euros nos últimos anos para modernizar a fábrica. É sabido que a Europa estagnou e lentamente inicia a sua recuperação económica por isso há que apostar noutros mercados. Um dos mercados que a fábrica do Tramagal pretende investir é no africano. Embora a indústria de viaturas em Portugal tenha sofrido inúmeras baixas iniciadas desde o 25 de Abril, ainda há núcleos que persistem. Actualmente existem quatro fábricas no país:

Autoeuropa em Palmela: 91.200 unidades produzidas em 2013
PSA em Mangualde: 56.517 unidades produzidas em 2013
Mitsubishi Fuso em Tramagal: 3.758 unidades produzidas em 2013
Toyota Caetano em Ovar: 1.111 unidades produzidas em 2013

Estudo comparativo de sistemas automáticos de travagem AEB pela Deco Proteste (2014)



Várias marcas automóveis começaram a aplicar sistemas automáticos de travagem em caso de risco de colisão para mitigar eventuais impactos na viatura ou em peões e passageiros.

São denominados AEB (Autonomous Emergency Braking).

Quando o sistema detecta um obstáculo e efectua um cálculo prevendo que o condutor não terá tempo de evitar um impacto, o AEB entra em ação de forma automática, activando os travões. No entanto alguns sistemas só funcionam a velocidades reduzidas.

A DecoProteste realizou um estudo em parceria com a EuroNcap para avaliar a eficácia de vários sistemas. Veja os resultados.



Marca Modelo Sistema Estrada (1 a 3) Cidade (1 a 3)
Mercedes Classe E Pre-Safe Brake 2,7 Bom 3 Bom
Volvo V40 City Safety + Collision Warning with Full Auto-brake 2,6 Bom 2,9 Bom
Volvo XC60 City Safety - - 1,9 Adequado
VW Golf Front Assist 2,2 Bom - -
Mitsubishi Outlander Forward Collision Mitigation 1,9 Adequado 2,1 Bom
Honda Civic Collision Mitigation Brake System 0,4 Mínimo - -
Fiat 500L City Brake Control - - 1,8 Adequado
Ford Focus Active City Stop - - 1,7 Adequado

Mitsubishi Space Star 1.2 80cv (2013)



A Mitsubishi recuperou a designação Space Star para baptizar o novo pequeno citadino que vem substituir o Colt. Ao início o modelo iria chamar-se Mirage, mas um problema de registo obrigou a marca japonesa a optar por outro nome. Isto no mercado europeu porque no resto do mundo o veículo chamar-se-á de Mirage.

Space Star foi um nome já usado pela Mitsubishi para designar um monovolume que viu o fim da linha em 2005. O novo Space Star consiste num citadino e teve o início da sua fase de desenvolvimento em 2009. A Mitsubishi aposta forte neste veículo uma vez que se destina a todos os mercados. É um carro global cuja plataforma é comum a vários modelos.

O novo Space Star não chega a pesar uma tonelada, devido ao uso de materiais leves mas resistentes. Tem uma estética espartana embora sem grandes rasgos de emoção. A Mitsubishi preocupou-se mais ao nível dos consumos e performances aos quais contribuiu o design aerodinâmico e pneus de baixa resistência.



Ao nível de equipamento o Space Star é bastante interessante pois trás de série sistema Start / Stop e sistema de regeneração de energia de travagem. Vem ainda com sensores de chuva, climatizador, vidros escurecidos, rádio cd/mp3 com conexão USB, arranque sem chave.

O motor 1.2L de cilindrada com três cilindros tem válvulas de abertura variável e revela-se eficiente. O consumo anunciado é de 4,3L/100km isto para jantes de liga leve com 15''. A Mitsubishi disponibiliza apenas um nível de equipamento. E como opções há a registar o kit bluetooth e pintura metalizada.

