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Wikileaks revela que CIA consegue aceder a software de automóveis

Quando hackers conseguem
aceder ao seu automóvel



Vulnerabilidade dos sistemas informáticos dos automóveis em questão

A Wikileaks revelou que a CIA consegue "piratear" o software de sistemas informáticos de carros modernos. Em 2015 um Jeep Cherokee foi alvo destes testes por técnicos de segurança que conseguiram virar as rodas, desactivar os travões e desligar o motor. Os mesmos técnicos descobriram que seria possível aceder a centenas de outros veículos que usam um sistema infoteinment wireless e um determinado sistema de navegação comum a muitas viaturas. A vulnearabilidade detectada levou a que uma marca fizesse um recall de 1.4 milhões de unidades.


Isto revela que parece que não existe nenhuma marca que tenha métodos de prevenção e detecção de ataques informáticos. Uma investigação da Universidade de Washington, na Califórnia, publicou em 2010 e 2011 dados a mostrar que os veículos podem ser pirateados por hackers remotamente através de um portátil ou por telemóvel. Também um estudo na Alemanha revela que é possível desbloquear e arrancar 24 tipos de viaturas com sistema wireless.

A questão é simples: se o carro é um computador e está conectado então pode ser pirateado

Se um hacker aceder ao sistema informático de um carro é possível que consiga entrar lá dentro ou o bloqueie onde desejar. O maior receio para um condutor é que um hacker tenha o controle da viatura, que inutilize o acelerador ou os travões com o intuito de provocar algum acidente, ou o conduza para um local remoto onde possa ser mais fácil roubar a viatura.

Mas conseguir aceder ao sistema informático de uma viatura não é uma tarefa fácil para qualquer hacker. Por isso a Wikileaks revela que a CIA conta com técnicos especializados para conseguir aceder ao computador de um carro que, hipoteticamente, possa estar a ser conduzido por um potencial ou real criminoso, com o objectivo de o bloquear. Quem conseguir aceder ao computador de um veículo pode monitorizar os movimentos do mesmo.

Sistemas de conexão ao carro via smartphone ou infoteinment são vulneráveis

A forma mais fácil de aceder ao software do veículo é através dos sistemas de conexão como via smartphone ou infoteinment. A ligação ao exterior torna o carro vulnerável. E é difícil ao condutor descobrir quando o carro foi pirateado. As marcas automóveis não sabem o que se passa e parecem desprezar este problema. Não há nenhum mecanismo que alerte quando um hacker acede a um carro.

O sistema analógico é ainda o mais seguro

Os computadores facilitam muito a vida mas as marcas deviam regressar às origens e isolar o sistema informático do carro, com o inconveniente de tornar o veículo num computador onde se têm de fazer constantemente updates de antivírus. Será sempre preferível desligar as conexões que o veículo possa fazer com o exterior. Mas o ideal mesmo são os velhos sistemas analógicos.

Vantagens e desvantagens das LED lights



Qualquer fonte de iluminação, seja ela natural ou artificial, é perigosa para o olho humano quando observado por longos períodos. Quem olhar para o Sol durante muito tempo acaba por ficar encadeado temporariamente. E para se poder observar um eclipse solar em segurança é aconselhado usar um filtro para os olhos ou óculos especiais.




Estudo conclui que Led's são mais agressivos do que lâmpadas tradicionais

Para além do Sol também as próprias lâmpadas podem produzir o efeito de encadeamento se focadas durante muito tempo. Mas o que ficámos agora a saber é que as modernas lâmpadas que usam tecnologia Led são mais agressivas do que as antigas lâmpadas tradicionais. Uma investigação concluiu que as lâmpadas Led podem afetar negativamente a visão. É preciso cuidado com a sua utilização evitando olhar fixamente durante muito tempo para o seu foco.

