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Ford T com 100 anos percorre volta ao mundo



Dar a volta ao mundo num automóvel não é tarefa fácil. Mas agora imagine-se que a viatura se trata de um antigo Ford T, então aí a proeza é ainda maior. Falamos de um carro muito antigo que não tem as "mordomias" dos carros modernos e que terá de se sujeitar à dureza das intempéries e do clima que irá percorrer.

O feito foi iniciado em 2012 por um casal holandês e actualmente o Ford T já percorreu 80.000km passando por países como África do Sul, Estados Unidos ou Canadá. Está planeado que termine o percurso no ano de 2017.

Não é propriamente a volta ao mundo em 180 dias de Will Fog, mas de qualquer forma este pequeno modelo produzido nos EUA há 100 anos, e pensado por Henry Ford, vai ficar com uma história para contar no futuro.

E seria curioso verificar se teve muitos precalços mecânicos durante a longa viagem.




França aprova lei contra a obsolescência programada (2014)

É frequente ouvir alguém dizer a frase "no meu tempo isto durava uma vida, agora...". É verdade os electrodomésticos e produtos hoje em dia perderam a grande virtude que tinham ao durarem menos tempo do que antes. Actualmente os consumidores são penalizados e obrigados a substituir os equipamentos e produtos com maior frequência fruto de uma prática das grandes multinacionais seguiram o caminho dos "produtos descartáveis". O período mínimo de garantia estipulado para, por exemplo, peças automóveis é de 2 anos. Mas a União Europeia pretende penalizar as empresas que implementem medidas de obsolescência programada, ou seja que fabriquem produtos com o intuito propositado para durar pouco tempo.

França dá o mote

Em França acaba de ser aprovada uma lei que penalizar estas más práticas. A obsolescência programada passa a ser punida como fraude em França com uma pena de prisão até 2 anos e 300 mil euros de coima. Aqui todos os produtos de valor equivalente a 30% do salário mínimo francês (1445€) devem exibir uma espécie de prazo de validade. O objectivo desta medida passa por aumentar o período de utilização do equipamento e facilitar a comparação entre marcas. Algumas organizações exigem mesmo o aumento do período de garantia para 10 anos, para promover a venda de bens duráveis e reparáveis. Espera-se que estas medidas se estendam até à indústria automóvel.

O mito da segurança nos carros grandes (2014)



Ao contrário do que muitos pensam, carros mais altos e maiores não são sinónimo de serem mais seguros, principalmente em curvas. O poder do marketing e da publicidade fez crer nas pessoas que carros grandes dão a sensação de maior robustez. Os EUA são dos países com mais percentagem de veículos grandes.

O facto de serem maiores faz com que a massa de impacto aumente em caso de choque. Para inverterem isto as marcas desenvolveram sistemas de absorção da energia com pára-choques elásticos, peças da carroçaria facilmente desmontáveis ou estruturas menos rígidas. No entanto é no famoso teste do alce - prova realizada com curvas e contracurvas a alta velocidade - que os denominados suv's, jeeps ou pickups sentem mais dificuldade.



Mas não são só os carros altos que sentem esse handicap, também os carros comerciais de caixa alta ou pequenos monovolumes por vezes se revelam instáveis no teste do alce. Um dos modelos que ficou famoso, pela negativa, foi o Mercedes Classe A. Estes modelos são bastante sensíveis a guinadas repentinas e violentas por isso há que ter algum cuidado no seu modo de condução, usar o volante de modo progressivo e evitar altas velocidades em curvas apertadas.

Porque duram menos tempo os produtos (2014)



As associações de consumidores europeias (Euroconsumers) reuniram-se em Bruxelas para discutir estratégias para combater a curta duração dos produtos. É frequente hoje em dia certos produtos, como electrodomésticos, durarem bastante menos tempo do que antigamente. Quem tem familiares mais antigos consegue testemunhar este facto facilmente. "Dantes os produtos duravam uma vida inteira" é a frase mais recorrente. E quem diz electrodomésticos pode falar em automóveis também. Mas porque duram menos tempo os produtos?
A resposta pode ser encontrada na necessidade de lucros pelas empresas. Ora se as pessoas comprarem um produto que dura uma vida inteira então não terão necessidade de voltar a comprá-lo a médio ou longo prazo e isso é um problema para as empresas fabricantes.

Como resultado desta filosofia os próprios fabricantes passaram a usar materiais cada vez mais baratos para reduzir os custos de produção. A substituição do metal pelo plástico é um exemplo. Reduz-se o preço das peças, o custo de produção e maximiza-se os lucros. Como consequência a qualidade e a durabilidade decrescem. Depois há outros casos em que os bens se tornam obsoletos devido a estratégias premeditadas das marcas. A obsolescência programada consiste numa estratégia dos fabricantes de conceberem os seus produtos já a pensar na forma como estes podem tornar-se obsoletos, fora de moda ou impossíveis de usar mais cedo, de modo a obrigar os consumidores a gastar dinheiro em reparações ou mesmo inviabilizando o seu arranjo, levando-os a comprar novos produtos para substituir os antigos. O revés da medalha desta política é a quebra de fidelização nas marcas. Por isso a Euroconsumers resolveu debater formas para combater estas estratégias e tendências abusivas que lesam o consumidor com o intuito de aumentar exponencialmente o lucro das empresas.

