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Dieselgate: o problema não é o CO2



As recentes leis europeias que penalizaram as emissões de CO2 foram movidas muito por causa da teoria do aquecimento global de Al Gore - ainda cientificamente por provar. Como se chegou à conclusão de que o planeta afinal não estava a aquecer a teoria mudou de nome para alterações climáticas. O resultado foi a criação de uma carga fiscal CO2. Mas a última lei europeia de emissões surgiu para combater os verdadeiros gases nocivos e não o CO2. Durante anos a fio se falou no problema do CO2 e a propaganda dos media sempre associou, erradamente, o CO2 a uma imagem de nuvens de fumo.

O CO2 é essencial no ciclo da natureza

O escândalo da Volkswagen vem mostrar que o foco das emissões poluentes afinal não é o CO2 mas os gases venenosos e as partículas finas que podem provocar cancro, asma, doenças pulmonares ou mesmo a morte de vidas humanas e de outros seres vivos. O CO2 é incolor, não provoca qualquer destas doenças. É essencial para as árvores produzirem oxigénio. É também essencial para a produção de plancton nos oceanos. Portanto sempre foi um erro transformar o CO2 no criminoso da poluição atmosférica.

Existem cidades europeias e asiáticas que se queixam da poluição atmosférica e do smog provocado pelas emissões de gases automóveis. Este efeito de nevoeiro e smog é criado precisamente pelas partículas finas e fumos de escape, principalmente de motores diesel, que se juntam com a humidade atmosférica. O resultado desta poluição são as chuvas ácidas e a diminuição da qualidade do ar que se respira. Para além de dificuldades respiratórias o smog e a poluição atmosférica também causam ardor nos olhos e uma "pressão picante" na boca e nas vias respiratórias.

Quais os gases nocivos?

Os nazis que exterminaram judeus nos campos de concentração começaram por usar lenha para queimar corpos mas ao descobrirem os malefícios dos gases provenientes dos veículos diesel passaram a usar um método mais barato. Com mangueiras ligavam os tubos de escape directamente para o interior dos edifícios onde se encontravam as vítimas. A inalação contínua de monóxido de carbono serviu para matar muitos judeus. Um método mais silencioso e frio de extermínio.

Os veículos actuais continuam a emitir gases nocivos, mas em menores quantidades, no entanto as garagens devem sempre ter detectores de monóxido de carbono. É um gás incolor e nocivo que também pode ter origem em esquentadores. Também o óxido de azoto é nefasto para vida dos seres vivos. Foi precisamente este gás que penalizou a Volkswagen nos testes de emissões nos EUA. Outros gases perigosos emitidos pelos escapes automóveis: enxofre, óxido de nitrogénio, dióxido de enxofre, aldeídos e hidrocarbonetos. Os catalisadores e filtros dos carros modernos servem para reduzir as emissões, no entanto nunca conseguem reduzir na totalidade.

O segredo das caudas recortadas, por Peter Brock



Peter Brock, o designer do Daytona Cobra Coupe, conseguiu com um simples engenho de design melhorar a aerodinâmica dos Cobra de 1965, aumentado a velocidade de ponta, melhorando a estabilidade e diminuindo o consumo de combustível. Foi através desse modelo que conseguiu alcançar a primeira vitória de um carro americano no FIA GT, suplantando os Ferrari's.

E em que consistiu esse engenho? Na altura os veículos desportivos possuíam uma traseira alongada, por se julgar que era a melhor forma de vencer a resistência do ar. Peter Brock mostrou que não era bem assim e desenhou uma traseira recortada com um pequeno spoiler e o mais horizontal possível.

Foi bastante criticado, mas com a vitória no FIA GT provou-se que afinal tinha razão. Com esta solução diminui-se a turbulência do ar na parte traseira e aumenta-se consideravelmente a aerodinâmica. O designer refere mesmo que foi buscar inspiração em desenhos alemães dos anos 60.

Posteriormente a solução foi adoptada por muitos modelos. O Porsche 917K que venceu Le Mans em 1970 e 1971 seguiu este método com uma inclinação ascendente na cauda. Uma solução que é possível observar na cauda dos pássaros.



Riscos no carro motiva homicídio

O jornal Expresso avança a notícia de um homicídio na Lourinhã motivado por uma discussão acerca de um risco numa viatura.