Prós e contras de faróis em Led's

A tecnologia de faróis com Led's vulgarizou-se nos automóveis através de sistemas de iluminação diurna. Já os sistemas de iluminação para a noite ainda só existem em alguns modelos dado que necessitam de maior potência. A grande vantagem das lâmpadas de Led's é que são mais económicas, duram bastante mais tempo, consomem menos energia e aquecem menos. Mas também têm desvantagens. Quando existe um malfuncionamento de um Led a substituição não é feita pontualmente e exige a substituição do sistema, o que é mais caro do que mudar uma simples lâmpada.

Os Led's funcionam em circuitos electrónicos e quando há um avaria é necessário retirar todo o circuito e substituí-lo ou então se tiver dotes de electrónica retirar e soldar o Led em fim de vida (os Led's não fundem atenção). Mas a grande desvantagem do Led para as outras lâmpadas é que o feixe de luz tem um ângulo de luz fechado, concentrado e uni-direccional produzindo um brilho muito intenso que é prejudicial para a vista humana.

Empresas que produzem lâmpadas de Led's já criaram sistemas de dispersão da luz para evitar este efeito de concentração, no entanto não conseguem substituir totalmente as lâmpadas tradicionais comuns que produzem um feixe de luz dispersivo com um ângulo de abertura bem maior, mais agradável e suave à vista.



Vídeo com alguns momentos das 24H Le Mans que mostram o funcionamento de Led's em alguns veículos, mas em câmara lenta

Porque piscam os Led's em câmara lenta?

A observação directa de luminárias de Led's de grande intensidade pode ser prejudicial para a vista humana. A olho nú não é perceptível a diferença entre uma lâmpada de Led's e uma lâmpada convencional, mas se olharmos em câmara lenta descobrem-se diferenças. Provavelmente já deve ter assistido a corridas de automóveis com faróis em Led's (na categoria de GT ou turismo) e deve ter reparado, quando são mostradas imagens em câmara lenta, que as luzes em Led's tremem. Porquê? Todas as lâmpadas produzem um feixe de luz não contínuo que varia com a corrente. Essa percepção só é possível observar em câmara lenta. No entanto nas lâmpadas de Led's a percepção é maior.

Apesar de as ópticas em Led's estarem na moda, a melhor forma de minimizar este mal é introduzir um difusor translúcido nas luminárias para dispersar a luz. Antigamente os faróis dos automóveis não eram feitos em vidro acrílico polido, possuíam textura para dispersar a luz e evitar o encadeamento. Hoje os faróis de vidro polido são bastante comuns.

A introdução de Led's em ópticas polidas pode revelar-se perigosa quando observadas de forma contínua. O uso de Led's em piscas ou em luzes diurnas com finas tiras são toleráveis. Agora a aplicação de Led's de alta potência em médios ou máximos pode-se revelar prejudicial tanto para condutores como para peões se observados fixamente.

Perdido no meio do nada? A lanterna Lumify X9 é a solução (2016)




O carro avariou à noite e ficou perdido num local sem iluminação? Solução: use uma boa lanterna. A tecnologia de Led's veio revolucionar o mundo da iluminação. E os Led's de alta potência vieram permitir uma amplitude de luz bastante superior às lâmpadas tradicionais.

A Lumify X9 é uma lanterna que usa esta nova tecnologia e é única devido à sua intensidade de iluminação extrema de longo alcance e uma amplitude do feixe de luz enorme. Para além disso traz diversas funções interessantes.

Agora já não são só as tropas americanas, nem bombeiros, nem polícias, nem forças de resgate os únicos que usam esta tecnologia.


A Lumify X9 está no mercado e pode ser comprada por qualquer pessoa. É preciso ter algum cuidado com o seu uso já que pode provocar encadeamento para quem apanha com o feixe de frente.

Por isso se faz viagens longas e circula à noite percorrendo locais mal iluminados traga sempre uma lanterna deste género no carro.

Comando do carro electrónico ou mecânico. Qual o melhor?



Actualmente os comandos dos carros já permitem executar inúmeras tarefas para além da básica função de trancar ou destrancar a fechadura. Por exemplo o comando do BMW i8 é um autêntico gadget tecnológico com um pequeno ecrã integrado que permite visualizar, por exemplo, o nível de óleo dos travões ou a carga da bateria interagindo com o computador de bordo do carro. Mas os sistemas mais comuns integram no mesmo comando a chave mecânica e ainda alguns botões que accionam as trancas da fechadura e uma ou outra função adicional.