A transmissão é feita através de uma caixa manual de 5 velocidades, mas por mais 1.000€ é possível optar por uma caixa automática de variação contínua CVT. Apenas se justifica ao nível do conforto em condução para cidade. Um indicador Eco Drive Assist no painel de bordo dá dicas ao condutor de modo a economizar no consumo.



Ao nível da segurança o Space Star trás sistema de controlo de estabilidade e de tracção, seis airbags, sistema de protecção de peões em caso de embate. não se pode esperar muito de um pequeno citadino mas o habitáculo é confortável e o espaço está bem aproveitado. Curiosamente a mala do Space Star é maior que a do anterior Colt.

Mecânica
Motor: Gasolina, dianteiro, 3 cilindros em linha, 1.2L, 12 válvulas
Tracção: dianteira
Potência: 80 cv às 6000 rpm
Binário: 106 Nm às 4000 rpm
Caixa: manual 5 velocidades

Dimensões
Comprimento: 3710 mm
Largura: 1665 mm
Altura: 1450 mm
Peso: 845 kg
Mala: 235 L

Prestações
Velocidade máxima: 180 km/h
Aceleração 0-100 km/h: 11,7 s

Consumos
Combinado: 4,3 L/100km
Emissões CO2: 100 g/km

Preço
a partir de 13.750€

Prós e contras
+ equipamento, consumo, espaço
- alguns materiais duros

Mitsubishi Lancer Evo XI e Mitsubishi Lancer PHEV, teasers (2014)



A Mitsubishi prepara o lançamento da próxima geração do Lancer Evo que ocorrerá em 2014. E na calha está prevista uma versão híbrida a gasolina de alta performance com 500cv com base no MiEV Evolution II que correu em Pikes Peak.

Por enquanto ainda não existem imagens oficiais definitivas que possam revelar a estética do novo modelo. Algumas são captadas na internet e provavelmente será inspirado no Concept-RA. O que se sabe é que o novo Evo terá um novo sistema de tração integral mais eficaz. Contará com uma melhor eficiência de consumos e uma redução das emissões.

Quanto à versão híbrida, denominada de Lancer PHEV, existirá a possibilidade de optar pela condução em modo eléctrico. A marca nipónica refere que se tratará de um modelo com sistema de carregamento plug-in. Aliará um bloco de 2.0L a gasolina a dois motores eléctricos de 80cv prefazendo uma potência final de 500cv. O Mitsubishi Lancer PHEV anuncia um impressionante consumo médio de apenas 1,8L/100 km, 50g/km de emissões de CO2 e uma autonomia de 64 km em modo elétrico.



Mitsubishi ASX, facelift (2013)



A Mitsubishi procedeu a uma revisão do crossover ASX. As alterações no exterior são poucas, mas a grande mudança é mesmo nos preços e no equipamento. Pequenos retoques para dar novo fôlego ao pequeno SUV. Lançado em 2010, o ASX agora está mais acessível à carteira dos portugueses. Pode aventurar-se por estradas de terra, mas sente-se mais à vontade em meios urbanos. A versão de entrada a gasolina custa 22.000€ enquanto a versão diesel 28.000€.

Na versão diesel a redução do preço é de cerca de 2.080€. Em termos de consumo e emissões há a registar melhorias isto devido a alterações introduzidas nas motorizações. A carteira do condutor agradece. Também a suspensão foi melhorada, beneficiando o conforto a bordo. Esta pequena melhoria torna as viagens menos cansativas. Em termos estéticos este ASX parece igual ao de 2010, mas é preciso olhar com mais atenção. O pára-choques é novo e apresenta faróis de nevoeiro actualizados, ópticas novas e grelha redesenhada. Os espelhos retrovisores exteriores foram modificados de forma a reduzir o ruído aerodinâmico. Também atrás o pára-choques foi ligeiramente mexido. No tejadilho as barras são em cor preta.