O indivíduo em questão trancou-se em casa, matou o familiar, o qual julgava ser o responsável pelos danos na viatura, e de seguida suicidou-se.

O agressor esteve barricado durante sete horas em casa mas acabou por se suicidar com dois tiros quando elementos do Grupo de Intervenção de Operações Especiais da GNR entraram na casa depois de tentaram negociar com o indivíduo.
Um cenário ao estilo CSI.

Ao que parece o agressor tinha idade entre os 60 e os 70 anos, com problemas psiquiátricos diagnosticados e antecedentes criminais. A vítima era um familiar e o agressor, ao que parece, partiu do princípio que era ela o principal responsável pelos riscos no carro, no entanto as autoridades relatam que já havia desavenças antigas entre ambos.
O vandalismo provocado em viaturas de terceiros é sempre um acto cobarde causado por pessoas e que normalmente têm várias motivações como por exemplo a inveja ou a frustração, mas também pode ser uma forma de procurar agredir alguém sem dar a cara. É sempre muito difícil encontrar os responsáveis a não ser que o local tenha câmaras.

Infelizmente os carros estacionados na via pública estão sempres sujeitos a actos de vandalismo, mas também as viaturas estacionadas em garagens sem box podem ser alvo destes actos, provocados por outros condóminos que têm acesso ao local. Para evitar este fenómeno já existem, inclusive, várias marcas automóveis que estão a estudar tintas especiais capazes de absorver pequenos riscos.

Programa Top Gear da BBC em risco de encerrar?



O célebre programa Top Gear da BBC, dedicado a automóveis, está em risco depois de o seu principal protagonista, Jeremy Clarkson, ter agredido um produtor, segundo informação divulgada nos media. A suspensão do apresentador será de duas semanas, mas uma vez que o programa tem uma audiência tão grande e constitui uma fonte de rendimentos para a BBC o encerramento poderá não acontecer.

Esta não é a primeira vez que ocorre um incidente devido ao temperamento de Jeremy Clarkson e aos seus comentários politicamente incorrectos. Mas como a popularidade do programa é tão grande - tem 6 milhões de espectadores no Reino Unido - o apresentador acabou sempre por ficar. O Top Gear já existe desde 1977 e Clarkson entrou em 1988.

Algumas das melhores tiradas de Jeremy Clarkson:

10. “Telling people at a dinner party you drive a Nissan Almera is like telling them you’ve got the Ebola virus and you’re about to sneeze.”

9. “You do not just avoid the Suzuki Wagon R. You avoid it like you would avoid unprotected sex with an Ethiopian transvestite.”

8. “Koenigsegg are saying that the CCX is more comfortable. More comfortable than what…being stabbed?”

7. “Tonight, the new Viper, which is the American equivalent of a sports car…in the same way, I guess, that George Bush is the equivalent of a President.”

6. “M3 drivers have no friends.”

5. “I don’t understand bus lanes. Why do poor people have to get to places quicker than I do?”

4. (On the Chevrolet Corvette)“The Americans lecture the world on democracy and then won’t let me turn of the traction control off.”

3. “I do like to consider Ferrari as a scaled down version of God.”

2. (On the Alfa Romeo Brera)“Think of it as Angelina Jolie. You've heard she’s mad and eats nothing but wallpaper paste. But you would, wouldn't you?”

1. “Speed saves people!”

Lego destrona Ferrari como marca mais valiosa em 2015



De acordo com a consultora Brand Finance a empresa dinamarquesa fabricante de brinquedos Lego conseguiu destronar a Ferrari como marca mais valiosa em 2015.

Talvez a queda do sucesso na Fórmula 1 tenha ofuscado a marca do cavalinho que desceu nove posições na tabela. Em 2014 a equipa não conseguiu conquistar uma única corrida no campeonato de Fórmula 1. Pelo lado inverso o filme "Uma aventura Lego" ajudou a catapultar a popularidade a marca de brinquedos que tanto agrada a crianças como a graúdos.

Fraudes com venda de carros usados na internet (2014)



A revista Autohoje publicou um artigo a chamar a atenção dos leitores para burlas com carros usados. Por vezes aquele que parece ser um negócio da china com um carro topo de gama a preço de saldo não passa de uma armadilha estrategicamente montada para ludibriar incautos. O exemplo dado pela revista refere-se a uma viatura que se encontrava no Reino Unido. Primeiro o comprador questionou como poderia verificar a integridade mecânica do carro ao que o vendedor respondeu que bastaria pagar 3.000€ para o transporte para Portugal. E só aí poderia verificar a viatura.