Táxis raros de se verem em Portugal (2013)



Longe vão os tempos em que táxi era sinónimo de Mercedes. Agora já é possível ver táxis de outras marcas a circular nas nossas estradas. No entanto a marca germânica continua a ser a preferencial pelos taxistas.

Existe um táxi com mais de 2 milhões de Km que circulava no Porto e que agora está exposto no Museu da Mercedes em Estugarda na Alemanha. Trata-se de um Mercedes W-124, 200D de 1988 com motorização diesel de 1.997cc com 72 cv que trabalhou durante 14 anos. O motor é original e não foi mexido.

O museu adquiriu esse modelo mas em troca o proprietario recebeu um Mercedes novo com zero kilómetros. O mito foi criado. Mas parece que actualmente os taxistas já optam por outras marcas. Um sintoma de que os actuais Mercedes não têm a mesma fiabilidade e durabilidade de antigamente?



Porsche 911 vence 25ª Maratona de Clássicos Pirelli (2013)



A 25ª maratona de clássicos Pirelli foi ganha pelo Porsche 911 de 1965 dos britânicos Charles e Guy Woodcock. A luta entre o Porsche 911 e três Sunbeam Tigers, também de 1965, foi disputada até ao fim entre estradas sinuosas de montanha. A prova teve início em Ypres na Bélgica, passou pelo Luxemburgo, França, Suíça e terminou na praça de São Francisco no norte de Itália tendo contado com a participação de 50 clássicos. Foram 35 etapas disputadas numa distância total de 2.280km.

Os concorrentes testaram a sua perícia ao longo de seis dias numa prova competitiva. As temperaturas chegaram aos 30ºC o que tornou agradável a participação de descapotáveis. Mais desagradável foi o sobreaquecimento de alguns motores durante as subidas. Mas para além dos carros vitoriosos há que salientar o desempenho de um Bentley datado de 1924 que conseguiu terminar a prova de resistência. Participaram na prova marcas como a Ferrari, Alfa Romeo, Fiat, Porsche, Bentley, Sunbeam entre outras. A próxima edição será em 2015.

1. Porsche 911 (1965)
2. Sunbeam Tiger (1965)
3. Sunbeam Tiger (1965)

Porsche 911 vence edição de 2013 da prova clássica de resistência Londres-Lisboa



A edição de 2013 da prova de rally clássica de resistência Londres-Lisboa contou com a participação de muitos modelos antigos. O 1º e 2º lugar couberam a dois Porsches 911. A partida deu-se em Greenwich, Londres, e o percurso passou por França, Espanha e terminou em Portugal, em Lisboa na Praça do Comércio.

Foi uma prova que pôs à prova a resistência das viaturas. O tempo variou entre o sol, a chuva e até neve nos Pirenéus. Antes de chegarem a Lisboa os modelos passaram pelo Caramulo e visitaram o museu automóvel. O ACP foi um dos patrocinadores este evento. Cerca de duas mil pessoas compareceram para receber os carros na reta da meta.

O jantar final deu-se no Lapa Palace, outro parceiro do evento, e contou com a presença de Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, que entregou os prémios. Classificação final da prova realizada em Maio 2013:

1º Michael Baker e Simon Baker (Porsche 911 SC 1978)
2º Chas Colton e Guy Woodcock (Porsche 911 2.0 SWB 1965)
3º Michael Gerber e Christophe Kung (Austin Healey MkI BT7 1965)
4º Angus Forsyth e Marcus Atkinson (Austin 7 Ulster 1930)

Ocupantes de viatura colhida por dois comboios sofrem apenas ferimentos ligeiros

Parece mentira mas um Honda HR-V foi colhido por dois comboios e os seus ocupantes escaparam ilesos apenas com ferimentos ligeiros. Um verdadeiro milagre? Pelas imagens da carroçaria completamente amolgada dá para perceber a violência do embate. Após a passagem de uma cancela, o veiculo SUV ficou retido na linha e acabou por sofrer embates laterais. Um autêntico teste de segurança acidental que supera os ensaios da Euroncap. Os airbags funcionaram na pefeição.