Como é sabido a Mitsubishi já tem larga experiência em todo o terreno. As versões de tracção às duas rodas têm um comportamento aceitável fora do asfalto, o que é de assinalar quando comparado com outras marcas que apresentam SUV's avessos à terra batida.
Mas é no interior que se notam mais novidades. O autorádio é novo e aceita CD e MP3. O volante tem agora multifunções e é de série. Os assentos estão mais ergonómicos e apresentam maior apoio lateral. Muito do pacote de equipamento que dantes era opcional passa agora a ser de série. Os opcionais foram, portanto, reduzidos de forma a satisfazer o cliente, cada vez, mais exigente.



Modelos a gasolina
1.6 CT 2WD Invite: 183km/h; 11,4s; 5,8L/100km; 133g/km; 22.000€
1.6 CT 2WD Intense: 183km/h; 11,4s; 5,8L/100km; 133g/km; 23.501€
1.6 CT 2WD Instyle: 183km/h; 11,4s; 5,8L/100km; 133g/km; 25.402€

Modelos a diesel
1.8 DI-D 2WD Invite: 189km/h; 10,2s; 4,8L/100km; 125g/km; 28.000€
1.8 DI-D 2WD Intense: 189km/h; 10,2s; 4,8L/100km; 125g/km; 29.321€
1.8 DI-D 2WD Instyle: 189km/h; 10,2s; 4,8L/100km; 125g/km; 31.502€
1.8 DI-D 4WD Instyle: 189km/h; 10,0s; 5,6L/100km; 146g/km; 39.000€

Prós e contras
+ Preço de entrada na versão gasolina, equipamento, comportamento fora de estrada
- Preço de entrada na versão diesel

Nissan DAYZ e Mitsubishi eK Wagon (2013)



A Nissan e a Mitsubishi decidiram fazer uma parceria para comercializarem no Japão dois veículos gémeos cujo formato será um misto de Van com pequeno citadino. Ou seja um Mini-van que tanto furor está a fazer no Japão. A produção será feita em Okayama. O modelo da Nissan designar-se-á de DAYZ, enquanto o da Mitsubishi chamar-se-á de eK Wagon.

Este tipo de veículos tem ganho uma quota de 38% no mercado Japonês, pelo que as marcas estão atentas ao fenómeno. Já adquiriram a alcunha de “Kei”, tendo como características o baixo custo e a facilidade de condução. É mesmo um dos poucos segmentos em expansão no Japão, ao contrário de outros que estagnaram. O objectivo do Nissan DAYZ e Mitsubishi eK Wagon será concorrer com o Honda N-box, líder de vendas do segmento este ano no Japão.

Para incentivar a venda destes veículos o governo japonês diminuiu os impostos, e criou lugares de estacionamento próprios. A partir daqui tornaram-se bastante populares.

Mitsubishi Space Star 1.2 (2013)



A Mitsubishi substituiu o Colt pelo Space Star. O novo pequeno citadino apresenta como argumentos consumos bastante económicos e um pacote de equipamento de série para combater o competitivo segmento dos utilitários. A marca japonesa pretende oferecer um produto mais global com novos trunfos e responder às novas exigências dos mercados.

A sua comercialização em território nacional iniciar-se-á antes do Verão de 2013. O concept car do Space Star denominava-se Mirage. Mas problemas com o registo do nome fizeram com que a marca japonesa tivesse de alterar a designação e fosse buscar o nome de um monovolume que produziu anteriormente. Ora Mirage é um nome mais concensual do que Space Star.

A indústria automóvel ensinou-nos que, por norma, nomes grandes, complexos e com mais de uma palavra não vingam no mercado. Mas há excepções e Space Star foi um nome usado para designar um bem sucedido monovolume. Agora não se percebe porque razão a Mitsubishi foi buscar este nome ao baú e rebaptizou-o num carro de pequenas dimensões que de espaço não tem nada. Espaço não é propriamente aquilo que oferece este citadino. Pode ser que a marca se refira agora a uma estrela no espaço, quem sabe...