O comprador respondeu então que não estava disposto a pagar a quantia e solicitou enviar um conhecido que se encontra em Londres para fazer a verificação. O vendedor então colocou um entrave e referiu que não estava perto do local da viatura, insistindo para o pagamento da referida verba de transporte e adiantando que caso a viatura não esteja em condições a verba seria devolvida. É então que o comprador começa a desconfiar da falta de disponibilidade do vendedor para receber no local um conhecido e desiste da compra.

O vendedor apercebendo-se disso telefona ao comprador pressionando-o a enviar a referida verba, ao que o comprador ripostou que não pagaria nada sem antes ver as condições da viatura. E é então que o vendedor acaba por desistir da burla. Negócios de venda de viaturas na internet com entregas em casa, como se pode ver, podem esconder burlas. Neste caso o método usado pelo falso vendedor foi tentar obrigar o comprador a pagar uma verba.

França aprova lei contra a obsolescência programada (2014)

É frequente ouvir alguém dizer a frase "no meu tempo isto durava uma vida, agora...". É verdade os electrodomésticos e produtos hoje em dia perderam a grande virtude que tinham ao durarem menos tempo do que antes. Actualmente os consumidores são penalizados e obrigados a substituir os equipamentos e produtos com maior frequência fruto de uma prática das grandes multinacionais seguiram o caminho dos "produtos descartáveis". O período mínimo de garantia estipulado para, por exemplo, peças automóveis é de 2 anos. Mas a União Europeia pretende penalizar as empresas que implementem medidas de obsolescência programada, ou seja que fabriquem produtos com o intuito propositado para durar pouco tempo.

França dá o mote

Em França acaba de ser aprovada uma lei que penalizar estas más práticas. A obsolescência programada passa a ser punida como fraude em França com uma pena de prisão até 2 anos e 300 mil euros de coima. Aqui todos os produtos de valor equivalente a 30% do salário mínimo francês (1445€) devem exibir uma espécie de prazo de validade. O objectivo desta medida passa por aumentar o período de utilização do equipamento e facilitar a comparação entre marcas. Algumas organizações exigem mesmo o aumento do período de garantia para 10 anos, para promover a venda de bens duráveis e reparáveis. Espera-se que estas medidas se estendam até à indústria automóvel.

Grupo Fiat Chrysler Automobile prepara-se para vender a Ferrari (2014)



O Grupo Fiat Chrysler Automobile (FCA) está a prepara-se para vender a Ferrari. Depois de concluída a fusão com a Chrysler a Fiat quer agora vender a marca de carros de luxo desportivos. Uma necessidade ou uma estratégia? Vender um activo tão importante pode ter um impacto negativo na marca. A FCA actualmente detém 90% da Ferrari e os outros 10% pertencem a Piero Lardi Ferrari, filho do criador da marca do cavalinho.

Depois de 45 anos a ligação entre a Fiat e a Ferrari chega assim ao fim. A dispersão de 10% do capital será feita em bolsa nos EUA e/ou Europa o que permitirá que qualquer um possa ser accionista da mítica marca. E os restantes 90% serão distribuídos pelos accionistas do grupo. A operação faz parte de um plano para angariar um total de 48 mil milhões de euros. Provavelmente a Fiat olha para a Ferrari como uma marca dispendiosa e financeiramente pouco sustentável que apenas consegue vender 6.500 unidades por ano.

Mas o impacto mediático da venda será forte. E as implicações são várias. Por exemplo o que irá acontecer à equipa de Fórmula 1? A Ferrari começou a vender carros para financiar a equipa de corrida mas com a entrada da Fiat ficou mais fácil obter capital. Depois para a Ferrari crescer terá de seguir os passos da Porsche, ou seja colocar no mercado modelos a diesel e veículos do género SUV? E a grande questão é mesmo quem irá adquirir a Ferrari: grupo Volkswagen ou Toyota?

Sergio Marchionne tenciona sair do grupo Fiat em 2018



O líder do grupo Fiat, Sergio Marchione revelou à Bloomberg que pretende abandonar o cargo de CEO em 2018. Refere mesmo que "não voltarei atrás na decisão. Acabou para mim. Vamos deixar isso para os jovens".

