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Tesla Model S vs Porsche Taycan Turbo S pela Top Gear
O confronto entre dois carros eléctricos desportivos - o americano Tesla Model S e o alemão Porsche Taycan Turbo S. O Porsche ganha vantagem nesta drag race. Facto curioso no desportivo alemão é a mítica designação Turbo S, herdada de modelos anteriores, no entanto como é um veículo 100% eléctrico não dispõe de turbo que alimenta os clássicos motores a combustão. Trata-se do primeiro veículo totalmente eléctrico da Porsche produzido em série e que pretende "roubar" mercado à Tesla.
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Toyota não consegue provar fiabilidade nas 24H LeMans


É ir à bruxa, ou talvez não
A Toyota mais uma vez não consegue vencer as 24H de LeMans em 2017. Com algum azar à mistura e imprudência dos pilotos, como já vem sendo hábito. Já são muitas épocas seguidas sem ganhar. E quem se ri no fim é a Mazda, a única marca japonesa que ganhou as 24H.
Depois de muitas épocas a tentar a marca japonesa tem dificuldades em comprovar a reputação de fiabilidade nas prova rainha de resistência, as 24H de LeMans.
Na edição deste ano a Toyota gastou muitos milhões com um carro quase 100% novo face à época passada. Já a Porsche actualizou os veículos da época passada (menos financiamento devido à crise na VW) e ganhou.
3 Toyotas contra 2 Porsches. Um dos Toyota teve problemas logo no início. O segundo problemas foi na embraiagem com a 1ª mudança a ficar bloqueada … depois de passar a box. Teve de fazer uma volta inteira em 1ª, o que sobreaqueceu o motor sem possibilidade de regressar à boxe, isto depois de ter passado por uma fase em que a corrida teve de ser interrompida. O retomar do ritmo deu cabo da embraiagem.
O terceiro Toyota embateu contra um LMP2, ficando com o pneu danificado e o motor eléctrico inutilizado, também não conseguindo regressar à boxe. Subiram ao pódio 2 LMP2 e por pouco não havia LMP1 no pódio. No final a corrida acabou por cair facilmente à Porsche que a meio da prova ficou com o pássaro na mão.
A Toyota terá que pensar melhor como construir carros que aguentem as 24H sem problemas.
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Porsche mostra o primeiro teaser do novo Panamera (2016)


A Porsche mostrou um teaser da segunda geração do Panamera, neste caso a traseira com as ópticas accionadas em forma de faixa contínua horizontal. As motorizações serão menores mas mais eficientes com blocos blocoas a diesel e a gasolina como o 3.6L bi-turbo V6 e ainda o 4.0L bi-turbo V8 já visto em Bentleys e Audis de alta performance. "A coragem para alterar" é assim que se intitula o vídeo promocional da marca.
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Porsche 911 Carrera (2016)


A Porsche apresentou a nova geração do icónico 911. Aparantemente parece tudo na mesma, mas é preciso olhar com mais atenção. As alterações mais profundas são aplicadas nos motores e no novo sistema de infoteinment. Ou seja blocos mais económicos, nova tecnologia e equipamento a bordo e ainda um chassis mais aprimorado são os grandes trunfos. De facto a cada nova geração do 911 que chega pensa-se que não é possível fazer melhor mas a Porsche consegue sempre surpreender e melhorar aquilo que já era, de si, perfeito.
O emblemático modelo desportivo alemão já tem 50 anos de idade e o visual mantém-se intacto e fiel ao original. Na parte frontal há a salientar a introdução de nervuras na carroçaria junto à bagageira. As ópticas dispõem de iluminação diurna que emolduram os farolins, um pouco como faz a Mini, mas com quatro pontos intermédios. A grelha frontal divide-se em três partes com bigodes em forma de asas salientes onde se localizam os piscas. O fundo das ópticas é agora em negro. Na lateral a Porsche introduz uma moldura cromada no envidraçado, uma opção discutível já que o 911 tem mais espírito desportivo que executivo. O espelho retrovisor foi "desmaterializado" apresentando-se em forma de asa de modo a melhorar a aerodinâmica. O formato arredondado não destoa do conjunto.