Longe vão os tempos da simples chave mecânica. Hoje em dia todas as marcas dispõem de sistema de abertura electrónico. Conheça as vantagens e desvantagens de cada sistema. Um simpósio recente organizado pela Usenix divulgou um estudo onde refere que várias viaturas apresentam problemas de segurança nos seus comandos de abertura electrónica. Foram identificadas falhas em viaturas desde 1995 para cá em diversas marcas, nas quais é possível, a partir de técnicas informáticas avançadas, manipular e clonar os respectivos sistemas de segurança.

A grande maioria marcas já disponibiliza sistemas de alarme integrados nas viaturas. Mas se não confia no sistema de alarme que veio de série opte por instalar um sistema diferente de uma marca com créditos firmados no sector da segurança. Marcas como a Cobra garantem bons sistemas e permitem a sua instalação na viatura com um comando de alarme independente da chave do carro. Embora seja menos cómodo, são mais seguros do que integrados na própria chave e explicaremos porquê.

Regras de ouro para prevenir tentativas de intrusão indesejadas

Estacionar o carro à noite em locais bem iluminados, seguros e não isolados é uma regra de ouro mas há mais. Não é aconselhável deixar objectos valiosos à vista no interior do carro. Também é sempre recomendável, após ligar o sistema de alarme, comprovar fisicamente o fecho do trinco das portas visível na haste das portas que recolhe para dentro e o accionamento da luz intermitente de aviso de alarme.

Quando tentar desligar o alarme e verificar que o sistema não funciona à primeira é porque o sinal sonoro do alarme deve ter sido accionado anteriormente fruto de alguma tentativa de furto ou também devido a alguma chuva, vento forte ou ainda trovoada. É sempre importante ter alguns cuidados com o sistema electrónico do comando. Por exemplo se observar estranhos perto do seu carro com ar duvidoso tome precauções.

Se estes suspeitos estiverem com um portátil na mão então, muito provavelmente, é porque pretendem usarem um software especial ficando apenas a aguardar que o dono apareça e accione o comando para poderem piratear as ondas de frequência. A tática é guardar sempre a chave no bolso sem a mostrar e não se dirija para o carro continuando o percurso para que não se apercebam que a viatura é sua.

Caso queira mesmo entrar na viatura certifique-se que o local é seguro e bem iluminado e opte por não usar o comando, dando à chave mecanicamente, evitando, assim, o uso da radiofrequência. Também com uma alternativa ao fecho electrónico tem-se sempre a garantia de que não se está dependente do tempo de vida útil da pilha instalada no comando. Os carros que não dispõem de sistema abertura mecânica têm a vantagem de impossibilitar a tentativa de intrusão tradicional.

Por outro lado estão muito dependentes da electrónica o que, em caso de avaria, pode ser problemático. Também os sistemas de abertura que se accionam sozinhos com a aproximação do comando podem ser mais vulneráveis e, muito provavelmente, são o alvo preferido dos ataques de piratas informáticos.

Mas o comando electrónico da viatura pode ser alvo de clonagem em outras ocasiões que muitos ignoram. Este dispositivo deve ser manuseado apenas pelo seu dono ou por pessoas de confiança. Por exemplo se costuma levar o carro à revisão a uma oficina particular não acreditada, com mão de obra mais barata, não se admire que os funcionários desse estabelecimento tentem clonar o comando sem lhe dizer nada... No entanto se tiver um comando de alarme independente da chave pode sempre optar por deixar na oficina apenas a chave mecânica evitando tentativas de clonagem do comando electrónico.

Piloto automático da Tesla causa acidente mortal (2016)



A Tesla está a efectuar uma avaliação federal à segurança dos seus veículos, depois de ter ocorrido um acidente grave com a morte de um condutor enquanto utilizava o mecanismo de “piloto automático” num modelo da marca americana. Os sistemas de piloto automático ainda estão numa fase embrionária e necessitam de muita informação e testes até que sejam completamente eficazes.