O novo Space Star é antes de tudo um carro racional sem rasgos para a emoção. Se calhar a parte da estética do Space Star foi descurada e merecia mais cuidado pois parece algo desactualizado. Em comparação com o Colt, o Space Star está mais redondinho para oferecer a mínima resistência ao ar. Na frente a enorme grelha que caracteriza a linguagem dos recentes Mitsubishi foi cortada ao meio por um pára-choques horizontal. Perdeu a agressividade. A marca japonesa não pretende que este carro seja para dar nas vistas.

A parte traseira parece algo estranha pois o pára-choques está alinhado com a porta da bagageira sem qualquer folga. Isto em termos funcionais deixa muito a desejar pois em caso de embate por trás não há espaço para absorção de impacto. Pára-choques salientes têm a função de absorver impactos. A produção deste modelo será feita na Tailândia e a Mitsubishi estima que 29% seja absorvido pelo mercado aiático, 27% pelos mercados Europeu, Rússia e Ucrânia, e 26% pelo Japão.

Como se referiu este não é um carro espaçoso. Tem dimensões reduzidas apresentando 3,71m de comprimento, 1,67m de largura e 1,49m de altura. Pesa menos de uma tonelada (845kg) e por isso é necessário ter algum cuidado com ventos laterais. O Colta pesava mais 120kg. O Space Star foi concebido para circular na cidade e para estacionar de forma fácil em qualquer canto. Um dos pontos fortes é mesmo o consumo reduzido. Para tal a Mitsubishi trabalhou bem a aerodinâmica para oferecer o mínimo de resistência ao ar, e elaborou motores económicos de 3 cilindros a gasolina.

O motor 1.0 de 71cv anuncia um consumo de 4L/100km e emissões de 92g/km. Já o bloco 1.2 de 80cv prefaz um consumo de 4,1L/100km e emissões de 96g/km. O mercado português estará limitado ao bloco 1.2 com apenas um nível de equipamento e caixa manual de cinco velocidades ou automática CVT por encomenda.

O projecto do Space Star centrou-se, essencialmente, na economia de consumo. E pode dizer-se que o objectivo foi conseguido. No entanto, um motor tricilíndrico é mais ruidoso do que um bloco de quatro cilindros.

A velocidade máxima é de 180km/h, o que é um feito para a cilindrada do motor, mas é preciso ter algum cuidado com ventos laterais devido ao reduzido peso. Outra característica interessante deste modelo é que dispõe de cinco lugares e pode levar cinco portas o que obrigou os engenheiros da marca a um exercício de minimalismo. A bagageira também se revela competente, oferecendo capacidade para 235L. Por se tratar de um exercício minimalista é normal que a parte estética se tivesse ressentido.

Como se referiu no início, um dos trunfos deste citadino é a oferta de equipamento. Vem de série com sistemas de segurança como ABS, sistema de controle de estabilidade e antiderrapagem, sistema de apoio à travagem de urgência, sistema Start & Stop e ainda sistema de recuperação de energia nas travagens.

Prós e contras
+ consumo, espaço conseguido, equipamento de segurança de série
- estética amorfa

Mecânica
Motor: Gasolina, dianteiro, 3 cilindros em linha, 1.2
Tracção: dianteira
Alimentação: injecção directa
Potência: 80cv
Binário: 106 Nm às 4000 rpm
Caixa: manual de 5 velocidades ou automática CVT de 5 velocidades

Dimensões
Comprimento: 3,71m
Largura: 1,67m
Altura: 1,49m
Peso: 845kg
Mala: 235L

Prestações
Velocidade máxima: 180 km/h
Aceleração 0-100 km/h: 11,7 s

Consumos
Combinado: 4,1 L/100km
Emissões CO2: 96g/km

Preço
estimado a partir e 11.500€

Mitsubishi Outlander III (2013)

O Mitubishi Outlander foi renovado. O SUV da marca nipónica com sete lugares está mais fácil de guiar e anuncia consumos mais comedidos e amigos da carteira.

Arranca com as versões diesel e promete uma versão com extensão de autonomia de 55km através de um motor eléctrico adicional.