Atrás as ópticas alongadas e afiadas nas pontas mantêm-se mas o núcleo, mais claro onde estão piscas e marcha-atrás, vem em baixo relevo, uma inspiração no Macan. O deflector aerodinâmico segue a linha de recorte e levanta-se a partir de determinada velocidade para dar mais estabilidade a altas velocidades. A grelha de dissipação de calor do motor traseiro tem perfis verticais ao invés dos tradicionais perfis horizontais. Uma inspiração no clássico Spyder. As grandes novidades residem nas motorizações. A arquitectura dos blocos continua a basear-se no seis cilindros horizontais opostos. Os consumos foram reduzidos em 1L/100km graças a dois turbos (um por cada três cilindros) mas a potência aumentou 20cv.
No que toca a aerodinâmica o chassis foi melhorado graças ao novo Porsche Active Suspension Management (PASM). Os amortecedores permitem agora maior conforto. Os guarda lamas traseiros aumentaram 12,7mm dotando o 911 de ombros mais musculados. Também os pneus atrás são maiores. O 911 Carrera S dispõe de eixo traseiro direccional que melhora o comportamento em curva. No que toca a segurança o 911 Carrera vem com sistema de controlo de velocidade, cruise control adaptativo ACC, assistente de mudança de faixa com aviso de veículos em ângulo morto, sistema de travagem automática para evitar acidentes iminentes e muito mais.

O Porsche Communication Management (PCM) é a grande novidade e trata-se de um sistema infoteinment com ecrã táctil de navegação online integrado. Permite conectar o iPhone ou usar a Porsche Car Connect, um sistema que dá ao utilizador a possibilidade de usar algumas funções através do telemóvel. No interior sobressai o novo volante multifunções de diâmetro mais reduzido, herdado do novo superdesportivo 918 Spyder.
Modelos a gasolina
911 Carrera Coupé (370cv): 450Nm; 4,6s; 295km/h; 8,3L/100km; 190g/km; 117.081€911 Carrera S Coupé (420cv): 500Nm; 4,3s; 308km/h; 8,7L/100km; 199g/km; 117.081€
911 Carrera Cabriolet: 4,8s; 292km/h; 8,5L/100km; 195g/km; 131.298€
911 Carrera S Cabriolet: 4,5s; 306km/h; 8,8L/100km; 202g/km; 147.225€
Com caixa PDK o consumo baixa para 7,4L/100km e 7,7/100km nas versões Coupé e S Coupé.
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Classic Car Center as novas oficinas da Porsches dedicadas a clássicos


2015 foi o melhor ano de vendas da Porsche em Portugal com a comercialização de 483 novas unidades da marca alemã. Representa um crescimento de 22% face a 2014. Mas agora surge no nosso mercado um novo negócio dedicado aos clássicos. Portugal é fértil em Porsches clássicos e surgem muitos europeus que vêm ao nosso país à procura de modelos fabricados entre 1989 e 1994 com motores refrigerados a ar. O clima nacional protege melhor estes carros clássicos.
Muitos destes 911 clássicos sofreram valorizações de 70%. Os modelos que são transportados para os EUA e posteriormente alterados pela Singer podem ter valorizações ainda bastante superiores. A Porsche vai desenvolver o negócio "Classic Car Center" com oficinas dedicadas a automóveis clássicos na Península Ibérica.
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Justiça americana exige indemnização de 20 mil milhões de dólares à VW


O Departamento de Justiça e a Agência do Ambiente dos Estados Unidos estão a exigir uma indemnização de 20 mil milhões de dólares à Volkswagen pelo escândalo das emissões poluentes detectados em 600 mil viaturas a diesel no mercado americano. Para além disso reclamam o reembolso das despesas judiciais. Um software "inteligente" permitiu ludibriar os testes estáticos de emissões mas que chumbaram nos testes em andamento.
Trata-se de poluição do ar acima do permitido pela lei que afecta a saúde da população e que representa, também, uma carga fiscal de poluição maior do que o anunciado, enganando consumidores, cidadãos e o próprio estado. As marcas em questão do grupo VW são Audi, Porsche e Volkswagen. A justiça americana reclama 32.500 dólares por cada veículo afectado mais 2.750 dólares por cada veículo por prejuízos causados pelo 'software' instalado.
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Filha de Paul Walker abre processo de homicídio culposo contra a Porsche