Para além disso é necessário rever a legislação sobre a quem atribuir as culpas num caso como este. Se a máquina falhou então nem o condutor, nem o respectivo seguro podem assumir as culpas e pagar os estragos. Terá de ser a marca a responsabilizar-se pelo sucedido. Daí a importância para as marcas efectuarem mais testes de modo a garantir a eficácia do sistema para evitarem assumir os encargos das despesas em caso de acidente.

A Administração Nacional de Segurança ao Tráfico Rodoviário (NHTSA) dos Estados Unidos já abriu uma investigação para avaliar o desempenho do sistema de “piloto automático” no veículo da Tesla que causou a morte ao condutor. Uma das causas para o acidente poderá estar na falta de reconhecimento das câmaras do veículo que circulava imediatamente à frente devido à sua cor branca, aos reflexos de luz que imitiram ou ao ambiente envolvente que se confundiu com o veículo. Um sistema que necessita de aperfeiçoamento.

Travão de mão mecânico vs travão de mão eléctrico



O travão de mão eléctrico é um gadget que surgiu não há muito tempo em carros topo de gama mas começa-se a democratizar nos modelos de gama mais baixa. A tendência é ir adaptando determinado equipamento de luxo em toda a indústria automóvel vugarizando-o. Actualmente ainda há modelos que permitem escolher o sistema mas em alguns segmentos é mesmo difícil encontrar viaturas que disponibilizem o clássico travão de mão mecânico.

Perante este dilema as questões que se colocam são estas: travão de mão mecânico ou travão de mão eléctrico, qual escolher? Quais os prós e os contras? E qual a razão da sua invenção?

A propósito deste tema o canal SIC transmitiu uma reportagem sobre viaturas de várias marcas com travões de mão eléctricos e que têm em comum uma determinada curiosidade que não se sabe se é um defeito ou uma característica própria e que é esta: nos casos em que se acciona o modo automático e quando se faz o ponto de embraiagem sem uma mudança engatada, a viatura destrava-se automaticamente, o que pode ser perigoso em certas situações se o condutor não estiver familiarizado com o sistema.

Por isso o alerta foi dado pelo ACP (Automóvel Clube de Portugal) e a PRP (Prevenção Rodoviária Portuguesa): cuidado com o travão de mão eléctrico que pode ser traiçoeiro. Existe o risco para automobilistas e peões e apelam às marcas para que, no mínimo, alertem os condutores devidamente antes de venderem as viaturas com o sistema instalado.

Alguns modelos têm no manual esta informação importante mas outras omitem-na, não se sabe se intencionalmente ou por mero lapso. Na reportagem da SIC foram contactados vários stands de automóveis que desconheciam esta característica. Quando adquirir uma viatura com travão de mão eléctrico integrado o ideal é testar o sistema num espaço aberto, procurando deçifrar todos os truques e "manhas" para se familiarizar com o gadget e evitar surpresas futuras em situações mais apertadas.

Qual a razão da invenção do travão de mão eléctrico?

Mas afinal qual a razão para a invenção do travão de mão eléctrico? Existem várias explicações. A resposta pode ser um misto de todas elas. Do lado ergonómico é uma forma de ganhar espaço de arrumação no túnel central que divide os dois bancos. Também se pode afirmar que é uma maneira mais cómoda de imobilizar o carro pressionando um simples botão com o dedo em vez de se ter necessidade de aplicar a força de um braço, algo que muitas condutoras têm dificuldade em fazer.

Mas há uma outra explicação que devia merecer a antenção dos condutores. O lado prático e cómodo esconde um aspecto económico e descurada pelos mais desatentos. A introdução deste sistema pode também ser vista como uma maneira das marcas "potenciarem" novas avarias nas viaturas, bastante úteis para as oficinas que facturam bastante com a reparação de anomalias quanto acaba o prazo de garantia mínimo de 2 anos.