A terceira geração do Mitsubishi Outlander tem tracção 4x2 e 4x4 e mesmo nas versões de tracção dianteira consegue percorrer caminhos difíceis.

A primeira geração surgiu em 2003, seguiu-se a segunda em 2007, renovada em 2010. A terceira geração começará apenas com uma motorização diesel 2.2 DiD com 150cv. A Mitsubishi anunciou uma versão híbrida com extensor de autonomia para o final de 2013 que permite percorrer 55km em modo totalmente eléctrico.

Mas esta versão não é totalmente original pois apresenta a estrutura, a plataforma e uma distância entre eixos idênticas à última versão. As diferenças começam nos motores. O motor é o mesmo mas consegue consumos mais comedidos, sacrificando 22cv. O binário é o mesmo, ou seja 380Nm, mas aparece logo às 1750rpm enquanto a versão anterior era às 2000rpm. Isto confere uma melhor resposta no arranque ao Outlander. Há ainda outros aspectos que se mantêm como a velocidade máxima. A grande diferença para a última geração é mesmo nos consumos que baixou de 6,0L/100km para os 5,1L/100km. Este valor é um dos melhores registos em veículos SUV desta categoria.

Para a redução de consumos contribuiu a diminuição de potência, mas também a melhoria no coeficiente de resistência ao vento na casa dos 0,33 com um design mais aerodinâmico e ainda a redução de 100kg no peso total (agora pesa 1600kg).
O sistema start-stop também ajuda a diminuir consumos e um modo de condução ECO ajuda o condutor a ser mais racional. O Mitsubishi Outlander tem aptidões para todo o terreno com ângulos de entrada e saída de 22,5º e 21º em ângulo ventral.

Tem 190mm de altura ao solo. Quando o SUV se desloca no asfalto comporta-se como um monovolume ou carrinha devido à suspensão confortável e firme. Em curva apresenta maior estabilidade e é mais ágil do que a versão anterior. O volante pode ser regulável em profundidade e altura.

O espaço a bordo também melhorou. Os bancos são mais confortáveis, no entanto os últimos lugares não podem levar pessoas altas. A capacidade da mala é agora de 550L para a versão 4x2 e 419L para a versão 4x4. Mas podem ir até os 1575L com os bancos rebatidos. A nível de equipamento, o Outlander está bem reforçado na versão de entrada, mesmo no capítulo da segurança. O Outlander obteve 5 estrelas no teste Euroncap. Vem de série com jantes de 16 polegadas, sistema de auxílio de arranque em subidas, sistema de arranque sem chave, sistema de controlo de estabilidade e tracção, sete airbags, climatizador bizona, computador de bordo, rádio CD/MP3, regulador de velocidade, sensores de luz e chuva, câmara de estacionamento traseira, espelhos retrovisores de rebatimento automático, faróis traseiros em Led entre outros.

Se desejar um pacote extra, por 2.300€ é possível ter bancos da frente em pele aquecidos, tecto de abrir automático, porta bagagens eléctrico, faróis xénon com lava-vidro.

Se optar pela versão 4x4 têm ainda de série sistema de navegação, selector de modo de tracção e pode vir com sistema de mitigação de colisão frontal e alerta de desvio de faixa. A versões 4x2 e 4x4 apresentam uma diferença considerável de 11.000€ o que pode ter impacto no mercado português.