Meadow Walker, filha de 16 anos do falecido actor Paul Walker conhecido pela saga do cinema "Velocidade furiosa", decidiu processar a marca alemã Porsche, por entender que a morte do pai tenha sido provocada por um elemento defeituoso no Porsche Carrera GT. Paul Walker seguia ao lado do condutor Roger Rodas quanto a viatura se despistou a uma velocidade entre
101 e 114 quilômetros por hora. Aparentemente o condutor terá perdido o controlo da viatura acabando por colidir contra um poste. O excesso de velocidade numa zona urbana terá estado na origem do acidente, mas Meadow Walker não entende que tenha sido um mero acidente provocado pela falta de zelo do condutor.
Os advogados da filha de Walker abriram um processo por homicídio culposo contra a marca alemã argumentando que a Porsche sabia que o Carrera GT tinha “um historial de instabilidade e problemas de controle” e, portanto, o acidente mortal poderia ter sido evitado caso o carro tivesse um sistema de estabilização. Outro dos argumentos prende-se com o facto de o cinto de segurança ter sido responsável por fracturar as costelas de Walker, ficando preso no banco do passageiro a inalar o fumo sem capacidade para fugir, acabando por falecer.
A Porsche já respondeu acusando o proprietário de não ter feito as inspecções periódicas na marca, de ter feito alterações no veículo, e de ter usado pneus com mais de 9 anos de idade e acusou ainda Rodas de ter um condução perigosa numa localidade onde só se podia circular a 40km/h.
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Porsche 919 Hybrid marca uma nova era no desporto e na indústria automóvel (2015)
O triunfo alcançado pela Porsche nas 24 Horas de Le Mans este ano, com uma dobradinha, reveste-se de bastante importância ao nível da inovação mecânica. Foi um feito inédito já que o Porsche 919 Hybrid usa um pequeno bloco de combustão a gasolina turbinado de apenas 2.0L auxiliado por dois sistemas de recuperação de energia que em conjunto geram uma potência de 1000cv.
O motor foi desenvolvido no Centro de Pesquisa da Porsche, em Weissach e representa um novo paradigma no desporto automóvel com menos emissões e mais economia de consumo. Este propulsor funciona como um laboratório de corrida para uma maior eficiência nos futuros carros de série. O facto de os três veículos da Porsche não terem tido problemas mecânicos durante toda a corrida também é inédito já que a tecnologia híbrida é mais complexa do que os motores simples.
Quando a Toyota e a Audi surgiram com veículos híbridos muitos torceram o nariz. No entanto conseguiram impor as suas regras para um futuro da indústria e do desporto automóvel mais sustentável. A Toyota começou com um propulsor híbrido a gasolina enquanto que a Audi estreou motor híbrido a diesel. No entanto a Porsche foi a única equipa que apresentou o propulsor de combustão mais pequeno de todos os concorrentes, incluindo outras categorias.
O motor de combustão do 919 Hybrid é o mais pequeno de sempre da era moderna a ganhar a prova, o que mostra que a Porsche tem uma filosofia que marca, e sempre marcou, a diferença. Não é a potência do motor que interessa mas a velocidade que se consegue alcançar. Foi pioneira no desenvolvimento da aerodinâmica, ou seja com motores mais "pequenos" que a concorrência era possível bater os adversários explorando a aerodinâmica. Agora o feito foi alcançado explorando a tecnologia híbrida.
Espera-se agora que a Porsche, e o grupo Volkswagen, comecem a utilizar a tecnologia em carros comerciais.
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Vitória da Porsche nas 24 Horas de Le Mans 2015