Antes de se adquirir uma viatura é importante que os condutores tenham a consciência de que a reparação de uma avaria num travão de mão eléctrico é mais cara, bem mais cara do que num travão de mão tradicional, cuja manutenção é bastante simples e barata. Se o condutor não for muito azelha nem andar a fazer peões, o travão de mão manual raramente tem avarias e necessita de pequenas afinações, isto claro está em carros ligeiros de passageiros.

E o que é verdade é que existem muitos condutores que negligenciam o aspecto da manutenção antes de adquirirem uma viatura com travão de mão eléctrico e só pensam nele na hora em que o sistema deixa de funcionar, e reparam no orçamento exigido para a sua reparação. Determinados gadgets electrónicos têm este lado menos positiva. O luxo paga-se caro. Este é um dos lados menos positivos do travão de mão eléctrico mas há outros.



Prós e contras

Todo o equipamento eléctrico do automóvel necessita de energia e de fusíveis. E a maioria dele está ligada à bateria, salvo excepções como alarmes ou outro equipamento extraordinário que se ligam a outras fontes de energia. Por isso outra pergunta pertinente que se coloca é: e se o fusível do travão de mão eléctrico queimar? Ou então e se a bateria ficar descarregada? Provavelmente o sistema deixará de funcionar. Algo que não sucede com um travão de mão tradicional que funciona de modo independente através de um sistema mecânico. O sistema de imobilização de uma viatura é um elemento crucial que não devia estar dependente de electricidade.

Um problema semelhante que se coloca também em viaturas que têm bagageiras somente com abertura eléctrica. Imagine-se que deixa de conseguir abrir a bagageira e tem lá colocado alimentos frescos. Terá de ser obrigado a rebater os bancos para ter acesso ao seu interior. A transformação de sistemas mecânicos simples em sistemas que funcionam em modo exclusivamente electrónico têm esta desvantagem.

As marcas deveriam sempre assegurar ao condutor a possibilidade de funcionamento de um sistema alternativo em modo mecânico caso a parte eléctrica fique inoperacional. Para além disso a introdução de demasiado equipamento electrónico, que dantes era feito por simples sistemas mecânicos, encurta a vida da bateria. Dantes a energia dos carros e o consumo ressentiam-se com o funcionamento do ar condicionado. Agora com a implementação de tanto equipamento electrónico o mais certo é o consumo aumentar ainda mais e a bateria esgotar-se mais cedo do que o previsto.

Conclui-se que as marcas deviam continuar a permitir ao consumidor a escolha entre os dois sistemas e não obrigar a impingir um em detrimento do outro. Há também um outro aspecto curioso. Normalmente as marcas costumam usar o argumento de poupar nos custos de produção para explicar a alteração de sistemas e equipamentos que dantes eram usuais. Muito equipamento é introduzido em viaturas novas por moda do mercado, mas não é o caso do travão de mão mecânico que não se pode considerar um sistema obsoleto.

Um sistema de travão de mão eléctrico pode parecer mais simples de activar mas é mais complexo do que parece já que inclui múltiplos componentes como software, motor, engrenagens, pastilhas, peças hidráulicas, etc. Portanto se o custo de fabrico de um sistema travão de mão eléctrico pode ser mais dispendioso e complexo para as marcas do que um simples travão de mão mecânico qual a razão para a sua implementação? Status, moda, ou talvez interesses económicos por existir um retorno compensável na reparação de futuras avarias? A avaria num travão de mão eléctrico pode tornar-se numa pequena grande dor de cabeça para o condutor.

Chave multimédia do BMW i8 (2016)





A chave do novo BMW i8 dispõe de um inovador sistema multimédia que interage com o veículo disponibilizando informação ao condutor relativa ao veículo sem necessidade de entrar na viatura. A chave funciona como um autêntico telemóvel. Veja o vídeo.

Se conduzir não use o telemóvel nem o tablet

Se conduzir não beba. Foi este o slogan criado para se evitarem acidentes de trânsito depois de se descobrir que uma coisa não casava bem com outra. Agora surge um novo fenómeno ligado às novas tecnologias em tablets ou smartphones, nomeadamente as redes sociais.