Depois de ter entrado para o topo da empresa em 2004, Marchione liderou a fusão da Fiat com a americana Chrysler.

Foi uma peça fudamental para triplicar as receitas e os lucros da Fiat e para relançar o emblema americano, fustigado com problemas económicos.

Governo investe em carros eléctricos e híbridos (2014)



Os ministérios do governo vão adquirir até 2020 1.250 carros eléctricos e híbridos para reduzir a carga ambiental e economizar no combustível.

As viaturas não serão atribuídos a uma única pessoa, mas irão rodando de acordo com as necessidades.

Um dos objectivos da medida passa por "promover a mobilidade eléctrica", projecto iniciado pelo governo de Sócrates, abandonado pelo actual governo e entretanto retomado pelo mesmo executivo.

Luca di Montezemolo deixa a Ferrari (2014)



Luca di Montezemolo vai deixar a Ferrari depois de uma longa relação com a marca do cavalinho. Ao que tudo indica irá ser substituído pelo actual chefe da Fiat, Sergio Marchione. O insucesso nas provas de Fórmula 1 e a ausência de títulos já há alguns anos fez com que o italiano se afastasse do cargo de director geral.

Luca di Montezemolo tomou a chefia da Ferrari depois da morte de Enzo Ferrari (na foto os dois lado a lado). Começou como funcionário e foi subindo aos poucos até ao topo. Conseguiu conquistar vários títulos na Fórmula 1 que já fugiam há anos com Lauda e Schumacher. Conseguiu que a marca se elevasse como grande fabricante de carros de luxo com as vendas a subirem de ano para ano. No entanto o prestígio da marca vive muito do sucesso na prova raínha do automobilismo. E os títulos têm escasseado depois da saída de Schumacher. A Red Bull tirou protagonismo à Ferrari e agora a Mercedes. Sergio Marchione terá a tarefa de devolver títulos à Ferrari e continuar o sucesso das vendas de modelos de turismo.

Várias marcas alemãs são acusadas de monopólio e manipulação de preços na China (2014)



Várias marcas alemãs são acusadas de monopólio e manipulação de preços na China. A Audi, a BMW e a Mercedes já foram condenadas a pagar uma multa. Mas também a americana Chrysler e a Volkswagen estão a ser investigadas. Trata-se de uma acusação sobre o monopólio de preços de peças e serviços. Tudo indica que os fornecedores e os fabricantes controlavam o preço das peças e impediam a sua comercialização no mercado. Para além de praticar preços abusivos, cobravam até três vezes mais do que o valor praticado noutro mercado como os Estados Unidos.

A Mercedes foi acusada de manipular os preços de serviço numa oficina, incorrendo em práticas anti-competitivas. As marcas alemãs já anunciaram reduções nos preços das peças e dos serviços como forma de respeitar a lei. A BMW foi condenada por manipulação de preços em quatro concessionários. O aspecto curioso deste facto é que, ao todo, são quatro as marcas alemãs acusadas ou investigadas. Existe uma prática comum na estratégia de procedimentos.

A investigação conclui que muitas empresas estrangeiras fabricantes de produtos de luxo impõem ao mercado chinês preços bastante superiores do que o praticado nos Estados Unidos e Europa chegando a diferença, por vezes, até três vezes o valor. São casos típicos de monopólio vertical, na qual o fabricante utiliza a sua posição líder para controlar os preços das peças e da mão de obra nos serviços de manutenção, mas que desde 2008 enfrentam a nova lei anti-monopólio.

Navio Costa Concordia poderá ser reciclado para a indústria automóvel (2014)



O aço usado no barco Costa Concordia, que naufragou em Itália e foi recentemente retirado do fundo do mar, poderá ser reciclado para vários usos sendo que um dos destinos passa pela indústria automóvel. O processo de resgate custou a exorbitante quantia de 1,5 mil milhões de euros. Agora decorre a fase de desmantelamento e desmontagem de peças.

A reciclagem passa por derreter o metal e voltar a reutilizá-lo como matéria-prima na estrutura de viaturas automóveis. Ao todo são 50 mil toneladas de aço que o navio Costa Concordia guarda no seu casco, com algumas partes já em fase avançada de corrosão.