Ao fim de 17 anos a Porsche voltou a ganhar as 24h de Le Mans na categoria principal, pondo fim à hegemonia da Audi que tinha conquistado a prova nos últimos cinco anos. Quanto às marcas nipónicas a prova foi para esquecer. A Toyota, que já conta com alguns anos de exeperiência, foi completamente arrasada pelos alemães. Quanto à Nissan fez a sua estreia na categoria máxima com um resultado completamente frustrante muito abaixo do expectável, mostrando a falta de rodagem do modelo.
Pode-se dizer que a prova este ano foi aborrecida. Porquê? Desde a partida que a Porsche dominou a corrida sem ser incomodada. Como é sabido Audi e Porsche fazem parte do mesmo grupo automóvel - a Volkswagen. A Audi já conta com muita experiência nesta prova depois de ter ganho as últimas cinco edições. Por isso não é de estranhar que possa ter existido algum "relaxamento" da Audi este ano. A vitória da Porsche é uma forma de fortalecer as marcas alemãs como um todo, relegando para segundo plano os rivais japoneses. Foi a vitória da Porsche ou do grupo Volkswagen? Quem sabe se o Toyota tivesse andado no primeiro lugar talvez a Audi teria arriscado mais?
A Porsche investiu imenso capital neste projecto e o retorno desportivo é importante. A vitória nesta prova é sinónimo de prestígio e uma jogada de marketing que potencia vendas. Ganha no final o ... grupo Volkswagen. Não houve muita emoção na prova. Desde o início que os Toyota mostraram que não estavam à altura do andamento dos carros alemães ficando logo para trás. O facto de terem acabado com muitas voltas de atraso mostra o domínio dos alemães.
Os "protótipos" da Nissan - GT-R LM Nismo - estrearam-se na categoria LMP1 com algumas inovações técnicas como a tracção às rodas frontais, mas mostraram ser um rotundo fracasso, sendo ultrapassados por muitos concorrentes de categorias inferiores. A ausência de um sistema híbrido eficaz retirou potência aos Nissan. Para além disso a tracção dianteira colocou algum stress nos travões da frente.
Os Nissans mostraram ser 20 segundo mais lentos que os concorrentes directos. Também tiveram problemas mecânicos. O Nissan número 21 perdeu o pneu traseiro durante a noite. O Nissan número 23 parou quando faltava uma hora para o final. A marca japonesa terá de rodar muito para tornar-se competitiva em pista.
O Porsche 919 híbrido com o número 19 de Nico Hülkenberg, Earl Bamber, e Nick Tandy foi o vencedor final. Outro Porsche com o número 17 alcançou o segundo lugar com uma volta de atraso. No terceiro lugar ficou o Audi R18 com o número 7. A Audi enfrentou alguns problemas de fiabilidade mecânica este ano.
Na categoria GTE Pro a prova foi ganha pelo Corvette. Na categoria GTE Amateur a equipa que integra o piloto português Pedro Lamy esteve a um passo de ganhar a corrida. O Aston Martin liderava a prova com algumas voltas de avanço mas nos últimos 45 minutos despistou-se. Não era Lamy que seguia ao volante do carro inglês. Mais uma vez a Aston Martin continua afastada dos títulos. Venceu um Ferrari enquanto que no segundo lugar colocou-se o Porsche 911 RSR da equipa do ex-actor americano Patrick Dempsey Racing.
Tanto as vitórias da Audi no passado como da Porsche este ano são importantes para as marcas e para o grupo onde estão inseridas. Ambos competiram com modelos híbridos que aliam propulsores eléctricos a motores de combustão de cilindrada inferior ao que era usado recentemente. É um feito que ajuda a diminuir as emissões e os consumos. Ora estes conhecimentos técnicos usados no desporto de alta competição, onde a resistência e fiabilidade são importantes para o sucesso, usualmente são depois transpostos para veículos comerciais.
No entanto ao contrário do que se passa nas 24H de Le Mans, onde os alemães têm dominado nos últimos seis anos com modelos híbridos, as marcas japonesas estão bastante mais avançadas na tecnologia híbrida aplicada em modelos comerciais com veículos mais rodados e acessíveis. O Toyota Prius foi o primeiro híbrido a ser produzido em larga escala no mercado tendo sido lançado há já muitos anos, mas a marca nipónica não tem conseguido transformar toda a sua experiência acumulada em vitórias na prova raínha de resistência.
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14.6.15
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Os bólides que vão correr nas 24h de LeMans 2015


As 24h de LeMans desta época decorrerão entre os dias 13 e 14 de Junho. Comparativamente com a corrida de 2014, haverão mais equipas a disputar o título tão ambicionado na categoria raínha LMP1. A grande novidade é o surgimento da Nissan com o GT-R LM Nismo. A Porsche contará com 3 equipas cada uma com cor distinta.
A Audi venceu o ano passado a corrida, mas o campeonato foi ganho pela Toyota por isso adivinha-se uma luta renhida entre duas marcas alemãs contra duas marcas japonesas. Portugal conta com duas presenças este ano. Na categoria LMP1 Filipe Albuquerque correrá na equipa Audi Sport Team Joest, enquanto que na categoria LMGTE-Am Rui Águas correrá na equipa AF Corse com um Ferrari 458 Italia GT2.

Toyota TS040 Hybrid

CLM P1/01-AER

Audi R18 e-tron quattro

Rebellion R-One-AER

Porsche 919 Hybrid

Nissan GT-R LM Nismo
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1.5.15
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Porsche Cayenne II facelift (2015)


O Porsche Cayenne é já um dos modelos de enorme sucesso da Porsche. Aquando do seu lançamento muitos torceram o nariz ao acusarem a Porsche de dar tiros nos pés já que a marca se deveria concentrar-se apenas em modelos de cariz desportivo, mas o que é um facto é que a aposta foi mais do que ganha e os cépticos foram obrigados a mudar de opinião. Quer se goste ou não o Cayenne tornou-se mesmo num pilar fundamental da sustentabilidade fincanceira da Porsche.
A segunda geração sofreu agora uns retoques para procurar rejuvenescer a imagem do SUV de cinco lugares. O seu design está mais apurado, a eficiência dos motores melhorou e o equipamento vem mais recheado. O espaço a bordo é um ponto fortes do Cayenne oferecendo prazer de condução e conforto aos ocupantes. Mas não se pense que este é um veículo meramente utilitário, também tem boas prestações ou não estaríamos na presença de um Porsche.