Versão híbrida com extensor de autonomia

A versão híbrida gasolina com extensor de autonomia através de motor eléctrico, denominada por Mitsubishi Outlander PHEV (Plug-in Hybrid Electric Vehicle) com tracção 4x4, será lançada no Verão de 2013, que permite recarregar a bateria do motor eléctrico em 4h30m e terá um preço de 45.000€. Uma opção mais racional face aos 50.000€ da versão diesel. Em modo totalmente eléctrico pode-se percorrer 55km enquanto a autonomia total é de 880km. O consumo médio anunciado é de 2,0L/100km. O propulsor a gasolina tem um motor 2.0 de 95cv ligado às rodas dianteiras, enquanto o propulsor eléctrico é composto por dois motores eléctricos de 82cv cada ligados ao eixo dianteiro e traseiro. Aqui há três modos de condução para uma optimização eficiente: modo 100% eléctrico, modo híbrido de série (motor gasolina carrega a bateria) e modo híbrido paralelo (motor gasolina é assistido pelos motores eléctricos em alta velocidade). Este veículo será o quarto modelo mundial com extensor de autonomia e segue-se aos Chevrolet Volt, Opel Ampera e Toyota Prius Plug-in.

O Mitsubishi Outlander PHEV será o primeiro SUV com este sistema e oferece o melhor de três mundos: a versatilidade e performance de um carro eléctrico, o alcance de um motor a combustão convencional e ainda as características de um SUV tanto em estrada como fora dela. A Mistubishi Motor Corporation (MMC) tem focado a sua atenção no desenvolvimento de modelos eléctrico como o i-MiEV e agora aposta nos híbridos. A marca nipónica lançou uma versão de corrida eléctrica do i-MiEV que percorreu o famoso Pikes Peak.

A bateria que equipa o Mitsubishi Outlander PHEV tem 12 kWh e é feita em iões de lítio e permite percorrer 55km em modo eléctrico, o que para muita gente pode significar o percurso de caminho de ida e volta para o emprego. Os dois motores eléctricos em cada eixo oferecem uma resposta superior ao disponibilizarem o máximo binário imediatamente. E para ajudar o sistema eléctrico o Mitsubishi Outlander PHEV vem com o sistema S-AWC (Super All Wheel Control) que controla a estabilidade e tracção do veículo.



Versões a diesel
2.2 DiD 4x2 cxM6v (150cv) - 200km/h; 5,1L/100km; 134g/km; 37.000€
2.2 DiD 4x4 cxM6v (150cv) - 200km/h; 5,4L/100km; 140g/km; 50.000€
2.2 DiD 4x4 cxAT6v (150cv) - 190km/h; 5,8L/100km; 153g/km; 55.000€

Versão híbrida gasolina com extensor de autonomia
2.0 4x4 (95cv combustão, 82+82cv eléctrico) - 2,0L/100km; 45.000€

Marcas automóveis que figuram entre as maiores empresas do mundo (2013)

A Toyota aparece em 35º e é a primeira marca automóvel. Em 75º vem a Mitsubishi Group, embora se dedique a outros ramos da indústria. Em 88º figura a alemã Daimler, e em 89º outra nipónica, a Honda, que como é sabido fabrica motores para outros usos para além do automóvel. Em 93º aparece a Volkswagen, em 117º vem a americana GM, e em 119º outra americana, a Ford Motor Company. Em 136º vem a coreana Hyundai, e em 139º lugar a indiana Tata Motors. Em 142º a alemã BMW, e em 171º a Nissan Motors. E já muito abaixo no 216º a sueca Volvo. Link aqui.

Mitsubishi Mirage, teaser (2013)

Imagens do Mitsubishi Mirage, o futuro utilitário da marca nipónica que irá substituir o Colt em 2013. Pelo que se pode apreciar constitui um regredir estético, pois o ainda actual Colt é mais apelativo.

Virá equipado com um sistema start/stop, e a nível de motorização contará com um motor de três cilindros DOHC de 1,0 litros com tecnologia MIVEC (com comando de válvulas eletrónicas) com uma potência máxima de 69 cv e 86 Nm de binário. O consumo misto anunciado é de 3,7 l/100 km. Pode ainda ser adicionado a uma nova versão da caixa de velocidades CVT (Transmissão Contínua Variável) aliada à tecnologia INVECS-III (Intelligent & Innovative Vehicle Electronic Control System).

Contará também, de série, com sistema de navegação infotainment.
A carroçaria do Mirage será construída a partir de aço leve.
Estará disponível em oito cores.


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