Nos EUA uma condutora de 32 anos sofreu um acidente mortal na estrada imediatamente depois de colocar um post na página pessoal do facebook com selfies. Enquanto escrevia no post a relatar que se sentia muito feliz não se apercebeu do risco que corria e momentos depois perdeu o controlo do carro acabando por embater violentamente contra um camião. A morte foi instantânea.

Portanto será caso para se dizer que se conduzir não beba e não use o telemóvel nem o tablet, pois o resultado pode ser desastroso. Ouvir música ainda é aceitável, agora manusear telemóveis ou tablets enquanto conduz são uma mistura com tudo para dar errado.

‘The happy song makes me HAPPY’ foi esta a última frase que esta condutora escreveu. O fenómeno da paranóia de escrever tudo o que sente no imediato nas redes sociais leva a este resultado.

Filmar com uma selfie stick dentro do carro pode dar mau resultado



Filmar com um selfie stick dentro do carro pode dar mau resultado, especialmente quando se dá um acidente. Veja este episódio. No momento do pânico tudo o que os seus ocupantes querem ver é uma barra metálica a dançar no ar com enorme potencial para atingir alguém inadvertidamente. Por acaso ninguém sofreu ferimentos mas podia ter resultado mal.

Porque fica o logo da Rolls Royce sempre direito



Os Rolls Royce actuais têm alguns pormenores de construção verdadeiramente deliciosos pensados ao milímetro.

Um deles consiste no logotipo das jantes que não é fixo, ficando sempre em pé após paragem do veículo e também em andamento.

Veja o segredo que esconde por trás deste engenho.

Sistemas informáticos em automóveis podem tornar-se numa dor de cabeça para o condutor



A Mercedes apresentou o projecto F015 Luxury in Motion, que se conduz sozinho. Por enquanto é apenas um projecto, tal como o veículo da Google. Os carros modernos têm um conjunto de sistemas que disponibilizam ao condutor uma série de informações úteis para facilitar a gestão do equipamento da viatura e melhorar a segurança a bordo. Em comparação com os carros antigos o salto é assinalável. Mediante sensores instalados em vários pontos esses sistemas ajudam o condutor a tomar as decisões mais correctas quer seja, por exemplo, na pressão dos pneus, no consumo ou até na ausência de um cinto de segurança de um passageiro.

No entanto a indústria automóvel tem vindo a implementar certos sistemas informáticos de infoteinment e outros que tornam o equipamento demasiado dependente. Não que tenham algo de malicioso por trás mas a evolução tecnológica do digital em substituição do analógico pode ter alguns dissabores. E há dois exemplos importantes que podem demonstrar isso. Por exemplo os modernos ecrãs tácteis vieram concentrar muitas funções importantes de gestão como o ar condicionado, rádio ou o tipo de condução num único aparelho. Pois se, por um lado, é mais bonito ter menos botões espalhados pelo painel central por outro lado se o ecrão táctil tiver um "bug" informático ou simplesmente deixar de funcionar inviabiliza a gestão desse mesmo equipamento.

"Por favor actualize o software"

O risco de colocar tudo no mesmo cesto é óbvio. Para evitar surpresas no futuro não há nada como os tradicionais sistemas analógicos em separado e que não dependem de sistemas digitais para funcionarem correctamente. Outro exemplo mais flagrante e "intrusivo" pode ocorrer no computador de bordo. Diversas marcas disponibilizam sistemas que enviam mensagens automáticas para o computador de bordo e são mesmo capazes de imobilizar o sistema de ignição se o condutor não reparar a falha. Ou seja, nestes casos, para o condutor voltar a ter o carro a trabalhar terá, primeiro, que apagar ou corrigir a falha informática mediante uma ida (nada barata) à oficina. E nalguns casos essas mensagens são propositadamente programadas para inibir a ignição (sem que haja uma falha mecânica) para obrigar o condutor a gastar dinheiro numa ida à oficina. Apagada a mensagem a ignição fica "desbloqueada".

