
As versões roadster do novo Audi TT já estão disponíveis no mercado. O tecto de abrir com a tradicional capota em lona mantém o espírito mais purista. Quanto a motores existem dois blocos a gasolina e um a diesel, para os menos puristas a pensar mais na economia de consumos. O preço arranca nos 50 mil euros na versão menos potente a gasolina.
A versão a diesel, apesar de ter consumos mais amigos da carteira, custa mais 2 mil euros. A versão TTS oferece tracção integral mas custa mais 20 mil euros (!), todas as outras dispõem de tracção às rodas dianteiras. A caixa é manual de seis relações. A velocidade máxima é limitada electronicamente.
Se não ligar muito a questões de purismo então a versão diesel é uma opção interessante a ter em conta. Será, certamente, aquela que o mercado nacional mais absorverá. Tem um binário de 380Nm às 1750-3250rpm colocando a potência logo no arranque. As suas performances não são tão aprimoradas como nas versões a gasolina mas tem o trunfo de anunciar um consumo de apenas 4,5L/100km.

Ou seja o visual é em tudo idêntico caso se opte por gasolina ou diesel. A diferença de aceleração dos 0-100km/h é de cerca de 1 segundo. A escolha é toda ela uma questão de consumos. A terceira geração do TT foi toda ela revista com traços mais aerodinâmicos, um menor peso com a utilização de materiais leves de elevada resistência e blocos mais eficientes. A plataforma do TT é a MQB, usada no Volkswagen Golf.

Comparativamente com a anterior geração o novo TT Roadster viu a rigidez torsional ser aumentada em 23% o que contribui para um comportamento dinâmico em condução mais estável. A distância ao solo foi diminuida, conferindo uma melhoria aerodinâmica, tem apenas a desvantagem de se roçar mais no solo quando se sobem passeios ou no arranque de rampas inclinadas.

O exterior do TT Roadster é muito semelhante com o TT coupé. A grelha frontal é mais agressiva e desportiva bem como as entradas de ar. A grande diferença é mesmo a capota de lona. Foi melhorada em relação à segunda geração, isto no que respeita ao isolamento térmico e acústico. Demora cerca de 10s a ser levantada ou recolhida, podendo ser accionada em andamento até uma velocidade de 50km/h.

Quanto a equipamento vem bem equipado. O painel de instrumentos do condutor é em formato digital designado Audi Virtual Cockpit, um pouco como o fez a Volkswagen com o novo Passat. As ópticas frontais delgadas incluem luzes diurnas em leds estilizadas e faróis em xénon. Em opção é possível colocar faróis integrais em leds com o sistema Matrix Led. Vem com o sistema Audi Drive Select oferecenfo vários modos de condução. Uma série de opcionais permite personalizar o veículo.

Na lateral destaque para os espelhos retrovisores em cinza escuro mate, diferente da cor da carroçaria. Atrás sobressai um aileron dinâmico accionado electronicamente a partir dos 120km/h para aumentar a aderência ao solo e a estabilidade. O Audi TT Roadster é um tipo de veículo para desfrutar do prazer de condução com apenas um passageiro ao lado quer seja com a capota fechada ou aberta para melhor apreciar os raios de sol. O seu preço torna-o destinado a um nicho de clientes reduzido, no entanto a Audi espera aumentar a quota de mercado, isto numa altura em que o segmento dos roadsters viu as suas vendas caírem no ano passado.

Modelos a gasolina
TT 2.0 TFSI 4x2 cxM6 (230cv): 6,2s; 250km/h; 6,0L/100km; 140g/km; 50.520€TTS 2.0 TFSI quattro 4x4 cxM6 (310cv): 5,2s; 250km/h; 7,3L/100km; 169g/km; 70.450€
Modelos a diesel
2.0 TDI ultra 4x2 cxM6 (184cv): 7,3s; 237km/h; 4,5L/100km; 114g/km; 52.020€








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