No que toca à estética ela varia consoante as gamas mas têm em comum uma carroçaria com um desenho de linhas mais vincadas, novas ópticas frontais com luzes bi-xénon e leds de quatro pontos, novo pára-choques, novo capôt, grelha redesenhada e protecção inferior da carroçaria mais robusta.
O novo Cayenne dispõe de sistema start/stop automático e ainda um sistema de gestão térmica optimizado para melhorar o consumo. Na grelha frontal um sofisticado sistema de lâminas é activado consoante o regime do propulsor de modo a arrefecer melhor o motor.
Atrás é mais evidente a silhueta pronunciada e elegante dos ombros dando mais presença ao Cayenne. Os farolins também sofreram alterações com mais recortes no seu desenho. O pára-choques também se apresenta mais esculpido e facetado com escapes mais integrados no conjunto.
No interior predominam os materiais de bom toque e acabamento. As lamelas orientáveis dos ventiladores sugerem um design retro que no geral é clássico. Destaque para o relógio analógico ao centro do tabelier. O volante multifunções é inspirado no 918 Spyder. Os bancos estão mais envolventes.

Existem cinco versões disponíveis: Cayenne S, Cayenne Turbo, Cayenne Diesel, Cayenne S Diesel e ainda o Cayenne S E-Hybrid um híbrido plug-in eléctrico e gasolina. Os blocos foram todos aperfeiçoados de forma a melhorar a performance e reduzir os consumos.
De entre todos os modelos o Cayenne híbrido é mesmo a escolha mais interessante dado que apresenta um consumo de apenas 3,4L/100km. É o mais ecológico e o mais "acessível" de todos. E não se julgues que é "lento". Precisa de apenas 5,9 s para atingir os 100km/h.
Quanto a equipamento vem de série com bastante equipamento como por exemplo abertura eléctrica do portão traseiro. O Sistema Porsche Car Connect possibilita consultar num smartphone informações relevantes sobre o veículo. Existem também opcionais de luxo como bancos ventilados. O preço continua a ser o calcanhar de aquiles do Cayenne. O Macan veio preencher a lacuna existente ao posicionar-se atrás do Cayenne.
Cayenne S
Motor: gasolina, dianteiro, 6 cilindros opostos, 3.6L V6Alimentação: injecção directa, com bi-turbo
Potência: 420 cv às 6000 rpm
Binário: 550 Nm às 1350 e 4500 rpm
Velocidade máxima: 259 km/h
Aceleração 0-100 km/h: 5,5 s
Consumo combinado: entre 9,5 e 9,8 L/100km
Emissões CO2: entre 223 e 229 g/km
Preço: a partir de 116.269€
Cayenne Turbo
Motor: gasolina, dianteiro, 8 cilindros opostos, 4.8L V8Alimentação: injecção directa, com bi-turbo
Potência: 520 cv às 6000 rpm
Binário: 750 Nm às 2250 e 4000 rpm
Velocidade máxima: 279 km/h
Aceleração 0-100 km/h: 4,5 s
Consumo combinado: entre 11,2 e 11,5 L/100km
Emissões CO2: entre 261 e 267 g/km
Preço: a partir de 172.786€
Cayenne Diesel
Motor: diesel, dianteiro, 6 cilindros opostos, 3.0L V6Alimentação: injecção directa por rampa comum, com turbo e intercooler
Potência: 262 cv às 4000 rpm
Binário: 580 Nm às 1750 e 2500 rpm
Velocidade máxima: 221 km/h
Aceleração 0-100 km/h: 7,3 s
Consumo combinado: entre 6,6 e 6,8 L/100km
Emissões CO2: entre 173 e 179 g/km
Preço: a partir de 92.093€
Cayenne S Diesel
Motor: diesel, dianteiro, 8 cilindros opostos, 4.2L V8Alimentação: injecção directa por rampa comum, com turbo e intercooler
Potência: 385 cv às 3750 rpm
Binário: 850 Nm às 2000 e 2750 rpm
Velocidade máxima: 252 km/h
Aceleração 0-100 km/h: 5,4 s
Consumo combinado: 8,0 L/100km
Emissões CO2: 209 g/km
Preço: a partir de 123.320€
Cayenne S E-Hybrid
Motor combustão: gasolina, dianteiro, 6 cilindros opostos, 3.0L V6Alimentação motor combustão: injecção directa, com turbo
Potência motor eléctrico: 95 cv
Potência motor gasolina: 333cv
Potência combinada: 416 cv às 5.500 rpm
Binário total: 590 Nm às 1250 e 4000 rpm
Velocidade máxima: 243 km/h
Velocidade máxima em modo eléctrico: 125km/h
Aceleração 0-100 km/h: 5,9 s
Consumo combinado: 3,4 L/100km
Emissões CO2: 79 g/km
Autonomia modo elétrico: entre 18 e 36 km
Preço: a partir de 91.781€
Prós e contras
+ Luxo a bordo, espaço, qualidade geral, prestações, design
- Consumo (com excepção dos diesel e híbrido), preço
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A maldição do "Little Bastard"