É uma avaria que pode deixar o condutor de cabelos no ar. A falha no arranque é acompanhada de uma mensagem com um pedido para actualizar o software do computador de bordo, como se este fosse um mero sistema operativo do tipo windows. É o mesmo que sucede quando o windows crasha e aparece o clássico ecrã azul. Nada a fazer há que voltar a instalar o software para voltar a ouvir o barulho do motor. Uma experiência desagradável para qualquer condutor.

Jaguar Land Rover desenvolve tecnologia que anula os ângulos mortos (2014)



A Jaguar Land Rover lançou um novo sistema tecnológico que projecta imagens captadas do exterior nos pilares frontais. O objectivo é eliminar o efeito ângulo morto onde não é possível ter visibilidade para o que se passa no exterior. Com várias câmaras instaladas, imagens do exterior são projectadas para os pilares da frente dando a sensação de imaterialidade dos mesmos e continuidade visual num ângulo de 360º.



Com este sistema é possível minimizar acidentes devido à falta de visibilidade. Dois ecrãs integrados nos pilares projectam as imagens. O denominado "360 Virtual Urban Windscreen" em conjunto com o "head up display" tornará mais difícil não evitar acidentes. Mas este sistema não se resume à segurança. Também será possível visualizar informações diversas como, por exemplo, o preço dos combustíveis nos postos mais próximos, lugares de estacionamento livres no parque mais próximo ou ainda qual o melhor percurso a seguir seguindo um destino pré-definido.

Novas tecnologias identificam portáteis e telemóveis mesmo escondidos (2014)

Sabia que em 2013 o crime mais participado em Portugal prendeu-se com furtos no interior de viaturas? Por outro lado o furto de viaturas caiu para o 8º lugar. O crime denominado carjacking registou o ano passado 139 ocorrências revelando uma tendência de descida desde 2008, quando atingiu o pico.

Uma das tácticas de carjacking passa por simular uma situação de avaria ou acidente convidando a viatura que se aproxima a parar para prestar auxílio. Depois de parado os larápios procedem ao furto da viatura deixando o assaltado de mãos a abanar. Por isso se desconfiar não pare e opte por chamar a polícia ou o 115.

Por outro lado a PSP tem vindo a alertar os condutores para o uso de novas tecnologias por parte dos ladrões. Uma delas permite identificar baterias de lítio num determinado raio de distância. Ou seja se tiver um smartphone, tablet ou portátil escondido da vista no interior da viatura, poderão ser identificados mediante uma aplicação especial. O ideal é mesmo não deixar nada de valor dentro da viatura.



Outra situação sofisticada que tem vindo a ocorrer permite copiar comandos sem que o condutor se aperceba disso. A partir de uma determinada distância, um aparelho especial denominado "jamer" consegue neutralizar as frequências emitidas pelo comando à distância e, por vezes, clonar até os códigos electrónicos. Por isso quando se aproximar da viatura e verificar terceiros em redor com ar suspeito não mostre a chave do carro nem faça intenção de se dirigir para a viatura. Opte por continuar e espere à distância. Ou então opte por abrir a porta com a chave em vez de usar o comando.

Shelley, o carro com condução automática (2014)


Shelley é um Audi TT com computador a bordo capaz de efectuar uma condução robotizada sem necessidade de um humano. O projecto foi desenvolvido pela Universidade de Stanford. O computador é capaz de puxar pelos limites da viatura como se pode ver no vídeo. No entanto numa prova em pista a Shelley não foi capaz de superar o tempo feito por um humano por escassos 2 segundos. Este projecto é um paço importante rumo à mobilidade sem necessidade de condutor humano. A ideia do Kit protagonizada em Knight Rider está mais próxima da realidade.

Nokia pretende investir 100 milhões de dólares em tecnologias para carros inteligentes (2014)




A Nokia está a apostar nas tecnologias destinadas aos automóveis inteligentes. Recorde-se que a empresa finlandesa vendeu a unidade de telemóveis ao gigante americano Microsoft. Mas agora pretende criar novas áreas de negócio para não ficar demasiado dependente do sector móvel. São precisamente 100 milhões de dólares destinados a desenvolver novas soluções inteligentes para automóveis.