Teste 100 mil km: compactos (1999-2009) pela Autobild


20 - Peugeot 307 HDi 110 FAP (2002)
pontos de erro: 46
nota: 6


19 - Renault Mégane 1.6 (2003)
pontos de erro: 33
nota: 4-


18 - Opel Astra G 1.6 16V (1999)
pontos de erro: 29
nota: 4


17 - Opel Astra H 1.9 CDTI (2004)
pontos de erro: 28
nota: 4+


16 - VW Golf V 1.4 (2003)
pontos de erro: 26
nota: 4+


15 - Alfa Romeo 147 2.0 T.S. (2001)
pontos de erro: 23
nota: 3-


14 - Hyundai i30 cw 1.6 Style (2009)
pontos de erro: 20
nota: 3


13 - Nissan Almera 1.8 Elegance (2000)
pontos de erro: 15
nota: 2-


12 - Kia Soul 1.6 Spirit (2009)
pontos de erro: 13
nota: 2-


11 - Honda Civic 1.8i Sport (2006)
pontos de erro: 12
nota: 2-


10 - Toyota Auris 1.6 Executive (2007)
pontos de erro: 12
nota: 2-


9 - Ford Focus I 1.6i Turnier (1999)
pontos de erro: 8
nota: 2+


8 - Opel Astra 1.7 CDTI (2010)
pontos de erro: 6
nota: 2+


7 - Fiat Bravo 1.9 MJT Emotion (2008)
pontos de erro: 4
nota: 1-


6 - Kia Cee'd 1.6 CRDi EX (2007)
pontos de erro: 3
nota: 1


5 - VW Golf VI 1.4 TSI Comfortline (2009)
pontos de erro: 2
nota: 1


4 - Toyota Prius III Life (2009)
pontos de erro: 2
nota: 1


3 - Toyota Prius II HSD Executive (2004)
pontos de erro: 1
nota: 1


2 - Mazda3 1.6 MZR High-Line (2009)
pontos de erro: 1
nota: 1


1 - BMW 130i (2007)
pontos de erro: 0
nota: 1+

Classificação: 1+ é a nota máxima e os seguintes vão decrescendo


fonte: autobild, dezembro 2012

Teste 100 mil km: Volkswagen Polo V (2011) pela Autobild

Delicioso, este VW. É o que poderia dizer um pequeno roedor...se falasse. Este teste pôs à prova os engenheiros da VW que pensaram no Polo até o último detalhe. Mas esqueceram o apetite de um predador peludo. Sem saber, um pequeno roedor roeu a ignição do compartimento do motor 1.2 TSI, diretamente acima do bloco do motor. Um guaxinim mordiscou bem três cabos. Este roedor foi o único que conseguiu parar mais de 100.000 km deste teste.

Este Polo de 4 portas vinha equipado com ar condicionado, caixa de velocidades DSG, sistema de navegação e rodas de 16 polegadas com jantes de liga leve com um custo de 23.836 €. O VW rosnou abaixo do seu programa esperado. Revelou-se permanentemente irritado com a navegação lenta, mas mimado com um funcionamento confortável. No silêncio interior caíram alguns sons parasitas inesperados. O maior problema foram os cabos de ignição do motor que foram constantemente atacados por roedores devido à falta de tampa. Mas a VW finalmente resolveu este problema. Desde agosto de 2011, com uma peça adicional de plástico a cobrir a ignição, as oficinas vendem-na desde 30 Março 2012. O custo desta proteção são dois euros.

Nota final: 2+



Classificação: 1+ é a nota máxima e os seguintes vão decrescendo



fonte: autobild, dezembro 2012

Os 10 carros com mais kilómetros percorridos


10º - BMW 316i Compact, gasolina (1995) - 500.000 km
(o carro não necessitou de substituir grande maioria de peças desde 1995)


9º - Volkswagen Golf MkIV 1.9 TDi, diesel (2000) - 724.204 km
(o carro não teve problemas de mecânica excepto uma falha no alternador aos 482.803km)


8º - Volkswagen Golf GL MkI, diesel (1983) - mais de 1.000.000 km
(o motor sobreviveu a um acidente)


7º - Honda Civic (1995) - 1.500.000 km
(a assinalar uma falha na luz do painel, algumas peças foram mudadas mas o motor é o original)


6º - Mercedes-Benz E 300 D, diesel (1989) - mais de 1.000.000 km
(o motor nunca causou problemas)


5º - Saab 900 (1989) - mais de 1.000.000 km
(atingiu a marca sem dificuldades)


4º - Dodge Ram 3500 (1995) - 1.600.000 km
(o cuidado do proprietário mereceu elogios da marca)


3º - Volkswagen Beetle (1963) - 2.320.750 km
(ainda está vivo e chama a atenção)


2º - Mercedes-Benz 240 D (1976) - 4.000.000 km
(este é um carro de taxista que já faz parte do museu da Mercedes, o dono foi obrigado a trocá-lo devido ao governo querer renovar a frota de táxis durante os jogos olímpicos, senão ainda andava mais)


1º - Volvo P1800 (1966) - 4.600.000 km
(trabalha como o mesmo motor de origem)

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