A morte do actor Paul Walker ainda está bem fresca na memória. O protagonista da saga "Velocidade furiosa" faleceu num acidente envolvendo um Porsche. Um outro ícone do cinema americano, James Dean, também acabou por ser vítima de um acidente mortal de viação envolvendo outro Porsche, mas na década de 50. Ambos os actores eram apaixonados por velocidade sendo que James Dean participava regularmente em corridas, a bordo de um Porsche 356 Speedster. Em 1955 acabou por trocar o 356 por um roadster de tecto aberto, o 550 Spyder, o que revelou-se fatal.
Na altura James acabou por personalizar a viatura e deu uma alcunha ao 550 Spyder - "Little Bastard", tal como Vettel costuma atribuir nomes aos monolugares que pilota. O 550 Spyder vinha com um motor 1.5L de 4 cilindros a debitar 100cv e era leve para fornecer boas performances. A história que hoje todos conhecemos, a morte de James após um acidente fatal com o 550 Spyder, não acabou aí. É que mesmo depois do desastre uma série de acontecimentos continuaram a assolar quem esteve em contacto com a viatura. Será que as alterações feitas ao pequeno desportivo retiraram-lhe segurança? Ou será que o modelo de dois lugares nunca teve efectivamente qualquer segurança? Não se sabe.
O que é certo é que quando James mostrou o seu novo 550 Spyder ao actor Alec Guinness (protagonista da personagem jedi Obi-Wan Kennobi, no filme "Star Wars: Guerra das Estrelas") este mostrou logo reservas ao achar a viatura sinistra. E não é que o acidente se deu uma semana depois? James decidiu levar o 550 Spyder no dia 30 de Setembro de 1955 para uma corrida na California. Foi acompanhado pelo seu mecânico particular Wuetherich (de origem alemã). No início estava planeado transportar a viatura através de um reboque, mas a ideia foi abandonada porque James queria puxar pelo 550 Spyder antes de chegar ao evento. Tal ideia revelou-se desastrosa pois quando chegaram a um cruzamento próximo de Cholame um Ford Custom Tudor de 1950, conduzido por Donald Turnupseed (nome curioso), embateu de forma violenta na frente do Porsche.

O mecânico acabou por partir uma perna e sofreu várias contusões múltiplas e ainda cortes por todo corpo. Já James não resistiu e acabou por falecer a caminho do hospital. Por sua vez Donald Turnupseed não sofreu nada demais e afirmou que não avistou o 550 Spyder. O Ford Custom Tudor possuía mais massa e acabou por transmitir toda a energia ao Porsche que tem uma estrutura mais frágil. Para além disso na altura os bancos não dispunham de apoio para a cabeça e muito provavelmente o 550 Spyder nem cintos de segurança tinha. O choque no 550 Spyder deu-se mais do lado do condutor do que do pendura o que fez rasgar a carroçaria apanhando mais James no embate.
Como se disse a história do Little Bastard não acabou aí. O motorista do camião que iria transportar o carro sinistrado, George Barkuis, também acabou por falecer quando o Little Bastard caiu inesperadamente sobre ele, precisamente no mesmo local do acidente enquanto era erguido para cima do camião. Mais tarde a companhia de seguros vendeu os destroços da viatura a George Barris, o mesmo que havia alterado o 550 Spyder de James Dean e que chegou a elaborar o desenho do carro de Batman. Barris comprou os restos do Little Bastard por 2.500 dólares. E não é que Barris também se viu envolvido num acidente? Quando a viatura chegou à garagem Barris escorregou e caiu em cima de um mecânico que o descarregava partindo as pernas.

A maldição do Little Bastard começava a ganhar fama. Todos os que entravam em contacto com a viatura acabariam por ter um acidente. Mas Barris achava que eram tudo superstições e decidiu desmontar as peças para vendê-las. Mais tarde em 1956 Troy McHenry, um médico de Beverly Hills, comprou o motor do Little Bastard e montou-o no seu carro. Mais uma opção fatal dado que Troy acabou por falecer quando usava o motor pela primeira vez numa nova viatura. Também William Eschrid adquiriu o sistema de transmissão do 550 Spyder e foi vítima de um acidente violento, explicando que a viatura travou bruscamente sem uma explicação aparente. Teve, no entanto, sorte pois sobreviveu ao impacto.
Por sua vez as rodas do Little Bastard foram vendidas a um cliente que também sofreu um acidente talvez devido ao defeito nos pneus ou nas jantes. E há ainda a salientar outro facto. Barris tinha ficado com o volante do 550 Spyder, montando-o no seu Porsche. Um curioso tentou roubar esse volante e acabou por cortar o braço. Barris começou a ficar saturado de tanta maldição e decidiu ceder os destroços do 550 Spyder à polícia da Califórnia para um movimento de sensibilização junto das pessoas para adoptarem uma prática de condução mais defensiva. Mas eis que o caricato voltou a acontecer. Antes das autoridades levarem os destroços a garagem onde se encontrava o Little Bastard incendiou-se.

