
A Alfa Romeo recuperou o nome do antigo modelo Giulia e apresentou uma nova berlina desportiva executiva em formato coupé. A marca italiana pretende renascer e impulsionar as vendas com este modelo de design agressivo e expressivo. Para além disso a Alfa Romeo tem poucos produtos no mercado e o Giulia vem preencher essa lacuna. Em termos estéticos apresenta-se como uma "miscelânea" inspirada em vários modelos.
De frente e de lado é mais do que evidente as parecenças com um modelo da BMW, mas as linhas de costura do modelo alemão parecem ser mais eficazes no desenho de recorte das ópticas e capôt. No Giulia Quadrifoglio Verde não há qualquer ligação entre os limites das várias peças como o pára-choques, capôt e as aberturas feitas na carroçaria como ópticas e grelhas. Para além disso o recorte do capôt mais recuado em relação ao nariz também não resulta muito bem.

Apesar de a estética e a volumetria parecer um pouco decalcada de outros modelos, alguns pormenores na carroçaria, como os rasgos para dissipar calor e baixos relevos, dão uma aspecto distinto ao modelo. Já atrás as ópticas fazem lembrar (bastante) a Audi. E os escapes redondos sem conexão estética com a abertura no difusor trapezoidal já caiu em desuso. Merecia uns escapes mais integrados. Esta nova viatura desportiva conseguiu bater o BMW M4 em Nurburgring, até ao momento a berlina mais rápida na pista alemã. A velocidade de ponta registada foi de 307 km/h.

O propulsor é um 3L com biturbo a gasolina de origem Ferrari que debita 510cv de potência. Atinge os 100 km/h em apenas 3,9 segundos. Dispõe de uma série de tecnologias que auxiliam a condução. O preço em Portugel deverá andar nos 100 mil euros.








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