Fiat deixa Itália após processo de fusão com a Chrysler (2014)



A fusão da Fiat com a Chrysler foi aprovada com 80% dos votos dos accionistas da Fiat e irá implicar a mudança da marca italiana para o Reino Unido. A sustentabilidade é o objectivo da Fiat que, depois de 115 anos em Turim, vê-se "obrigada" a mudar a casa mãe para rentabilizar o custo de mão de obra. O grupo passará a denominar-se Fiat Chrysler Automobiles (FCA), ficando o nome da marca italiana à frente por ser o accionista maioritário.

O processo de mudança marca o fim de um ciclo e pretende fazer aumentar o número de vendas, baixar os custos de produção e alargar o leque de produtos com a parceria entre as duas marcas. A Fiat é o maior fabricante automóvel em Itália e emprega centenas de trabalhadores, não só no seu país natal. Muito provavelmente estes trabalhadores serão dispensados ou transferidos para outras fábricas. A recessão económica em Itália e a taxa de desemprego vai aumentar com esta medida de deslocalização.

Governo tenta convencer a Tesla a produzir carros eléctricos em Portugal (2014)



O actual governo português PSD tentou convencer a Tesla Motors a produzir carros elétricos em Portugal. Depois de anunciar o investimento de cinco mil milhões de dólares na construção de uma fábrica de baterias nos Estados Unidos, a Tesla estuda a hipótese de construir uma fábrica de carros elétricos de gama baixa na Europa. O governo português, através do ministro do ambiente e energia, deslocou-se aos Estados Unidos para encetar contactos. Juntamente com o ministro, também foram algumas empresas nacionais ligadas às energias renováveis e a redes de mobilidade eléctrica. O governo PSD está a relançar o projecto da mobilidade eléctrica que foi um dos objectivos de Sócrates.

Esta iniciativa é de louvar e saúda-se mas, ao mesmo tempo, não se compreende o porquê do actual governo PSD ter deixado "morrer" a parceria entre Portugal e a Renault-Nissan para a produção de baterias destinadas a carros eléctricos. Era uma iniciativa do tempo do governo PS que, pelos vistos, fazia sentido e tinha pernas para andar. Ou seja o governo riscou um projecto, quiçá só porque tinha o dedo de Sócrates, e agora tenta criar outro com moldes semelhantes. Um tinha tudo para dar certo, outro não passa ainda de uma mera intenção.

Opel Design Studio comemora 50 anos (2014)



O Estúdio de Design da Opel comemora 50 anos em 2014. Os avanços tecnológicos progrediram desde que foi criado em 1964 o centro de estudos de design alemão, no entanto há certas práticas que se mantêm intactas. Uma delas é o uso do barro para esculpir modelos e protótipos de automóveis à escala. Para produzirem modelos mais atractivos, desde sempre que as marcas de automóveis recorrem a entidades externas para desenvolver concept cars, como é o caso das famosas casas italianas. Mas o cenário hoje é diferente. As empresas automóveis já dispõem de departamentos próprios para o desenvolvimento de produtos específicos. O Estúdio de Design da Opel é um exemplo disso. Foi um dos primeiros ateliers criados na indústria automóvel. Depois dele vieram outros.

Um dos modelos mais marcantes que saiu do Estúdio de Design da Opel foi o Opel GT de 1960. Esculpido num modelo à escala em barro com uma espátula assim nasceu um dos ícones da marca alemã. Hoje já existem cursos de design automóvel, mas nessa altura não haviam. Foi graças à influência da americano Clare MacKichan, através da GM, que o Estúdio da Opel nasceu. O Estúdio de Design da Opel foi uma autêntica escola de onde saíram nomes como Wolfgang Mobius, Dick Soderberg, Hideo Kodama e recentemente Mark Adams, o actual chefe de departamento da marca alemã. O Opel Insignia é outro produto que saiu do Estúdio de Design da Opel, tendo conquistado inúmeros prémios.