Mas por ironia do destino todas as viaturas foram consumidas pelas chamas, excepto o 550 Spyder. Os destroços do Little Bastard mais tarde serviram de exposição para a população admirar um objecto que tinha pertencido a uma estrela de Holywood. Mas nem aí o Little Bastard deu descanso. Acabou por cair de uma estante em Sacramento ferindo um adolescente. Quando ía a caminho de Salinas para uma outra exposição o camião que o transportava derrapou na estrada e sofreu um acidente tendo o motorista falecido. E quando o 550 Spyder se preparava para mais uma exposição, desta vez na Flórida, acabou por desaparecer misteriosamente. E foi aqui a última vez que se viu o 550 Spyder de James Dean. Talvez seja melhor assim para o Little Bastard poder "descansar" em paz sem causar mais tragédia.
Quanto a Wuetherich, o mecânico de James Dean que presenciou o acidente fatal do carro prateado no cruzamento próximo de Cholame, acabou por falecer em 1981 na Alemanha, sua terra natal, também num acidente de viação.
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Automóveis clássicos valorizaram em média 28% em 2014


Investir em clássicos pode render mais do que obras de arte. Nalguns casos o lucro pode chegar aos 400% ou mais. No entanto para se chegar a este valor há que investir em clássicos raros, caros e fabricados nos anos 60, 70 e 80.
Casos de um Citroën 2cv, de um Mini, de um Volkswagen Carocha ou de um Fiat 500 são os veículos mais comuns e acessíveis para quem pretende iniciar no mundo dos clássicos. Mas estes nunca chegam a valorizar expressivamente.
As marcas com maior potencial de valorização são Ferrari, Bentley, Bugatti ou Aston Martin. Em média os automóveis clássicos garantiram um retorno de 28% em 2014. O Ferrari 250 GTO de 1963 (em cima) continua a deter o recorde de veículo mais caro de sempre. O veículo desportivo com motor V12 custou 42 milhões de euros em 2013 e hoje já está avaliado em 50 milhões de euros, o que corresponde a uma valorização de 19,04% (+8 milhões de euros).

Um Mini Cooper S 1275 de 1964 a 1967 em 2007 valia 17.500€, hoje vale 35.000€.
Valorização: 100% (+17.500€)

Um Lancia Delta Integrale Evo II de 1992 a 1995 valia 20.000€ em 2007 e hoje está avaliado em 45.000€.
Valorização: 125% (+25.000€)

Um Mercedes 280 SL de 1968 a 1971 valia 32.000€ em 2007 e hoje está avaliado em 55.000€.
Valorização: 71,87% (+23.000€)

Já um Porsche 911 2.2S de 1969 a 1971 em 2007 valia 47.000€ enquanto hoje vale 85.000€.
Valorização: 80,85% (+38.000€)
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16.12.14
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Toyota quebra hegemonia da Audi e conquista o título de pilotos do WEC (2014)


Buemi e Davidson obtiveram nas 6h de Bahrain o título antecipado do campeonato do WEC, prova de resistência onde figura as míticas 24h de Le Mans. Após o terceiro ano em competição a Toyota finalmente destrona a Audi. E nem mesmo uma falha registada no alternador do Toyota TS040 Hybrid de Buemi e Davidson impediram os pilotos de festejaram o título.
Quanto ao título de fabricantes a Toyota leva uma vantagem de 40 pontos face à Audi. Falta ainda as 6h de São Paulo que irão ditar o vencedor de marcas. Este ano a Toyota revelou-se mais eficaz e quanto à Porsche, que corre também na categoria máxima LMP1, o híbrido ainda não tem performances que lhe permitam aspirar ao título. Para o grupo japonês só falta mesmo conquistar a prova das 24h de Le Mans, a prova raínha de resistência, e a mais conhecida.
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Audi volta a ganhar as 24 Horas de Le Mans (2014)