Carros novos obrigados a ter sistema de emergência eCall a partir de Outubro de 2015



A partir de Outubro de 2015 todos os carros ligeiros e comerciais novos vendidos na Europa terão de ter o designado sistema eCall, que consiste num dispositivo que permite efectuar automaticamente um alerta para os serviços de emergência em caso de acidente. É um serviço público gratuito automático mas também poderá ser activado manualmente. A ideia partiu da CE e já tem 10 anos e só agora será posta em prática. No fundo o sistema faz uma chamada para o 112 e emite as coordenadas do local onde se encontra a viatura acidentada de modo a permitir uma assistência rápida. O único senão deste sistema poderá residir na perda de privacidade dos condutores uma vez que permitirá identificar a localização do veículo. O objectivo do eCall é reduzir o número de mortes nas estradas europeias.

Máquina de café expresso em formato de motor V12 (2014)



Esta é uma máquina de café especial. O seu design é uma homenagem aos motores V12 da fórmula 1 dos anos 90.

O café sai pelos "escapes" de titânio. O "bloco" é feito de magnésio, titânio e alumínio, os mesmos materiais usados nos motores dos carros de Senna ou Schumacher.

A marca Expresso Veloce desenvolveu esta máquina que pode ter cor em vermelho, ou azul.








Novo gadget permite medir pressão dos pneus pelo telemóvel (2014)



A Measure It Tire Pressure é o novo dispositivo que permite verificar a pressão dos pneus usando o telemóvel. Uma app foi especialmente desenvolvida para iPhone ou smartphones Android que permite ver os valores de pressão dos pneus. Basta conectar o dispositivo ao telemóvel e ligá-lo ao pipo do pneu, aparecendo de seguida os valores no ecrã. Por enquanto serve apenas para medir a pressão, mas espera-se que num futuro próximo o mesmo dispositivo dê para alterar a pressão nos pneus.

Park4U, a nova aplicação que estaciona o carro através do telemóvel (2014)


A Valeo desenvolveu a nova aplicação - Park4U - para telemóveis iPhone que permite estacionar automaticamente o carro sem intervenção do condutor. Trata-se de um sistema que usa sensores especiais para manobrar o veículo enquanto o condutor pode controlar a aceleração e o travão remotamente usando o telemóvel. A Park4U já é usada por várias marcas como Ford, Audi, Volkswagen e Lincoln e tudo indica que em 2015 estará disponível no mercado.

Sistemas Start/Stop, prós e contras (2014)



Os sistemas automáticos de Start/Stop foram introduzidos nos automóveis com o objectivo de reduzir os consumos de combustível. Todos têm a opção de ligar e desligar. Alguns acabam por ser imperceptíveis, outros são mais eficazes que outros. É sempre chato aquele momento de reaccionamento do motor no arranque após paragem forçada, mas após habituação nem se nota a diferença. Alguns sistemas actuais até têm mecanismos de gestão de energia, deixando de funcionar quando a bateria tem pouca carga.

E é aqui que reside o único senão dos start/stop. Quando se pensa que se está a poupar no combustível acaba-se por desgastar mais rapidamente a bateria. E uma bateria para carros com sistema start/stop é mais cara do que para um carro normal. Isto já para não falar no motor de arranque e no alternador que sofrem um desgaste prematuro no pára e arranque do motor. Aquilo que se pensa estar a poupar em combustível poderá acarretar outro tipo de custos superiores.

A situação mais aconselhável para usar start/stop é mesmo no caso onde se prevê ficar retido no trânsito durante algum tempo numa fila congestionada. Mas talvez a simples paragem num sinal vermelho não justifique o seu uso. O mesmo é dizer que o uso de ar condicionado para pequenas deslocações é sempre desaconselhável. As novas tecnologias por vezes acarretam alguns custos negligenciados.
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