Um bom produto de design é algo que perdura durante muito anos ao desgaste do tempo e esse é um dos objectivos que os designers de automóveis perseguem sempre. Conseguir criar um carro intemporal é o santo grall dos designers da indústria automóvel e não é fácil lá chegar. Ora hoje os designers já dispõem de ferramentas mais precisas com programas de desenho vectorial em CAD através de computador capazes de dominar formas altamente complexas, algo impensável há muitos anos atrás. Mas o uso do desenho em papel com lápis e a moldagem do barro com uma espátula, um cortador e um raspador permanecem ferramentas tão válidas nos dias de hoje como antigamente. As maquetes e modelos continuam essenciais para explorar e visionar as formas exteriores. O computador permite simular com um grande realismo modelos virtuais de diversos ângulos, no entanto constitui apenas um aliado que aperfeiçoa pormenores nunca substituíndo a velha escola.

Amy Mcdonald prefere o Lexus na garagem de bombas do Top Gear (2014)


A cantora escocesa Amy Mcdonald foi convidada a entrar na garagem da série Top Gear onde estão estacionadas várias bombas com muitos cavalos. Mas o modelo preferido acabou mesmo por ser o Lexus.

Jack Brabham, o único piloto a vencer na F1 com o "seu" próprio carro (2014)



O ex-piloto de fórmula 1 australiano Jack Brabham faleceu aos 88 anos, deixando um feito difícil de igualar. Correu nas pistas entre 1955 e 1970 em três equipas: Cooper, Brabham e Rob Walker Racing Team. Disputou 128 grandes prémios e venceu 3 campeonatos em 1950, 1960 e 1966. Não é o piloto com mais títulos mas é o único que conseguiu ganhar um campeonato com um carro desenhado e cencebido pelas suas próprias mãos, a partir das suas ideias.

Jack abandonou cedo a escola aos 15 para trabalhar numa oficina. Mais tarde ingressou na força aérea durante a segunda guerra mundial. Posteriormente criou a sua própria oficina e começou a correr em karts. Os resultados levaram-no à fórmula 1 onde conseguiu ganhar o primeiro campeonato na última prova a empurrar o carro por falta de gasolina. O vencedor dessa corrida foi um tal de McLaren (o fundador da equipa com o seu nome). O último título do ex-piloto australiano foi conquistado em 1966 com um carro único. Tinha um chassis desenhado e concebido pelo próprio Jack Brabham. O motor que equipava este monolugar era de origem Honda. Jack Brabham era um virtuoso mecânico que conseguia por em prática as suas ideias.



Para além dos dotes de piloto, Brabham foi um mecânico e designer inovador na fórmula 1. Foi dele que partiu a ideia de colocar o motor atrás em vez de ser montado à frente. Desta forma distribuia-se melhor o peso e o centro de gravidade. Desde então, e até hoje, todas as equipas assumiram essa solução. Jack Brabham antes de entrar nas corridas foi piloto de aviões e os conhecimentos de aerodinâmica foram aproveitados e aplicados nos seus monolugares. Foi ele que decidiu "inventar" ailerons de forma a melhorar as performance e aerodinâmica dos veículos. Desde então começaram a ser explorados asas traseiras e apoios frontais de forma a "colar" os carros ao asfalto. Nas pistas a alcunha de Jack Brabham era "Black Jack" por ser um piloto aguerrido.

Grupo Fiat pretende relançar a Alfa Romeo com um investimento de 5 mil milhões de euros (2014)



O grupo Fiat vai investir um montante de 5 mil milhões de euros até 2018 para relançar a marca Alfa Romeo, que tem estado a recuperar nas vendas através do Mito e Giulietta. Mas a Fiat pretende mais com a criação de oito novos modelos. O regresso a outros mercados, que não o Europeu, também poderá ser um dos objectivos para impulsionar a marca. Apesar de o mercado europeu estar em recuperação é fora dele que residem novas oportunidades. Com isto a Fiat espera aumentar o número de unidades vendidas anualmente de 1,3 para 1,9 milhões.

Autoeuropa poderá criar mais 2.000 postos de trabalho (2014)



A Volkswagen pretende investir 677 milhões de euros na sucursal portuguesa Autoeuropa até 2019 com o intuito de modernizar as linhas de montagem e preparar a plataforma para um novo modelo. A partir de uma estimativa realizada, o investimento que será feito na fábrica de Palmela permitirá criar novos 2.000 postos de trabalho. O número total de viaturas produzidas vai recuperar os níveis de emprego de há 13 anos, ou seja de 2001. Depois da crise financeira de 2008 a recuperação no sector automóvel parece que começa a ganhar cada vez mais consistência.

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