A Audi venceu mais uma edição das 24 Horas de Le Mans e somou o 13º título no seu historial. Mas ao contrário da edição de 2013, este ano teve mais emoção. Desde o início da prova que o Toyota tomou o comando da corrida e chegou a ter uma volta de avanço para o segundo carro, neste caso um Audi. Parecia que as coisas ficariam arrumadas. Mas a meio da prova o Toyota que liderava parou inesperadamente com uma avaria eléctrica, sem possibilidade de voltar à boxe. Com isto os dois Audi's que vinham a seguir assumiram o comando e o destino da prova. A Porsche ainda se intrometeu no meio mas também foi vítima de falhas mecânicas. Na terceira participação seguida a marca japonesa não consegue destronar a Audi. A marca germânica mostra um bom trabalho de equipa enquanto o Toyota que liderou metade da prova correu sem apoio de outro carro de marca. Talvez isso tenha feito alguma pressão psicológica.
O que é certo é que tanto Toyota como Porsche e Audi tiveram problemas mecânicos mas a marca dos anéis foi mais fiável e isso é um factor fundamental para se vencer em Le Mans. Mais do que velocidade a fiabilidade é que permite aos carros terminarem a prova. Facto curioso foi que muitos veículos necessitaram de mudar as portas por defeciência nas dobradiças. Quanto aos portugueses acabaram por não ter sorte. Filipe Albuquerque nem chegou a aquecer o banco do Audi visto que o carro teve um acidente logo no início da corrida. O Aston Martin de Lamy teve problemas de direcção e acabou por perder a liderança. Desde 2000 que a Audi entrou nas corridas de Le Mans e o percurso é impressionante tendo perdido o título apenas por duas vezes. Já só faltam três triunfos para superar os 16 títulos da Porsche. Caricato é o facto de a gigante Toyota já ter um número considerável de presenças nas 24 Horas de Le Mans, mas nunca conseguiu alcançar o triunfo.
A reputação da Toyota como marca que produz carros fiáveis não tem produzido correspondência na prova raínha de resistência. É certo que os carros de competição são bastante diferentes dos que se produzem em série mas pesa bastante no subconsciente do consumidor. Por outro lado uma marca japonesa mais pequena, neste caso a Mazda, competiu apenas numa edição e conseguiu logo arrecadar o 1º prémio.
Vai a Toyota deixar de investir nesta competição em 2015?
De facto foi um bocado decepcionante ver o Toyota abandonar a prova quando liderava a corrida confortavelmente. Velocidade é o que não faltava ao carro japonês, mas um problema na bobina deitou tudo a perder. São milhões que se investem nesta competição e, muito provavelmente, a Toyota poderá equacionar a retirada na próxima época. Veremos. O Toyota corria com motor a gasolina totalmente aspirado e sem turbo, mas os reis desta competição têm sido já há alguns anos os blocos a diesel TDi do grupo Volkswagen. Têm sido os grandes protagonistas relegando para segundo plano os motores a gasolina, com ou sem turbo. Este cenário era impensável aqui há uns anos mas hoje é uma realidade que os blocos a diesel conseguem oferecer boas prestações em competição. Para concluir, o projecto do semi-eléctrico Nissan Zeod RC foi um flop com a desistência na corrida.
Lista de marcas vitoriosas em Le Mans:
16 Porsche
13 Audi
9 Ferrari
7 Jaguar
6 Bentley
4 Alfa Romeo, Ford
3 Matra-Simca, Peugeot
2 Lorraine-Dietrich, Bugatti, Mercedes-Benz
1 Chenard & Walcker, Lagonda, Delahaye, Talbot-Lago, Aston Martin, Mirage, Renault-Alpine, Rondeau, Mazda, McLaren, BMW
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24 Horas de Le Mans vão arrancar para mais uma edição (2014)

Na edição deeste ano os candidatos a ganharem o troféu estão representados por três marcas, mais uma do que no ano passado, com o regresso da Porsche à categoria máxima LMP1. Serão duas alemãs contra uma japonesa.Ao contrário do usual nas últimas edições onde os Audi correram na cor prateada, este ano a marca dos anéis optou por tons mais escuros para não se confundir com o branco da Porsche.
É de antever que a batalha será mais interessante do que no ano passado com mais participantes mas também devido ao novo regulamento técnico da categoria LMP1, que visa otimizar o gasto de energia.
Será que é desta que a hegemonia da Audi será interrompida?
Como curiosidade de salientar que as 24 horas de Le Mans 2014 terão um novo logotipo institucional e contarão com as participações do sobrinho de Senna e do ex-guarda-redes francês Fabien Barthez que correrá na equipa de Sebastien Loeb (ex-piloto de ralys) na categoria LMP2. A mítica marca francesa Alpine também está de regresso na LMP2 com um protótipo. Outro chamariz de edição de 2014 será a presença do Zeod, um veículo eléctrico da Nissan que combina com um motor a combustão. Será capaz de correr vários km em modo emissões zero. Quanto a pilotos nacionais destaque para Filipe Albuquerque que correrá numa das equipas da Audi.

Porsche 919 hybrid - híbrido a gasolina com turbo 2.0L, 4 cilindros, 500cv

Audi R18 e-tron quattro hybrid - híbrido a diesel com turbo 3.7L V6, 490cv

Toyota TS040 hybrid - híbrido a gasolina aspirado 3.7L V8, 513cv

Nissan Zeod - híbrido eléctrico, motor gasolina com turbo 1.5L, 400cv combinado com motor eléctrico 300cv
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11.6.14
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