PSA Peugeot Citroën Opel, a fusão entre conforto francês e rigor alemão (2017)




Carlos Tavares, o português e CEO do grupo francês PSA Peugeot Citroën, teve o mérito de conseguir alcançar com êxito as negociações para a compra da marca alemã Opel, actualmente detida pelo grupo americana GM. A equipa administrativa do grupo francês encontra-se em contactos com a administração da GM e líderes políticas alemães. O negócio encontra-se numa fase avançada e obteve, inclusivé, o apoio do sindicato de trabalhadores da Opel.

O negócio de compra, estimado em 2 mil milhões de euros, poderá criar o segundo maior grupo automóvel na europa, atrás do grupo VW. E significaria, também, ultrapassar o grupo Renault que actualmente ocupa a 2ª posição. Ficariam na mesma base cinco marcas: Peugeot, Citroën, DS, Opel e Vauxhall. Se bem que DS e Vauxhall acabam por ser veículos muito idênticos aos produzidos por Citroën e Opel, respectivamente. Na prática resumiriam-se apenas a três: Peugeot, Citroën e Opel.

A inédita fusão entre o conforto francês com o rigor alemão

O grupo francês terá a oportunidade de se aproximar do grupo alemão, no entanto o número de vendas ainda está longe. A política de aposta nos SUVs e Crossovers tem permitido ao grupo francês crescer nas vendas, um sector que veio dinamizar o mercado europeu e mundial. Resta saber se haverá simplificação e partilha de componentes no fabrico de carros da Opel, ou seja se a Opel irá incorporar plataformas e peças do grupo francês ou se continuará independente. Modelos como o Corsa, Astra ou o Insignia têm quota de mercado significativa na Europa. O know-how alemão poderá trazer vantagens ao grupo francês. Será a fusão entre o reconhecido conforto dos carros franceses, com o lendário rigor alemão.

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